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OBJETIVA: (340328 votos)..........94.78% das questões objetivas receberam votos.
Ramiro vem na consulta aos 16 anos, com estatura 186 cm, altura alvo 175 cm, envergadura 194 cm, testículos 3 ml bilateral, Tanner de pelos 3 e ginecomastia bilateral. Refere ter feito avaliação com seu homeopata e traz exames: hemograma normal, glicose 82, TSH 2,3, T4 livre 1,4, LH 32 (normal 0,3- 6), FSH 76 (normal 1-10), testosterona 0,6 ng/dl (normal 2,5-7,0), prolactina 16 (normal até 18). Baseado nestes dados clínicos e laboratoriais qual a hipótese diagnostica mais provável:
A. Atraso Constitucional do crescimento e puberdade
B. Síndrome de Kallman
C. Síndrome de Klinefelter
D. Panhipopituitarismo
E. Menino saudável sem patologias

  RATING: 3.31

Ramiro vem na consulta aos 16 anos, com estatura 186 cm, altura alvo 175 cm, envergadura 194 cm, testículos 3 ml bilateral, Tanner de pelos 3 e ginecomastia bilateral. Refere ter feito avaliação com seu homeopata e traz exames: hemograma normal, glicose 82, TSH 2,3, T4 livre 1,4, LH 32 (normal 0,3- 6), FSH 76 (normal 1-10), testosterona 0,6 ng/dl (normal 2,5-7,0), prolactina 16 (normal até 18). Baseado nestes dados clínicos e laboratoriais qual a hipótese diagnostica mais provável:

A. Atraso Constitucional do crescimento e puberdade
INCORRETO: veja a resposta da alternativa C
B. Síndrome de Kallman
INCORRETO : veja a resposta da alternativa C
C. Síndrome de Klinefelter
CORRETO : Na insuficiência gonadal primária, a falha na produção dos hormônios sexuais prejudica o feedback negativo com a hipófise, e por isso se manifesta com níveis elevados de gonadotrofinas (LH e FSH). A Síndrome de Klinefelter é a causa mais frequente no sexo masculino. Por se trata nem de síndromes de alta prevalência na população em geral (respectivamente 1:2000 e 1:1000), o pediatra deve estar atento para sinais que sugiram estas patologias. Os meninos com Síndrome de Klinefelter contumam ser altos, com envergadura maior que estatura, eventualmente com alterações intelectuais e de comportamento, testículos pequenos e fibróticos.
D. Panhipopituitarismo
INCORRETO : veja a resposta da alternativa C
E. Menino saudável sem patologias
INCORRETO : veja a resposta da alternativa C

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.31)
DISCURSIVA: (79977 votos) ..........99.07% das questões discursivas receberam votos.
1) Classifique o abdomen agudo pelo mecanismo etiológico.(0,25 pontos)
2) Enumeram 5 causas de abdomen agudo obstrutivo.(0,25 pontos)


RATING: 3.1

1) Classifique o abdomen agudo pelo mecanismo etiológico.(0,25 pontos)
2) Enumeram 5 causas de abdomen agudo obstrutivo.(0,25 pontos)

1) Classifique o abdomen agudo pelo mecanismo etiológico.
• Perfurativo (0,05 p)
• Infamatório (0,05 p)
• Obstrutivo (0,05 p)
• Hemorrágico (0,05 p)
• Vascular (Isquêmico) (0,05 p)
2) Enumeram 5 causas de abdomen agudo obstrutivo.
Causas:
(0,05 p cada uma, qualquer seja a combinação) - hérnia estrangulada
- fecaloma
- obstrução pilórica
- volvo
- intussuscepção
- divertículo de Meckel
- corpo estranho
- neoplasia
- doença de Crohn
- íleo paralítco
- bolo de áscaris
- aderências intestinais

FONTE:
ABDOMEN AGUDO: • Caio Augusto Bianchini D´Emilio • Fábio dos Santos Barbosa • Higor Kassouf Mantovani • Hugo Tadeu Metdieri • Luiz Felipe Franco Teodoro • Stefano Bacco Amade • Vitor Pozzi Loverso ACCESSÍVEL ONLINE

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.1)

CASO CLINICO: (84061 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
F.S.M, masculino, 8 meses, natural e procedente de São Paulo, SP.

Febre e gemência há 1 dia.
Mãe procura o serviço de emergência pois há cerca de 1 dia a criança iniciou quadro de febre elevada não aferida, que cessava com dipirona mas retornava em poucas horas, necessitando banhos mornos para melhorar; recusa alimentar; vômitos 2 a 3 vezes ao dia sem restos alimentares e espontâneos além de hipoatividade.
A criança esteve bem até o dia anterior, sem quaisquer outras queixas, entretanto após surgirem os sintomas, apresentou também manchinhas vermelhas' no corpo e nos braços. Nega sintomas respiratórios como coriza ou tosse, apenas uma respiração mais rápida nas últimas horas. Nega diarréia ou outras alterações nos demais aparelhos.

Gestação sem intercorrèncias, realizou pré-natal com 10 consultas. Nasceu por parto normal com 39 semanas. Apgar de 8 no primeiro minuto e 9 no quinto minuto. Alta do berçário em companhia da mãe com 48 horas devida.

