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OBJETIVA: (339381 votos)..........94.94% das questões objetivas receberam votos.
Criança encefalopata desde dois meses de idade, atualmente com dois anos, chega ao PA com queixa de irritação nasal, dor de “garganta”, coriza nasal, espirros e febre ausente há 5 dias. Ao exame físico observamos conjuntiva e a faringe hiperemiada e pulmões sem alterações. Recebe tratamento sintomático e alta. Após 7 dias volta ao PA, pois a tosse não melhorou esta mais curta, seca, irritadiça, com períodos de paroxismos. Indique a opção que apresenta o agente etiológico mais provável.
A. vírus respiratório sincicial
B. vírus influenzae
C. rhinovírus
D. clamydia trachomatis
E. bordetella pertussis

  RATING: 2.97

Criança encefalopata desde dois meses de idade, atualmente com dois anos, chega ao PA com queixa de irritação nasal, dor de “garganta”, coriza nasal, espirros e febre ausente há 5 dias. Ao exame físico observamos conjuntiva e a faringe hiperemiada e pulmões sem alterações. Recebe tratamento sintomático e alta. Após 7 dias volta ao PA, pois a tosse não melhorou esta mais curta, seca, irritadiça, com períodos de paroxismos. Indique a opção que apresenta o agente etiológico mais provável.

A. vírus respiratório sincicial
INCORRETO: A evolução do caso não é típica do RSV pois é comum o comprometimento pulmonar como nos casos de bronquiolites onde a sibilância, é são características.
B. vírus influenzae
INCORRETO : O diagnóstico se confunde na fase catarral da coqueluche com resfriado comum destacando alguns pontos: hiperemia conjuntival e ausência de febre.
C. rhinovírus
INCORRETO : Alguns sintomas apresentados no quadro inicial são típicos do resfriado comum causado pelo rinovírus. A tosse esta associada aproximadamente a 30% dos resfriados e geralmente se incia por volta do 2-3º dia de doença Os achados físicos são limitados ao trato superior. Alteração da cor da secreção não é indicativa de de sinusite ou superinfecção bacteriana. O caso pede o diagnóstico diferencial para os casos de resfriado comum e seus possíveis agentes.
D. clamydia trachomatis
INCORRETO : Essa criança é muito velha para ter Chlamydia trachomatis pois ela é encontrada nas crianças de um a três meses de vida, uma vez que aquisição é no canal de parto e tosse típica é em stacatto (respiração acompanhada de tosse).
E. bordetella pertussis
CORRETO : A coqueluche deve ser sempre suspeita em qualquer paciente que apresente queixa única predominante de tosse, especialmente se febre, prostração, mialgia, exantema ou enantema estiverem ausentes. A tosse marca a fase paroxística da doença. Não é informada a situação vacinal da criança mas a criança é encefalopata desde dois meses de vida levando a pensar pudesse ser uma complicação vacinal somente se tivesse ocorrido dentro dos sete dias após administração de uma dose de DPT. Lembrar que seria uma contra-indicação absoluta para outras doses de vacina o que deixaria a criança susceptível. A vacina é eficaz em 70%-90% após 3 doses com duração de proteção de 5-10 anos. Lembrando que as complicações da coqueluche são apneia e complicações bacteriana como pneumonia bacteriana por strepto e staphylo .

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)
DISCURSIVA: (79862 votos) ..........99.06% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo.

RATING: 3.87

Enumeram os achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo.

Achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo:

  1. fecalito na área de projeção do apêndice.

  2. distensão gasosa na projeção íleo-cecal, traduzindo 'alça sentinela'.

  3. desaparecimento da gordura pré-peritoneal à direita, significando processo inflamatório na fossa ilíaca direita ou próximo à ela.

  4. presença de níveis líquidos na fossa ilíaca direita.

  5. apagamento do psoas à direita.

  6. posição antálgica, isto é, desvio da coluna para o lado esquerdo, em decorrência da contratura muscular. Esses achados contribuem com a hipótese diagnóstica de apendicite.

  7. ultra-sonografia abdominal: tem limitações se houver grande distensão, ou o paciente for obeso. É extremamente útil para a avaliação de afecções ginecológicas e detecção de coleções anexiais ou líquido fora da alça.

  8. tomografia computadorizada e Ressonância Magnética: revelam maior sensibilidade e especificidade, estando indicada na avaliação mais pormenorizada das complicações e nos casos de dúvida diagnóstica, entretanto a TC vem sendo largamente utilizada com contraste oral, mostrando falha de enchimento do apêndice em fase inicial da apendicite.

  9. laparoscopia diagnóstica: como último recurso, persistindo a dúvida diagnóstica, esta pode ser realizada como investigação e concomitantemente tratamento terapêutico.

FONTE:
http://www.hse.rj.saude.gov.br/profissional/revista/37b/apendi.asp

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.87)

CASO CLINICO: (83950 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente dá entrada na UTI de um hospital em coma após ter sido encontrado abandonado na rua, sem assistência ou familiares para maiores informações. Após o procedimento médico padrão com a administração de medicamentos para estabilizar o quadro a partir do quadro clínico, o exame da gasometria laboratorial revela o seguinte quadro:

pH: 7,4
[HCO3-]real: 80 mEql/l
pCO2: 133 mmHg
[HCO3-]standard: 34 mEql/l
BE.: +10

Que tipo de desequilíbrio o paciente apresenta? Explique!



RATING: 2.95

Em toda questão ou caso clinico de distúrbio acido básico tem que seguir o  algoritmo seguinte:

PASSO 1: E ACIDOSE OU ALCALOSE? E uma acidose, conforme pH 7,40, o normal sendo considerado 7,44.

PASSO 2: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA OU METABÓLICA? Parece uma acidose respiratória, porque o mais que e modificado e o CO2 (o bicarbonato nem ele não e normal, mais e menos modificado que pACO2) sendo 133 mm Hg (3 vezes mais que o valor normal)

PASSO 3: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA AGUDA OU CRONICA?
ATENÇÃO, PORQUE ISTO E SUPER-IMPORTANTE !!!!!!!!

Por cada 10 mm Hg CO2 retido quando distúrbio e cronico a queda do pH e de 0,03.

Por cada 10 mm Hg CO2 retido quando o distúrbio e agudo a queda de pH e de 0,08.>

Da pra ver que o pH e pouco modificado em comparação com a enorme pA do CO2, ou seja o distúrbio é cronico, e, já que a pACO2 e de 133 mmHg podemos ter certeza de mais uma coisa: não é uma retenção voluntária - hipoventilação - relembramos que a retenção voluntaria de CO2 (para equilibrar a alcalose metabólica) nunca não vai passar de 55. Então, se um paciente aparece com 133 mm Hg pACO2 a gasometria, isto não e por causa da hipoventilação ! Isto e útil para saber que nos casos acima apresentados nunca não vamos conseguir equilibrar uma alcalose metabólica utilizando a retenção de CO2 mais que 55 mm Hg.

PASSO 4: É preciso observar que o HCO3 é muito alto, o que indica, provavelmente uma alcalose metabólica que tenta compensar a acidose respiratória, e isso tem sustento no fato que a acidose respiratória é cronica, ou seja, o rim já mobilizou os mecanismos compensatórios. Podemos até enumerar algumas causas

Em conclusão, o paciente apresenta uma acidose respiratória cronica, em conjunto com uma alcalose metabólica compensatória.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.95)

 

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