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NÃO SOU CADASTRADO                                                         NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO
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OBJETIVA: (377552 votos)..........88.31% das questões objetivas receberam votos.
Sobre a profilaxia prolongada com anticonvulsivantes para impedir crises febris recorrentes:
A. utilizam preferencialmente a fenitoina e a carbamazepina
B. o fenobarbital não tem efeito em impedir crises febris recorrentes
C. o valproato de sódio tem alta hepatotoxicidade nos pacientes com antecedentes de prematuridade
D. o diazepam oral é contraindicado nas faixas etárias pediatricas
E. é medida controversa e já não é recomendada.

  RATING: 3.07

Sobre a profilaxia prolongada com anticonvulsivantes para impedir crises febris recorrentes:

A. utilizam preferencialmente a fenitoina e a carbamazepina
INCORRETO: Drogas antiepilépticas, como a fenitoína e a carbamazepina, não têm efeito sobre crises febris.
B. o fenobarbital não tem efeito em impedir crises febris recorrentes
INCORRETO : O fenobarbital pode ser eficaz em impedir crises febris recorrentes, mas também pode diminuir a função cognitiva em crianças tratadas, em comparação com as não tratadas.
C. o valproato de sódio tem alta hepatotoxicidade nos pacientes com antecedentes de prematuridade
INCORRETO : A incidência de hepatotoxicidade fatal induzida pelo valproato é mais alta nos pacientes com menos de 2 anos de idade.
D. o diazepam oral é contraindicado nas faixas etárias pediatricas
INCORRETO : O diazepam oral é método eficaz e seguro para reduzir o risco de recorrência de crises febris. No início de cada doença febril, diazepam oral, 0,3 mg/ kg a cada 8 h (1 mg/kg/24 h) é administrado durante a duração da doença (geralmente 23 dias). Os efeitos colaterais geralmente são de pequeno porte, mas os sintomas de letargia, irritabilidade e ataxia podem ser reduzidos pelo ajuste da dose. Esta estratégia pode ser útil quando a ansiedade dos pais associada às convulsões febris for intensa.
E. é medida controversa e já não é recomendada.
CORRETO : Profilaxia prolongada com anticonvulsivantes para impedir crises febris recorrentes é medida controversa e já não é recomendada.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)
DISCURSIVA: (86883 votos) ..........98.25% das questões discursivas receberam votos.
Em relação à reposição volêmica na abordagem do paciente politraumatizado, discorra sobre a estimativa do volume necessário, tipo de líquidos mais apropriados, momento oportuno para o seu início e metodologia para avaliação da reposição. (0,5 pontos)

RATING: 3.05

Em relação à reposição volêmica na abordagem do paciente politraumatizado, discorra sobre a estimativa do volume necessário, tipo de líquidos mais apropriados, momento oportuno para o seu início e metodologia para avaliação da reposição. (0,5 pontos)

A reposição inicial é realizada com soluções cristaloides, preferindo-se a solução de Ringer Lactato, no volume de 2000 mililitros para um homem adulto de 70 quilogramas e 20 mililitros por quilograma de peso para crianças (0,095 p)
Reposições adicionais são realizadas de acordo com a estimativa da perda, com base nas classes de choque, na proporção de 3 (três) volumes repostos para cada volume perdido e com a resposta apresentada pelo paciente. (0,045 p)
Nas perdas superiores a 30 % da volemia, é necessária a reposição de glóbulos vermelhos com o objetivo de manter-se a hemoglobina em 10 gramas/100 mL. (0,045 p)
O momento ideal para iniciar-se a reposição volêmica é o mais precoce possível, mas às vezes deve ser retardado em função da possibilidade de perda sanguínea em evolução e da distância entre o local do acidente e o local de referência para o atendimento. (0,045 p)
Se o local do atendimento implique numa demora para remoção menor que 30 minutos e existam evidências de sangramento continuado, a reposição deve ser retardada e iniciada já no Hospital de referência. (0,045 p)
Quando o tempo estimado para a remoção for maior que 30 minutos, a reposição volêmica deverá iniciar-se no local do acidente, mas devendo aceitar-se a manutenção de certo grau de hipotensão arterial, o que é chamado de hipotensão permissiva, para que não ocorram perdas sanguíneas ocasionadas por reposição muito vigorosa. (0,045 p)
Reposição plena somente deverá ocorrer quando estiver garantida a cessação da perda sanguínea. (0,045 p)
A avaliação da reposição é realizada pela observação do comportamento dos sinais vitais, volume urinário e perfusão tecidual. (0,045 p)
Nos sangramentos importantes e sobretudo em idosos e portadores de comorbidades, é necessária a monitorização de parâmetros hemodinâmicos, tais como a pressão venosa central e a pressão capilar pulmonar. (0,045 p)

FONTE:
REVALIDAÇÃO DE DIPLOMA DE MEDICO 2009 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO - CUIABÁ

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

CASO CLINICO: (91554 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
PHRS, 3 meses e 14 dias, pardo, natural de Brasília e procedente de São Sebastião, trazido pela mãe com queixa principal Febre e tosse há 7 dias. 