Alimentação: Recebeu leite materno exclusivo até os 4 meses, quando passou a receber dieta complementar e leite fluido sem engrossantes. Desde os 6 meses recebe almoço e jantar que consiste em sopa de legumes carne e arroz, frutas 2 vezes ao dia e leite de caixinha 200ml 4 vezes ao dia, pão ou bolacha pela manhã em pequena quantidade.

Vacinação: completa.

Medicamentos: Sulfato ferroso 3mg/kg/dia regularmente desde os 4 meses.

Antecedentes familiares: Pai 30 anos, mecânico de autos, asmático. Mãe 29 anos, doméstica, saudável, tabagista. Irmã 7 anos asmática. Avós maternos com HAS e diabetes mellitus, avós paternos saudáveis.

Condições de Moradia: Casa de alvenaria com 3 cômodos, saneamento básico, com ventilação adequada e sem animais domésticos. No mesmo quintal há mais duas casas: a dos avós paternos que moram sós, da tia paterna onde convivem dois adultos e 3 crianças com 1 ano, 3 anos e 4 anos de idade.
A criança freqüenta a creche desde os 4 meses quando a mãe retornou ao trabalho.

Antecedentes Epidemiológicos: não realizou viagens recentes, refere que na família e ambiente peridomiciliar todos estão saudáveis.

Exame Físico:

Paciente foi admitido na emergência onde apresentava-se em mal estado geral, gemente, taquidispnéico moderado, descorado ++/4+, desidratado de algum grau. febril, com perfusão periférica maior que 10 segundos, pulsos normais com vasodilatação palmar.
Peso = 9100 g. Estatura = 72 cm FC = 130 bat/min; FR= 40 ins/min; Tmax.= 38,9° C Saturação de O2 em ar ambiente = 89% e PA = 100 x 60 mmHg.
Cabeça e pescoço: fontanela plana, normotensa, mucosa oral com saliva espessa. Otoscopia normal bilateral.
Cardio-vacular: RCR 2T taquicárdicas, sem sopros.
Pulmões: MV+ SRA
Abdome: pouco distendido, timpânico. RHA + Sem visceromegalias.
Pele: petéquias distribuídas em tronco e membros, com áreas de maior confluência não desaparecendo a vitropressão.

1) Quais são as principais hipóteses diagnósticas? - 0,05 pontos;

2) Os exames subsidiários specificos por este caso são...? - 0,2 pontos;

3) Quais são as linhas gerais do tratamento? - 0,2 pontos;

4) Quais são as principais doenças de diagnóstico diferencial?   - 0,05 pontos;


RATING: 2.93

1) Quais são as principais hipóteses diagnósticas?
Com base na seqüência de eventos fisiopatológicos, este paciente é portador de doença meningocócica invasiva. ( 0,05 p)

DISCUSSÃO: Trata-se de um lactente eutrófico (percentil = 50 na curva NCHS), com alimentação adequada e vacinação completa, sem fatores mórbidos associados. Apresenta de uma síndrome infecciosa aguda caracterizada por: febre alta, toxemia, prostração, de inicio abrupto associados às lesões cutâneas.
Ao exame apresenta-se mal estado geral, com alterações nos parâmetros hemodinâmicos (nível de consciência; FC; PA; enchimento capilar, Sao2) caracterizando um choque compensado com exantema cutâneo tipo petequial (não desaparece a vitropressão) sugestivas de vasculite.

2) Os exames subsidiários specificos por este caso são...?

LCR com quimiocitológico (0,04 p), Bacterioscópico pelo método de gram (0,04 p), cultura e látex objetivando confirmação etiologica (0,04 p). A Hemocultura importante para caracterização da bacteremia e resgate do agente infeccioso (0,04 p). Os exames gerais (0,04 p) para orientar o tratamento do choque: HMG, glicemia, eletrólitos, função renal e coagulograma, gasometría arterial.

3) Quais são as principais doenças de diagnóstico diferencial?

O diagnóstico diferencial inclui todas as doenças que são acompanhadas por exantema (rash) purpúrico ou petequial. Didaticamente, podemos dividir as doenças infecciosas com este rash em dois principais grupos, tratáveis e não tratáveis:

INFECCIOSAS (TRATÁVEIS) Meningococcemia (0,02 p), Gonocococemia (0,02 p), Febre Maculosa (0,02 p), Tifo epidêmico (0,02 p), Doença Lyme-similie (0,02 p).

INFECCIOSAS (NÃO TRATÁVEIS): Rubéola (0,02 p), Dengue (0,02 p), Hepatite B (0,02 p), Enterovirus (0,02 p), Virus EB (0,02 p)

3) Quais são as linhas gerais do tratamento?

A primeira etapa do tratamento é a estabilização hemodinámica, seguindo as normas do suporte avançado de vida em pediatria. A antibioticoterapia deve ser iniciada assim que sejam coletados as culturas do LCR e hemocultura. Entretanto, se por motivos de instabilidade hemodinámica a coleta dos exames for protelada, o antibiótico deve ser iniciado em razão da gravidade do caso e risco de morte. Segundo é preconizado pelo Ministério da Saúde, nos casos de meningite associada a choque séptico, devemos iniciar o tratamento com cefalosporina de 3* geração, até que haja identificação do agente (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.93)

 

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