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OBJETIVA: (382989 votos)..........87.96% das questões objetivas receberam votos.
Em caso de crupe com insuficiência respiratória iminente é indicado:
A. administrar dexametasona oral, antes da inalação
B. fazer nebulização com ipratrópio em oxigênio
C. caso precisar de intubação, utilizar um tubo com metade do calibre previsto para a idade
D. considerar o uso de heliox
E. a via respiratória cirúrgica é mandatória nesse caso

  RATING: 3.1

Em caso de crupe com insuficiência respiratória iminente é indicado:

A. administrar dexametasona oral, antes da inalação
INCORRETO: Administre dexametasona sempre iv/im.
B. fazer nebulização com ipratrópio em oxigênio
INCORRETO : a nebulização não adianta mais nessa fase, na verdade, há necessidade de ventilação assistida (isto é, ventilação com bolsa-máscara cronometrada para auxiliar a própria inspiração da criança) quando ocorrer: hipoxemia persistente e intensa (saturação de O2<90%), apesar da administração de O2; ventilação inadequada; ou alterações no nível de consciência.
C. caso precisar de intubação, utilizar um tubo com metade do calibre previsto para a idade
CORRETO : Faça a intubação endotraqueal (ET), se indicada; para evitar lesão na área subglótica, use um tubo ET de tamanho menor (metade do tamanho previsto para a idade da criança).
D. considerar o uso de heliox
INCORRETO : o uso de heliox é indicado para crupe moderada até grave
E. a via respiratória cirúrgica é mandatória nesse caso
INCORRETO : Via cirurgica pode ser necessária, mas não é mandatória.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.1)
DISCURSIVA: (87422 votos) ..........97.39% das questões discursivas receberam votos.
1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?(0,1 pontos)
2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?(0,1 pontos)
3) Qual é o tipo e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico?(0,3 pontos)

RATING: 3.07

1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?(0,1 pontos)
2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?(0,1 pontos)
3) Qual é o tipo e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico?(0,3 pontos)

1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?
Pressão arterial sistólica (PAS) < percentil 5 para idade ou PAS < 2 desvios padrão abaixo do normal para a idade é hipotensão (0,05 p)
Em pediatria, a hipotensão é um sinal tardio de choque e significa fase descompensada. (0,05 p)
2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?
Alteração de temperatura corpórea - hipertermia ou hipotermia (0,05 p)
Alteração de leucócitos – leucocitose ou leucopenia não secundárias à quimioterapia, ou presença de formas jovens de neutrófilos no sangue periférico. (0,05 p)
3) Qual é o tipo, a modalidade e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico com sinais e sintomas de hipoperfusão tecidual?
a) iniciar imediatamente a ressuscitação volêmica com Ringer ou Ringer lactato, em bolus de 20 mL/kg em 5 a 10 minutos uso de solução salina 0,9% ou ainda coloide (albumina humana a 5%) (0,05 p)
b) o volume inicial para reanimação exige 40 a 60 mL/kg ou mais durante as primeiras horas de tratamento (0,05 p) , exceto quando têm:
- cardiopatia congênita - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
- suspeita de disfunção miocárdica - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
- recém-nascidos - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)

c) manter até normalização dos sinais de hipoperfusão tecidual ou até surgir sinais de hipervolemia. (0,05 p)

FONTE:
RECONHECIMENTO PRECOCE DA SEPSE

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

CASO CLINICO: (92371 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Homem, 50 anos, diabetico e hipertenso, nega antecedentes mórbidos até a idade de 42 anos, época em que, durante exame médico de rotina no trabalho, foram detectados valores de pressão arterial de 140/96 mmHg. Nessa ocasião, o paciente era completamente assintomático do ponto de vista cardiovascular.

Exames laboratoriais normais, exceto por uma glicemia de 136 mg/dl etriglicérides de 180 mg/dl. Tais exames foram repetidos e confirmaram-se valores de glicemia e triglicérides anormais, tendo sido, na ocasião, feito diagnóstico de hipertensão arterial, diabetes melito e dislipidemia.

Desde o diagnóstico inicial, o paciente vem tomando regularmente 50 mg de hidroclorotiazida e 100 mg de atenolol. Foi orientada dieta com pouco sal e hipocalórica, sem adição de açúcar. Recentemente, o paciente foi encaminhado ao oftalmologista, que diagnosticou microaneurisma em vãos de retina, tendo sido realizada laserterapia.

Há três meses, foi reavaliado e, ao exame físico, apresentava um peso de 106 kg, pressão arterial na posição supina de 170/112 mmHg com freqüência cardíaca de 72 batimentos por minuto.

Apresentava hipotensão postural (PA = 130/90 mmHg em pé) sem variação de pulso.

Exame físico:

Paciente em bom estado geral, peso de 106 kg e altura de 1,70 m, apresentando fundo de olho com espasmo segmentar arteriolar, perda da relação arteriovenosa nos vasos da retina, alguns pontos sugestivos de microaneurismas em ambas as retinas e sinais cicatriciais de laserterapia prévia. A pressão arterial na posição supina estava em 160/104 mmHg e a freqüência cardíaca era de 68 batimentos por minuto. A pressão arterial na posição ortostática era de 120/88 mmHg, sem variação da freqüência cardíaca. Ausculta cardiopulmonar normal. Ausência de sopros carotídeos. Abdômen flácido, indolor, com fígado e baço não-palpáveis. Ruídos hidroaéreos anormais presentes . Ausência de sopros abdominais.

Extremidades com alterações tróficas de fâneros; pulsos presentes e simétricos, ausência de edemas.

Exames laboratoriais:

Glicemia de jejum de 172 mg/dl, potássio plasmático de 3,7 mEq/l, ácido úrico de 8 mg/dl, colesterol total de 230 mg/dl, HDL-colesterol de 28 mg/dl, LDLcolesterol não calculado devido aos valores elevados de triglicérides (450 mg/dl). Creatinina sérica de 1,8 mg/dl e uréia de 96 mg/dl.

Exame de Urina Rotina demonstrando a presença de proteínas. Proteinúria de 24 horas de 1,2 g/24 horas. Exames complementares: Eletrocardiograma e raios X de tórax dentro da normalidade para o biótipo do paciente.
Ecocardiograma mostrando alterações do relaxamento ventricular esquerdo, sem aumento da massa ventricular. Função sistólica preservada.

1) Definem uma relação entre os fatores de risco e patologia deste paciente (0,2 p)

2) Qual é o exame eletivo para diagnosticar, neste caso, o acometimento renal? Ele já foi realizado, examinando o historico do paciente?(0,1 p)

3) O paciente pergunta se ele corre risco de cegueira, mesmo com tratamento para hipertensão e diabetes. Qual vai ser a sua resposta? (0,2 p)




RATING: 4.23

1) Este caso demonstra a associação de diabetes, hipertensão e dislipidemia além de obesidade, todos sendo considerados fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Este paciente apresentou como lesão de órgão-alvo o desenvolvimento de retinopatia diabética e nefropatia que, provavelmente, é o resultado da associação de diabetes e da hipertensão arterial

2) O diagnóstico de certeza da nefropatia somente poderia ser feito através da biópsia renal, exame que não foi realizado neste caso .

3) Retinopatia diabética é uma das principais causas tratáveis de cegueira. A observação preventiva periódica é fundamental no paciente diabético.

FONTE: http://departamentos.cardiol.br/dha/revista/8-4/casoclinico.pdf

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (4.23)

 

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