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OBJETIVA: (383022 votos)..........87.96% das questões objetivas receberam votos.
Uma das afirmações sobre a desmopressina e FALSA:
A. e um produto sintetico
B. e especifico para o receptor V renal
C. não causa hipertensão
D. nos individuos com Cushing ela aumenta a secreção de ACTH
E. inibe a enzima 11-beta-hidroxilase e bloqueia a conversão de 11-desoxicortisol

  RATING: 2.97

Uma das afirmações sobre a desmopressina e FALSA:

A. e um produto sintetico
INCORRETO: A desmopressina (1-deamino-8D-arginina-vasopressina - DDAVP) é um análogo sintético de longa duração da AVP
B. e especifico para o receptor V renal
INCORRETO : A desmopressina (1-deamino-8D-arginina-vasopressina - DDAVP) tem especificidade para o receptor V2 renal
C. não causa hipertensão
INCORRETO : A desmopressina (1-deamino-8D-arginina-vasopressina - DDAVP) tem pouca atividade pressorica
D. nos individuos com Cushing ela aumenta a secreção de ACTH
INCORRETO : O DDAVP parece não apresentar propriedade de liberar ACTH em indivíduos normais, mas causa liberação do ACTH e cortisol na maioria dos pacientes com doença de Cushing.
E. inibe a enzima 11-beta-hidroxilase e bloqueia a conversão de 11-desoxicortisol
CORRETO : este é o efeito da metirapona, e não do DDVP. A metirapona inibe a enzima 11-beta-hidroxilase e bloqueia a conversão de 11-desoxicortisol (composto S) para cortisol e de DOC para corticosterona.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)
DISCURSIVA: (87422 votos) ..........97.39% das questões discursivas receberam votos.
1. Qual a pressão arterial que define o choque no paciente pediátrico? (0,14 pontos)
2. Como identificar o choque?(0,36 pontos)

RATING: 3.05

1. Qual a pressão arterial que define o choque no paciente pediátrico? (0,14 pontos)
2. Como identificar o choque?(0,36 pontos)

1. Qual a pressão arterial que define o choque no paciente pediátrico?
O choque não é definido pela pressão arterial, nem por qualquer outro sinal vital. 0,14 p
DISCUSSÂO: O choque existe quando a demanda metabólica do paciente excede a capacidade do corpo de fornecer oxigênio e nutrientes. Isso ocorre mais comumente quando a demanda metabólica é normal ou levemente elevada, porém, o fornecimento de oxigênio e nutrientes encontra-se dramaticamente reduzido. Exemplos incluem perda sanguínea excessiva (hemorragia) ou perda excessiva de líquidos (diarreia). O estado de choque pode e freqüentemente existe na presença de uma pressão arterial 'normal'.

2. Como identificar o choque?
Pelos sinais de perfusão inadequada e compensação:
- aumento na freqüência cardíaca; 0,06 p
- extremidades frias e pálidas; 0,06 p
- tempo de reenchimento capilar retardado; 0,06 p
- pressão de pulso 'estreitada'; 0,06 p
- freqüência respiratória elevada; 0,06 p
- baixa pressão arterial - choque irreversível. 0,06 p
DISCUSSÃO:
Para identificar o choque, considera-se tanto as conseqüências de uma perfusão inadequada como os mecanismos compensatórios do paciente. As manifestações clínicas do choque são aquelas inerentes à perfusão inadequada e compensação. A perfusão inadequada do cérebro resulta em uma alteração dos níveis de consciência da criança. A perfusão inadequada dos rins resulta em uma diminuição do débito urinário.
À medida que a perfusão diminui, ocorrem mudanças compensatórias. Essas mudanças servem para melhorar o fornecimento de oxigênio e nutrientes e para direcionar o fluxo sanguíneo para os órgãos vitais. O primeiro mecanismo compensatório usualmente é um aumento na freqüência cardíaca. Visto que o débito cardíaco é igual à freqüência multiplicada pelo volume total, uma freqüência cardíaca aumentada serve para manter o débito cardíaco face ao decréscimo do volume circulante. Adicionalmente, a vasoconstrição periférica ajuda a manter o fluxo sangüíneo aos órgãos centrais e cérebro. Assim sendo, o paciente possui extremidades frias e pálidas e um tempo de reenchimento capilar retardado, esse aumento do tônus vascular também exerce efeito sobre a mensuração da pressão arterial. A pressão diastólica encontra-se levemente elevada, de modo que a diferença entre as pressões sistólica e diastólica - a pressão de pulso - é menor. Isso é denominado pressão de pulso 'estreitada'.
A fim de compensar tanto o fornecimento diminuído de oxigênio como a acidose gerada pela hipoperfusão dos tecidos periféricos, a freqüência respiratória se eleva. A pressão arterial eventualmente cai, porém, este é um achado tardio e pode significar que o estado de choque é irreversível.

