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NÃO SOU CADASTRADO                                                         NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO
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OBJETIVA: (377551 votos)..........88.31% das questões objetivas receberam votos.
O tratamento do diabetes mellitus tipo I inclui os componentes abaixo, EXCETO:
A. hidratação
B. insulinoterapia
C. automonitorização glicemica
D. orientação nutricional
E. exercício

  RATING: 2.85

O tratamento do diabetes mellitus tipo I inclui os componentes abaixo, EXCETO:

A. hidratação
CORRETO: Precisamos começar esse conceito de TRATAMENTO DO DIABETICO TIPO I com OS COMPONENTES dele: insulinoterapia, automonitorização glicemica, orientação nutricional, exercício. O tratamento desse tipo de diabetes - como também o do tipo II - não é simplesmente 'o bombardeio' com insulina. O paciente tem que ser educado e o programa de tratamento tem que ser suficientemente flexível para permitir mudanças no estilo de vida.
B. insulinoterapia
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
C. automonitorização glicemica
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
D. orientação nutricional
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
E. exercício
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.85)
DISCURSIVA: (86883 votos) ..........98.25% das questões discursivas receberam votos.
1) Definição do pectus excavatum (0,125 pontos), pectus carinatum (0,125 pontos).

2) Definição da síndrome de Poland. (0,25 pontos)

RATING: 2.97

1) Definição do pectus excavatum (0,125 pontos), pectus carinatum (0,125 pontos).

2) Definição da síndrome de Poland. (0,25 pontos)

1) O pectus excavatum provém de umcrescimento desequilibrado ou excessivo das cartilagens costais inferiores, causando umadepressão esternal posterior. (0,125 p)

O pectus carinatum (também chamado de peito-de-pombo) é caracterizado por uma deformidade com protrusão anterior do esterno e das cartilagens costais. (0,125 p)

2) A síndrome de Poland é uma doença rara, não-familiar, de causa desconhecida, que ocorre em 1 a cada 30.000 nascimentos. Os componentes da síndrome incluem:

  • a ausência do músculo peitoral maior,
  • a ausência ou a hipoplasia do músculo peitoral menor,
  • a ausência das cartilagens costais
  • hipoplasia das mamas e do tecido subcutâneo (inclusive do complexo mamilar) e uma variedade de anomalias das mãos.

FONTE:
http://www.misodor.com/PAREDETORACICAEPLEURA.html

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (91554 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Gestante IIG IP de 27 semanas e 4 dias se apresenta no seu plantão, relatando dores pélvicas difusas faz 3 dias. No toque, apresenta o colo apagado e dilatação de 3,5 cm. Nega perda de liquido. Sem febre nas últimas 48 horas. Fez somente 3 consultas pré-natais. PA 90/60 mmHg, FC 86/min, BCF 133/min, MF presentes.
Pergunta-se:

  1. Qual é a estratégia utilizada para evitar a síndrome de dificuldade respiratória tipo I, neste caso? (0,25 pontos);
  2. Qual será o protocolo mais apropriado a ser utilizado para esse prematuro? ? (0,25 pontos);



RATING: 3.87

1) Qual é a estratégia utilizada para evitar a síndrome de dificuldade respiratória tipo I, neste caso?

Transferência da grávida para centro de gestação de alto risco, por conta de risco elevado de parto prematuro (0,0625 p);
Evitar ou atrasar o parto prematuro, sempre que possível (terapêutica tocolítica) (0,0625 p);
Indução maturativa de 1ª linha:

  • Betametasona 12 mg im 24/24 h (2 administrações) (0,0625 p);
  • Dexametasona 6 mg im 12/12 h (4 administrações) (0,0625 p);

2) Qual será o protocolo mais apropriado a ser utilizado para esse prematuro?

  • Atrasar a clampagem do cordão umbilical 30-45 segundos com o RN abaixo do nível da placenta para promover a transfusão de sangue placentar para o RN e melhorar a entrega de O2 aos tecidos; . (0,05 p)
  • Estabilizar o RN sob calor radiante para prevenir a perda de calor . (0,05 p)
  • IG < 28 semanas: não secar (secar apenas a cabeça) e colocar de imediato dentro de um saco de polietileno; . (0,05 p)
  • Reanimação neonatal, se precisar . (0,05 p)
  • Entubação e administração de surfatante na sala de parto (primeiros 15 minutos de vida aos que não tenham realizado indução maturativa fetal ou que necessitem de entubação traqueal para reanimação/estabilização. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.87)

 

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