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NÃO SOU CADASTRADO                                                         NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO
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OBJETIVA: (377553 votos)..........88.31% das questões objetivas receberam votos.
Neonato, 10 dias, apresenta febre 38,4°C, icterícia, recusa alimentar, náuseas, regurgitações, dois episódios de vômito nos últimos 24 h, e fezes liquidas-pastosas faz 2 dias. Mãe refere choro persistente, as vezes alternando com períodos de hipoatividade. Não há sinais meníngeos, sem sinais de desconforto respiratorio. Sobre esse caso é correto afirmar:
A. o fato de ser um neonato indica uma atenta investigação, inclusive para ITU
B. a icterícia não apresenta fator de agravo
C. a punção para coleta de licor é contraindicada
D. a sondagem vesical é contraindicada
E. urina colhida no saco coletor é uma boa alternativa para o diagnostico

  RATING: 2.9

Neonato, 10 dias, apresenta febre 38,4°C, icterícia, recusa alimentar, náuseas, regurgitações, dois episódios de vômito nos últimos 24 h, e fezes liquidas-pastosas faz 2 dias. Mãe refere choro persistente, as vezes alternando com períodos de hipoatividade. Não há sinais meníngeos, sem sinais de desconforto respiratorio. Sobre esse caso é correto afirmar:

A. o fato de ser um neonato indica uma atenta investigação, inclusive para ITU
CORRETO: Suspeita clínica ̶ neonatos: Sinais e sintomas inespecíficos. Atenção: sintomas sistêmicos precoces! •Hipotermia ou hipertermia; icterícia ( BD); sintomas gastrointestinais: recusa alimentar, náuseas, regurgitações, vômitos, diarreia, etc.; alterações neurológicas: choro persistente, irritabilidade, hipoatividade, convulsões, etc. ALTO RISCO DE UROSEPSE
B. a icterícia não apresenta fator de agravo
INCORRETO : a icterícia representa, sim, um fator que pode indicar gravidade - precisa ver se a criança não tem a bilirrubinemia direta aumentada, caso em qual os dados do problema mudam
C. a punção para coleta de licor é contraindicada
INCORRETO : pelo contrario, Rn com febre sem sinais fiscalizatórios tem indicação importante de punção e coleta de lícor
D. a sondagem vesical é contraindicada
INCORRETO : a sondagem vesical tem 95% sensibilidade e 99% especificidade, sendo, assim uma boa alternativa diagnóstica
E. urina colhida no saco coletor é uma boa alternativa para o diagnostico
INCORRETO : Saco coletor e usa apenas para triagem e nunca no neonato. Tem alto índice de contaminação (meninas até 88%; •meninos febris até 95%; meninos com fimose até 99%.) sendo viciado pelos resultados falso-positivos

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)
DISCURSIVA: (86883 votos) ..........98.25% das questões discursivas receberam votos.
1) Definição do pectus excavatum (0,125 pontos), pectus carinatum (0,125 pontos).

2) Definição da síndrome de Poland. (0,25 pontos)

RATING: 2.97

1) Definição do pectus excavatum (0,125 pontos), pectus carinatum (0,125 pontos).

2) Definição da síndrome de Poland. (0,25 pontos)

1) O pectus excavatum provém de umcrescimento desequilibrado ou excessivo das cartilagens costais inferiores, causando umadepressão esternal posterior. (0,125 p)

O pectus carinatum (também chamado de peito-de-pombo) é caracterizado por uma deformidade com protrusão anterior do esterno e das cartilagens costais. (0,125 p)

2) A síndrome de Poland é uma doença rara, não-familiar, de causa desconhecida, que ocorre em 1 a cada 30.000 nascimentos. Os componentes da síndrome incluem:

  • a ausência do músculo peitoral maior,
  • a ausência ou a hipoplasia do músculo peitoral menor,
  • a ausência das cartilagens costais
  • hipoplasia das mamas e do tecido subcutâneo (inclusive do complexo mamilar) e uma variedade de anomalias das mãos.