FONTE:
OS CHOQUES COMO EMERGÊNCIAS

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

CASO CLINICO: (92373 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Identificação: Idade: 56 anos; Sexo: feminino; Profissão: do lar.

Consulta de rotina, referindo cefaléia ocasional, sem outras queixas. Aumentou 10 kg nos últimos 5 anos. Não faz restrições alimentares. É sedentária. Fumante de 10 cigarros por dia.

Menopausa há 5 anos. G4 P3 A1. Engordou 20 kg na última gravidez. Peso do filho ao nascer: 4,250 kg. Pai falecido de IAM e mãe obesa. Nega diabetes na família.

Altura: 1,56 m; Peso: 76,800 kg; IMC: 31,2 kg/m2
Cintura: 92 cm; PA: 150 / 95 mmHg; Pulso: 84 bpm
Restante do exame: NDN

1) Que doenças você investigaria neste caso? (0,1 pontos)
2) Quais são as indicações para prescrever o teste de tolerância oral á glicose (TTGO)?(0,12 pontos)
3) Considerando os exames solicitados e os resultados abaixo, formulam corretamente os diagnósticos dessa paciente.(0,16 pontos)

4) Definem um plano terapêutico neste caso. (0,12 pontos)


RATING: 3.05

1) Que doenças você investigaria neste caso?
Primeiro, a paciente tem todos os fatores de risco para aterosclerose. (0,05 p) E bem acima do peso, com um indice de massa corporal acima de normal, fumante e sedentária, acabou de entrar a menopausa e a mãe também foi obesa.
No segundo plano, a paciente apresenta risco de síndrome metabólico, sendo com um índice massa corporal bem acima de normal, a cintura de 92 cm (normal nas mulheres e 88), e associa HTA com valores acima de normal. Sendo a idade, o mais provável e o diagnostico de DZ tip II. (0,05 p)
2) Quais são as indicações para prescrever o teste de tolerância oral á glicose (TTGO)?
a) Qualquer paciente com a glicemia de jejum entre 110-125 mg/100 ml (0,04 p)
b) Qualquer paciente com dois fatores de risco mas com glicemia normal (0,04 p)
c) Qualquer mulher com diabetes gestacional previo e glicemia normal (0,04 p)
3) Formulam corretamente os diagnósticos dessa paciente.
I)DIABETES MELLITUS TIPO 2 - Uma glicemia 'a jeun' maior que 126 mg% ja estabelece diagnostico de diabetes mellitus, neste caso, a paciente apresentou 132 mg/100 ml. (0,04 p)
II) HIPERTENSÃO ARTERIAL ESTAGIO I (0,04 p)

III) DISLIPIDEMIA (0,04 p)

IV) OBESIDADE GRAU I (0,04 p)

4) A orientação medica que vai receber:
Dieta hipocalórica, hipossódica, pobre em gorduras saturadas (0,04 p)
Exercícios pelo menos 3x/semana (0,04 p)
Parar de fumar (0,04 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.05)

 

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