Mãe refere que o lactente iniciou quadro de febre (38,7º C a 39,4º C) há 7 dias, que melhorava com paracetamol. Associava-se ao quadro tosse produtiva e dispnéia. A mãe então procurou o centro de saúde de São Sebastião, onde foi medicado com sintomáticos e nebulização, posteriormente sendo encaminhado ao PS do HRAS. No momento negava quaisquer outros sintomas. Criança nascida de parto normal, hospitalar, a termo (39 semanas), chorou ao nascer, APGAR 9/10.Peso: 3070 g;    Estatura: 49 cm   PC: 35 cm.  Alta pós-parto: 48 hs de vida, desenvolvimento neuropsicomotor adequado; aleitamento exclusivo, vacinação completa (conferido no cartão).
Reside em casa de alvenaria, 5 cômodos, 3 pessoas, água tratada, rede de esgoto e energia elétrica. Refere ter carpete em casa e cortinas de pano. Nega tabagismo em casa. Exame físico: Criança REG, hipocorado (+/4+), acianótico, anictérico, hidratado, taquipneíco, afebril.  Peso: 6,5 Kg, cumprimento 61 cm.

ACV: RCR, 2T, BNF, sem sopros  FC: 124 bpm. AR: MV com estertores crepitantes em base pulmonar direita. Ausência de tiragem e batimento de asa de nariz. FR: 60 irpm 
ABD: globoso, flácido, RHA+, indolor a palpação, sem visceromegalias.  Genitália: masculina, sem alterações 
Neurológico: reflexos adequados a idade.

Radiografia de tórax:  Presença de condensação em lobo inferior direito, sem derrame pleural.

QUESTÕES:
1) Avaliam o desempenho estaturo-ponderal desta criança, segundo o grafico abaixo. Quais são as medidas necessárias? (0,3 p)

2) Qual é a suspeita diagnóstica, justificando seu raciocinio ? Qual é o agente etiologico mais frequente nesta faixa etária? (0,1 p)
3)  Baseando-se no seu diagnóstico proponha uma esquema terapeutica para esse caso. (0,1 p)


RATING: 2.94

1) Avaliam o desempenho estaturo-ponderal desta criança. Quais são as medidas necessarias?

No primeiro trimestre, a criança ganha normalmente 700 g/mês (25 a 30 gramas por dia); sendo que o peso á nascer foi 3070 g, idealmente seria que agora a criança pesaria 3090 + 750 + 750 + 750, ou seja 5340 g. (0,1 p) A criança tem 6.500 g, então até agora esta tudo bem, ganhou peso e a altura, sendo inicialmente 49 cm, e, sabendo que no primeiro semestre, crescem 15 centímetros, ou seja 2,5 cm/mes, resulta que o peso deveria ser pelo menos 56,5 e ele tem ja 61, ou seja a criança está no percentil 50 tanto por peso quanto para estatura, o que mostra um crescimento excelente. (0,1 p). Entre P 97 e P 10, Curva de crescimento ascendente. Condição de crescimento satisfatório. Parabenizar a mãe sobre o crescimento satisfatório da criança. Marcar retorno de acordo com o calendário mínimo de consultas. (0,1 p)

2) Qual é a suspeita diagnóstica, justificando seu raciocinio ? Qual é o agente etiologico mais frequente nesta faixa etária? 

A criança tem como principais e mais importantes dados diagnósticos: tosse e dispneia, associada com febre. O exame radiologico mostra condensação lobar, ou seja, praticamente, temos todos os dados clinicos para diagnosticar uma PNEUMONIA BACTERIANA. (0,05 p)

Na faixa etária de 3 semanas a 3 meses a Chlamydia trachomatis é responsável pela maioria dos casos de pneumonia afebril do lactente e a Bordetella pertussis, pela coqueluche. Contudo, no caso, a criança apresentou febre, o que levanta a suspeita de uma pneumonia bacteriana. O S. pneumoniae permanece como a causa mais comum de infecção bacteriana dos pulmões em todas as idades.  (0,05 p)

3)  Baseando-se no seu diagnóstico proponha uma esquema terapeutica para esse caso.

Penicilina Cristalina 150.000 UI/Kg/dia (0,025 p)

Dipirona IV 0,2 ml  (0,025 p)

Hidratação Venosa (manter veia)  (0,025 p)

Internação hospitalar  (0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.94)

 

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