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OBJETIVA: (377550 votos)..........88.31% das questões objetivas receberam votos.
Uma das malignidades internas mais comuns em todo o mundo é o carcinoma hepatocelular, que é frequentemente secundário à infecção por hepatite B ou C.
A. a presença da alfa-feto-proteina e um indicador de maxima sensibilidade e especificidade
B. a hepatite A quase nunca não faz parte da etiologia da carcinoma hepatocelular
C. esta malignidade se desenvolva somente em pacientes com causas de cirrose etanolica
D. uma taxa de alanino aminotransferase para aspartato aminotransferase maior que 2 é regularmente o resultado do desenvolvimento de um carcinoma hepatocelular
E. os pacientes com um diagnóstico recente de cirrose devem ser rastreados para um carcinoma hepatocelular medindo o nivel de fosfatase alcalina e 5-nucleotidase

  RATING: 3.23

Uma das malignidades internas mais comuns em todo o mundo é o carcinoma hepatocelular, que é frequentemente secundário à infecção por hepatite B ou C.

A. a presença da alfa-feto-proteina e um indicador de maxima sensibilidade e especificidade
INCORRETO: O carcinoma hepatocelular pode ser diagnosticado em 60% dos pacientes com um nível elevado de alfa-fetoproteína
B. a hepatite A quase nunca não faz parte da etiologia da carcinoma hepatocelular
CORRETO : Uma fração significativa de pacientes com hepatite B e hepatite C desenvolve cirrose , que é um fator alto de risco para o carcinoma hepatocelular, enquanto a hepatite A apenas causa doença hepática aguda. Uma das malignidades internas mais comuns em todo o mundo é o carcinoma hepatocelular, que é frequentemente secundário à infecção por hepatite B ou C.
C. esta malignidade se desenvolva somente em pacientes com causas de cirrose etanolica
INCORRETO : É habitual que esta malignidade se desenvolva em pacientes com outras causas de cirrose e, ocasionalmente, em pacientes sem doença hepática crónica.
D. uma taxa de alanino aminotransferase para aspartato aminotransferase maior que 2 é regularmente o resultado do desenvolvimento de um carcinoma hepatocelular
INCORRETO : Eventualmente, uma taxa de alanino aminotransferase para aspartato aminotransferase maior que 2 é altamente sugestiva de ter o álcool como uma causa de doença hepática. A piora da função hepática inesperada em um paciente com cirrose é regularmente o resultado do desenvolvimento de um carcinoma hepatocelular
E. os pacientes com um diagnóstico recente de cirrose devem ser rastreados para um carcinoma hepatocelular medindo o nivel de fosfatase alcalina e 5-nucleotidase
INCORRETO : Todos os pacientes com um diagnóstico recente de cirrose devem ser rastreados para um carcinoma hepatocelular pela determinação do nível de alfa-fetoproteína e pela obtenção de uma tomografia computadorizada (TC) do fígado. Geralmente, as elevações de FA nas doenças hepatobiliares são secundárias à colestase ou obstrução biliar e são causadas pelo aumento da produção da enzima. A 5' - nucleotidase também é encontrada em muitos órgãos além do fígado, mas os níveis elevados são bem específicos da doença hepática. Como a GGT, ela pode ser útil para determinar se um nível elevado de FA é secundário à doença hepática.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.23)
DISCURSIVA: (86883 votos) ..........98.25% das questões discursivas receberam votos.
Sobre icterícia no período neonatal:
1) Classificar quanto ao tempo de aparecimento.(0,2 pontos)
2) Como investigar as causas? (0,3 pontos)

RATING: 2.9

Sobre icterícia no período neonatal:
1) Classificar quanto ao tempo de aparecimento.(0,2 pontos)
2) Como investigar as causas? (0,3 pontos)

A) Classificar quanto ao tempo de aparecimento.
- Precoce – a icterícia que aparece antes das 24 horas de vida. (0,1 p)
- Tardia – a icterícia que aparece após 24 horas de vida.(0,1 p)
B) Como investigar as causas? Laboratorial
- hemograma completo (0,05 p)
- bilirrubina total e frações (0,05 p)
- sorologia para o grupo de doenças STORCH (0,05 p)
Imagem
- Ultrassonografia abdominal e de vias biliares (0,05 p)
- Biópsia (0,05 p)
- Do fígado com anátomo-patológico das vias biliares (0,05 p)

