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NÃO SOU CADASTRADO                                                         NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO
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OBJETIVA: (340342 votos)..........94.78% das questões objetivas receberam votos.
Ao administrar ventilações com uma via aérea avançada durante uma RCP a regra é fazer uma ventilação a cada:
A. 6 segundos (10 ventilações/min)
B. 5 segundos (12 ventilações/min)
C. 2 segundos (30 ventilações por minuto)
D. 10 segundos (6 ventilações por minuto)
E. 15 segundos (4 ventilações por minuto)

  RATING: 2.96

Ao administrar ventilações com uma via aérea avançada durante uma RCP a regra é fazer uma ventilação a cada:

A. 6 segundos (10 ventilações/min)
CORRETO: Ao administrar ventilações com uma via aérea avançada durante uma RCP administre uma ventilação a cada 6 segundos (10 ventilações/min), sem fazer pausas nas compressões torácicas. As compressões torácicas são administradas sem interrupção, a uma frequência de 100 a 120/min.
B. 5 segundos (12 ventilações/min)
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
C. 2 segundos (30 ventilações por minuto)
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
D. 10 segundos (6 ventilações por minuto)
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
E. 15 segundos (4 ventilações por minuto)
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)
DISCURSIVA: (79977 votos) ..........99.07% das questões discursivas receberam votos.
1) Qual é a relação entre o ritmo cardiaco achado na parada cardiorespiratoria e a sobrevivência? - 0,1875 pontos
2) Quantos tipos de parada cardíaca tem a criança? - 0,125 pontos
3) Qual é a definição da parada cardiorespiratoria? - 0,1875 pontos

RATING: 2.72

1) Qual é a relação entre o ritmo cardiaco achado na parada cardiorespiratoria e a sobrevivência? - 0,1875 pontos
2) Quantos tipos de parada cardíaca tem a criança? - 0,125 pontos
3) Qual é a definição da parada cardiorespiratoria? - 0,1875 pontos

1) Qual é a relação entre o ritmo cardiaco achado na parada cardiorespiratoria e a sobrevivência?

Um ritmo de apresentação chocável (FV ou TVSP) confere mais chances da pessoa ser ressuscitada. (0,0625 p)

Os ritmos não-chocáveis (por exemplo, assistolia) não passa duma sobrevivência de 7% a 24%. (0,0625 p)

No mesmo tempo se uma FV/TVSP se desenvolve como um ritmo secundário durante uma tentativa de ressuscitação (isto é, não como o ritmo da PCR inicial) em crianças hospitalizadas, a sobrevivência é menor do que a observada em PCRs com ritmos não chocáveis (0,0625 p)

2) Quantos tipos de parada cardíaca tem a criança?

Há dois tipos de parada cardíaca em criança:

  1. Parada hipóxica (0,0625 p)
  2. Parada cardíaca súbita (0,0625 p)

3) Qual é a definição da parada cardiorespiratoria?

O processo em si é uma cessação da circulação sanguínea. (0,0625 p) Ou seja, a ausência ou ineficácia da atividade mecânica cardíaca. (0,0625 p) Não há pulso detectável neste momento. (0,0625 p)

FONTE:
MISODOR.COM - URGÊNCIAS PEDIATRICAS (CIRCULATION)

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.72)

CASO CLINICO: (84062 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
RSC, 2 anos, sexo feminino, natural e procedente de Nazaré–BA.
QUEIXA PRINCIPAL: Febre alta e adinamia há 15 dias.
Há 15 dias paciente iniciou quadro de febre alta (39o C), associado a adinamia, anorexia, sonolência e aumento progressivo do volume abdominal. No mesmo período apresentou tosse produtiva porém sem expectoração, além de edema em pés. Nega vômitos, diarreia, sangramentos ou alterações urinárias. Genitora levou a criança ao Hospital Gonçalves Martins onde foi tratada para pneumonia (SIC) e realizou parasitológico de fezes que revelou Giárdia e Ancilostomídeo.
Nega viroses da infância, tuberculose, hepatites, cardiopatias, hemotransfusões, intervenções cirúrgicas e alergia medicamentosa.
AR. Som claro pulmonar, murmúrio vesicular rude sem ruídos adventícios. ACV: Precórdio calmo, bulhas rítmicas e normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. ABDÔMEN. Globoso as custas de visceromegalia, rígido, indolor a palpação, RHA não audíveis, ausência de ascite, fígado palpável a 4 cm do rebordo costal direito e a 2,5 cm do apêndice xifóide, baço palpável a 8 cm do rebordo costal esquerdo. EXTREMIDADES bem perfundidas e sem edema.SNC. Sem sinais de irritação meníngea.
Genitora G1 P1 A0, gestação sem intercorrências, realizado pré-natal, parto normal a termo, criança chorou ao nascer. Peso 2300 g, genitora não fumou nem ingeriu bebidas alcoólicas na gestação.
Reside em casa com infra-estrutura sanitária adequada, onde moram 10 pessoas. Epidemiologia negativa para Chagas e positiva para esquistossomose. Cria cachorros e gatos.

A) Enumeram 5 hipóteses diagnosticas (0,25 p)

B) Para a mais provável hipótese, indiquem o tratamento adequado. (0,25 p)




RATING: 2.19

A) HIPÓTESES DIAGNOSTICAS:

1) Calazar: pancitopenia + perda ponderal + esplenomegalia acentuada, com baço indolor, superfície lisa e consistência normal + hepatomegalia não muito acentuada, com fígado de superfície lisa e consistência discretamente aumentada + febre de longa duração, com picos elevados e diários + epidemiologia (0,05 p)

2) Salmonelose de curso prolongado: febre prolongada, elevada e irregular + esplenomegalia acentuada + hepatomegalia, com fígado de consistência firme e levemente doloroso à palpação + perda ponderal + diarréia intercalada com períodos de obstipação. Fezes contendo muco e sangue + dor abdominal tipo cólica + leucocitose com aumento de eosinófilos+ anemia + plaquetas normais (0,05 p)

3) Malária: hepatoesplenomegalia+ febre contínua alternada com terçã ou quartã + calafrios + sudorese profusa + anemia(30%) + leucopenia(37%) + plaquetopenia(56%) nas formas graves (0,05 p)

4) Esquistossomose mansônica aguda: febre não contínua, prolongada, elevada, com sudorese e calafrios + diarréia + perda ponderal + hepatoesplenomegaliadiscreta + leucocitose com eosinofilia+ epidemiologia (0,05 p)

5) Doenças linfoproliferativas: LMA-pancitopenia variável + febre(de origem infecciosa) + hepatoesplenomegalia+ adenomegalia + hemorragia. LLA-anemia + plaquetopenia + leucocitose variável + adenomegalia + esplenomegalia (0,05 p)

B)  HIPÓTESE PRINCIPAL E TRATAMENTO

Considerando o caso acima apresentado, o mais provável diagnostico e a leishmaniose infantil.
O tratamento convencional com Antimonial Pentavalente vem diminuindo sua eficácia devido a um aumento da resistência à droga com consequente recaída da doença.
Além disso os efeitos tóxicos da droga são importantes: hepatotoxicidade, cardiotoxicidade, rash, e recentes estudos descreveram casos de pancreatite secundário ao uso da droga.
Anfotericina B lipossomal é o tratamento mais indicado nesta idade. para crianças com L.infantum a dose total é de 18mg/kg (3mg/kg/dia) por 05 dias e mais 3mg/kg no D10 após a alta hospitalar.
(0,25 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.19)

 

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