"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

NÃO SOU CADASTRADO                                                         NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO
usuario: senha:

OBJETIVA: (340371 votos)..........94.78% das questões objetivas receberam votos.
Aumenta a utilização de ácido fólico:
A. a gravidez e a lactação
B. a ingestão de álcool
C. pós-operatorio
D. a idade avançada
E. exposição ao sol

  RATING: 2.87

Aumenta a utilização de ácido fólico:

A. a gravidez e a lactação
CORRETO: sempre em caso e gravidez e de lactação tem que aumentar a dose diária de ácido fólico
B. a ingestão de álcool
INCORRETO : a ingestão de álcool provoca disturbio de ingesta de acido folico
C. pós-operatorio
INCORRETO : não é uma causa do aumento de consumo de folato
D. a idade avançada
INCORRETO : feralmente, nos idosos há defícit de ingesta de ácido fólico e não aumento de consumo
E. exposição ao sol
INCORRETO : não ha necessidade aumentada de ácido fólico consecutivamente á exposição ao sol

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.87)
DISCURSIVA: (79982 votos) ..........99.07% das questões discursivas receberam votos.
Em relação ao câncer de pulmão responda as questões abaixo:

1) Descreva detalhadamente o quadro clínico (história e exame físico) - 0,125 pontos
2) Descreva os exames complementares que podem ser realizados para a obtenção do diagnóstico histopatológico - 0,125 pontos
3) Quais as classificações atualmente utilizadas (clínica e histopatologica) - 0,125 pontos
4) Descreva o estadiamento utilizado - 0,125 pontos

RATING: 2.93

Em relação ao câncer de pulmão responda as questões abaixo:

1) Descreva detalhadamente o quadro clínico (história e exame físico) - 0,125 pontos
2) Descreva os exames complementares que podem ser realizados para a obtenção do diagnóstico histopatológico - 0,125 pontos
3) Quais as classificações atualmente utilizadas (clínica e histopatologica) - 0,125 pontos
4) Descreva o estadiamento utilizado - 0,125 pontos

1) Descreva detalhadamente o quadro clínico (história e exame físico)
Pacientes com 45 anos de idade ou mais, sexo masculino, tabagista de longa data, com piora ou aparecimento de sintomas respiratórios ou torácicos (dor torácica, dispnéia, tosse seca, tosse produtiva, hemoptoicos, hemoptise, arritmias cardíacas). Aparecimento de sinais e sintomas sistêmicos: síndromes paraneoplasicas, emagrecimento, nódulos cutâneos, baqueteamento digital, infecção pulmonar única ou recorrente, nódulos ou linfonodos supraclaviculares, sinais e sintomas de metástase a distância por via hematogênica para ossos, cérebro, fígado e suprarrenais. (0,125 p)

2) Descreva os exames complementares que podem ser realizados para a obtenção do diagnóstico histopatológico
- Broncofibroscopia;
- Biópsia Tumoral Transparietal dirigida por tomografia computadorizada de tórax (pulmonar, hepática, óssea, outras);
- Biópsia de linfonodo supraclavicular ;
- Biópsia de linfonodo mediastinal por mediastinoscopia, videotoracoscopia, mediastinotomia ou toracotomia;
- Biópsia de pleura com agulha de Cope;
- Biópsia pleural por toracoscopia (cirurgia videoassistida);
- Ressecção das metástases (quando existirem e quando passiveis de ressecção);
- Biópsia de nódulo cutâneo. (0,125 p)

3) Quais as classificações atualmente utilizadas (clínica e histopatologica)
(I) Classificação clínica:
- tumores de pulmão não pequenas células
- tumores de pulmão pequenas células (oat cell carcinoma)
(II) Classificação histopatologica:
- Tumor de pulmão pequenas células
- Carcinoma de pequenas células
- Tumor de pulmão não pequenas células
- Carcinoma espinocelular
- Adenocarcinoma
- Carcinoma de grandes células
- Tumores neuroendócrinos
- Tumores mistos (0,125 p)

4) Descreva o estadiamento utilizado
Estágio I: Tumor menor que 3,0 cm, envolto por pulmão, sem metástases;
Estágio II: Tumor maior que 3,0 cm com linfonodos hilares ou mediastinais comprometidos;
Estágio III: Tumor maior que 3,0 cm com linfonodos mediastinais comprometidos (homo ou contralaterais), invasão de parede torácica ou estruturas mediastinais não vitais;
Estágio IV: Tumor de pulmão com metástase a distância. (0,125 p)

FONTE:
SABISTON - TRATADO DE CIRURGIA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (84068 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Você recebe no seu plantão noturno uma criança de 4 anos, M, parda, com historia de oito dias de febre, apatia e recusa da alimentação.