FONTE:
PROVA DE REVALIDAÇÃO U. F. M. T. 2010

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

CASO CLINICO: (91554 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Uma criança de 10 anos de idade chega ao seu consultório para um exame físico escolar de rotina. Na revisão dos sistemas, a criança tem-se queixado de fadiga, porém está indo bem na escola. A criança não está tomando medicação e está saudável. Há um histórico de problema tireoidiano na avó materna e tia paterna. No exame físico, você nota que a criança possui um bócio sem nódulos palpáveis

1) Quais são os testes laboratoriais que você solicitaria primeiro? (0,125 p)

2) A glândula tireóide é macia à palpação, e a criança relata que ele/ela teve uma infecção do trato respiratório superior nos últimos dias. Qual condição estaria no topo de seu diagnóstico diferencial? (0,125 p)

3) Qual seria o diagnóstico mais provável se o nível de T4 total fosse 4,5 mU/L (normal: 5-11,5 mU/L) e o de T4 livre 3mU/L (normal: 6,0-10,5 mU/L)? (0,125 p)

4) No caso assinalado na questão 3, qual a provável concentração de TSH para essa criança (normal: TSH 0,4-6,4 mU/L)? (0,125 p)




RATING: 2.97

1) Quais são os testes laboratoriais que você solicitaria primeiro?

T4 total, indice de T4 livre, TSH e anticorpos tireoidianos.

  • A T4 total sérica é o principal hormônio tireoidiano no sangue, e testes laboratoriais medem as frações ligadas e não ligadas da T4. Pelo fato de grande parte da T4 estar ligada à globulina ligadora de tiroxina (TBG), transtiretina ou albumina, os níveis das proteínas de ligação afetam a concentração de T4 total. Portanto, os níveis dos hormônios tireoidianos livre e total podem não corresponder.
  • O índice de tiroxina livre é um cálculo que reflete a biodisponibilidade do hormônio tireoidiano, pois leva em consideração a quantidade de proteína de ligação.
  • O TSH é secretado pela hipófise sob o controle do hormônio liberador de tireotrofina (TRH) secretado pelo hipotálamo e, através do feedback negativo, dos hormônios tireoidianos.
  • Vários anticorpos contra os antígenos tireoidianos foram demonstrados na tireoidite autoimune crônica, e estes níveis devem ser determinados em uma criança com bócio.(0,125 p)

2) A glândula tireóide é macia à palpação, e a criança relata que ele/ela teve uma infecção do trato respiratório superior nos últimos dias. Qual condição estaria no topo de seu diagnóstico diferencial?

Tireoidite subaguda. A tireoidite subaguda é uma inflamação autolimitante da glândula tireóide, a qual geralmente ocorre em associação a uma infecção do trato respiratório superior. A glândula tireóide pode ser muito macia à palpação. Frequentemente, há um padrão de hipertireoidismo secundário à liberação inapropriada do hormônio tireoidiano. Sinais e sintomas do hipertireoidismo podem persistir por 1-4 semanas, após o qual há geralmente o desenvolvimento de hipotireoidismo transitório com restauração da glândula. O ciclo total da enfermidade pode durar de 2 a 9 meses. O tratamento é normalmente com drogas anti-inflamatórias. (0,125 p)

3) Qual seria o diagnóstico mais provável se o nível de T4 total fosse 4,5 mU/L (normal: 5-11,5mU/L) e o de indice de T4 livre 3mU/L (normal: 6,0-10,5 mU/L)?

Tireoidite de Hashimoto. A anomalia mais comum da função da tireóide em crianças é o hipotireoidismo, geralmente causado pela tireoidite autoimune (Hashimoto). A tireoidite de Hashimoto é caracterizada por anticorpos antitireoidianos circulantes e graus variados de disfunção tireoidiana. Pode-se manifestar com ou sem bócio. É mais prevalente em meninas, e muitos pacientes possuem um histórico familiar de doença tireoidiana autoimune. A remissão espontânea foi relatada. Outras causas de hipotireoidismo adquirido incluem disgenesia tireoidiana de início tardio ou disormonogênese, deficiência de TSH, lesão da tireóide e deficiência de iodo. Reposição de T4 é o tratamento de escolha para hipotireoidismo. (0,125 p)

4) No caso assinalado na questão 3, qual a provável concentração de TSH para essa criança (normal: TSH 0,4-6,4 mU/L)

A resposta é 15 mU/L. O TSH estará elevado no tireoidismo secundário à tireoidite de Hashimoto. (0,125 p)

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