Na hora do atendimento, criança com prostração, febre 38.9ºC, exantema petequial disseminado praticamente corpo inteiro, Glasgow 15, eupneico (FR 28/min), PA 96/58 mmHg, frequência cardiaca 120/min. Abdomen globoso (ascite?), figado palpável á 2 cm abaixo da borda costal direita, baço á 3 cm borda costal esquerda. Edemas ++/++++ nos dois pés. Edema palpebral e facial leve. Linfonodos cervicais e inguinas palpáveis. Tempo de enchimento capilar 2 segundos.

Feita hemograma na urgência: hemácias 3,94 mil/mmc; hematocrito 34%, leucocitos 2630/mmc, bastões 7%, neutrofilos 43%, plaquetas 73.000/mmc. PCR 185. TGO = 125; TGP = 102; LDH = 1959;

Foram solicitados testes rápidos: dengue negativo, zika e chikungunya negativo, sifilis negativo, leptospirose negativo.

Conversando com a mãe, a mesma relata que, na região aonde mora há uma colónia de capívaras.

Pergunta-se:

1) Qual a hipótese diagnóstica? (0,1 pontos)

2) Qual é o agente etiológico? (0,1 pontos)

3) Qual o exame especifico para confirmar a moléstia suspeitada? (0,1 pontos)

4) Qual o tratamento especifico neste caso? (0,1 pontos)

5) Quais são as complicações desta doença? (0,1 pontos)




RATING: 3.05

1) Qual a hipótese diagnóstica?

Febre maculosa - (0,1 p)

Comentário: Exantema máculo-papular, de evolução centrípeta e predomínio nos membros inferiores, podendo acometer região palmar e plantar, Início abrupto e os sintomas são inespecíficos de início (febre, em geral alta; cefaleia; mialgia intensa; mal-estar generalizado). Edema de membros inferiores, hepatoesplenomegalia, manifestações renais com olligúria, manifestações hemorrágicas, como petéquias e sangramento muco-cutâneo, digestivo e pulmonar, junto com o importante dado, uma doença infecciosa febril aguda, transmitida por carrapatos, de gravidade variável, que pode cursar com formas leves e atípicas até formas graves com elevada taxa de letalidade.

2) Qual é o agente etiológico?

Agente etiológico: bactéria gram-negativa intracelular obrigatória: Rickettsia rickettsii, Rickettsia parkeri. (0,1 p)

Comentário: No Brasil, os principais vetores e reservatórios são os carrapatos do gênero Amblyomma, tais como A. cajennense, A. cooperi (dubitatum) e A. aureolatum. Entretanto, potencialmente, qualquer espécie de carrapato pode ser reservatório, por exemplo, o carrapato do cão, Rhipicephalus sanguineus. Os equídeos, roedores como a capivara (Hydrochaeris hydrochaeris), e marsupiais como o gambá (Didelphys sp) têm importante participação no ciclo de transmissão da febre maculosa e há estudos recentes sobre o envolvimento destes animais como amplificadores de riquétsias, assim como transportadores de carrapatos potencialmente infectados.

3) Qual o exame especifico para confirmar a moléstia suspeitada?

Sorologia (IgG) para febre maculosa. (0,1 p)

Comentário: Reação de imunofluorescência indireta (RIFI) Método sorológico mais utilizado para o diagnóstico das riquetsioses (padrão ouro). Em geral, os anticorpos são detectados a partir do 7o até o 10o dia de doença. Os anticorpos IgM podem apresentar reação cruzada com outras doenças (dengue, leptospirose, entre outras) e, portanto, devem ser analisados com critério. Já os anticorpos IgG aparecem pouco tempo depois dos IgM e são os mais específicos e indicados para interpretação diagnóstica.

4) Qual o tratamento especifico neste caso?

Doxiciclina Para crianças com peso inferior a 45kg, a dose recomendada é 2,2mg/kg de 12 em 12 horas, por via oral ou endovenosa, a depender da gravidade do caso, devendo ser mantido por 3 dias após o término da febre. Sempre que possível seu uso deve ser priorizado. (0,05 p)

Cloranfenicol 50 a 100mg/kg/dia, de 6 em 6 horas, até a recuperação da consciência e melhora do quadro clínico geral, nunca ultrapassando 2g por dia, por via oral ou endovenosa, dependendo das condições do paciente. (0,05 p)

5) Quais são as complicações desta doença?

Se não tratado, o paciente pode evoluir para um estágio de torpor e confusão mental, com frequentes alterações psicomotoras, chegando ao coma profundo. Icterícia e convulsões podem ocorrer em fase mais avançada da doença. Nesta forma, a letalidade, quando não ocorre o tratamento, pode chegar a 80%. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.05)

 

1131 USUARIOS INSCRITOS

225 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES

721 RECADOS DOS VISITANTES

NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
6603 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1529 DE CLINICA, 2964 DE PEDIATRIA, 1272 DE CIRURGIA, 219 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 368 DE SAUDE PUBLICA
107 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 139 CASOS CLINICOS

Todos os direitos reservados. 2020.
O site misodor.com está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site misodor são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.