FONTE:
http://www.misodor.com/PAREDETORACICAEPLEURA.html

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (91554 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de sexo feminino, de 8 anos, raça caucasiana, iniciou 15 minutos depois de tomar uma dose de de amoxi-clavulanato um quadro de reação urticariforme generalizada, dispneia alta progressiva, disfonia e lipotimia com perda de conhecimento com aproximadamente 5 minutos de duração, sendo transportada com ambulância no hospital. Ao exame objectivo documentou-se taquicardia (118 bpm); hipotensão (75/60 mmHg); hiperêmia leve da orofaringe e rash cutâneo eritematoso e pruriginoso disseminado, com extremidades quentes. A observação otorrinolaringológica revelou leve edema da região aritenoideia com lúmen glótico discretamente reduzido.
O estudo efetuado no serviço de urgência revelou: hemograma, leucograma e bioquímica geral dentro dos valores de referência; radiografia póstero-anterior do tórax sem alterações e electrocardiograma com taquicardia sinusal.
Apresentava antecedentes pessoais de rinoconjuntivite alérgica persistente medicada habitualmente com budesonida tópico nasal. Mãe da criança negava antecedentes de asma brônquica ou queixas sugestivas de alergia alimentar ou medicamentosa, nomeadamente em relação aos alimentos ou fármacos. Dos antecedentes familiares, salientava-se apenas rinoconjuntivite alérgica materna.
Sobre o caso apresentado, pergunta-se:
A) Qual é o diagnóstico da urgência? 0,0625 pontos
B) Qual é a sequência correta de atendimento? 0,3125 pontos
C) Quanto tempo o paciente tem que ser mantido em observação, depois de ser estabilizado? 0,0625 pontos
D) Quais são as medidas que devem ser tomadas, no momento da alta ? 0,0625 pontos


RATING: 2.86

A) Qual é o diagnóstico da urgência?
Anafilaxia. (0,0625 p)
Discussão: A anafilaxia é altamente provável quando qualquer um dos três critérios abaixo for preenchido:
1) Doença de início agudo (minutos a várias horas) com envolvimento da pele, tecido mucoso ou ambos (ex: urticária generalizada, prurido ou rubor facial, edema de lábios, língua e úvula) e pelo menos um dos seguintes:
a) comprometimento respiratório (ex: dispneia, sibilância, broncoespasmo, estridor, redução do pico de fluxo expiratório [PFE], hipoxemia).
b) Redução da pressão arterial ou sintomas associados de disfunção terminal de órgão (ex: hipotonia [colapso], síncope, incontinência).
2) Dois ou mais dos seguintes que ocorrem rapidamente após a exposição a provável alérgeno para um determinado paciente (minutos ou várias horas):
a) envolvimento de pele-mucosa (urticária generalizada, prurido e rubor, edema de lábio-língua-úvula).
b) comprometimento respiratório (dispneia, sibilância-broncoespasmo, estridor, redução do PFE, hipoxemia).
c) Redução da pressão sanguínea ou sintomas associados (ex: hipotonia [colapso], síncope, incontinência).
d) Sintomas gastrintestinais persistentes (ex: cólicas abdominais, vômitos).
3) Redução da pressão sanguínea após exposição a alérgeno conhecido para determinado paciente (minutos ou várias horas):
a) Lactentes e crianças: pressão sistólica baixa (idade específica) ou maior do que 30% de queda na pressão sistólica
b) Adultos: pressão sistólica abaixo de 90 mmHg ou queda maior do que 30% do seu basal.
Na criança pressão sistólica baixa é definida como inferior a 70 mmHg para a idade de um mês a um ano, menor do que (70 mmHg + [2 x idade]) para os de um a dez anos e abaixo de 90 mmHg para os entre 11 e 17 anos.

B) Qual é a sequência correta de atendimento?
A imediata intervenção para o acesso às vias aéreas e à circulação, com o objetivo principal da manutenção adequada dos sinais vitais, é o primeiro passo na conduta emergencial. Desta forma, o médico deve necessariamente:
1. manter as vias aéreas pérvias (0,0625 p)
2. avaliar os sinais vitais (0,0625 p)
3. administrar adrenalina concentração 1/1000, na dose de 0,2 a 0,5 mL (0,01 mg/kg em crianças, máximo de 0,3 mg) por via intramuscular (preferencial, por apresentar nível sérico mais elevado e em maior rapidez que a aplicação subcutânea) na face ântero-lateral da coxa a cada cinco a dez minutos (0,0625 p)
4. oxigenioterapia (0,0625 p)
5. manter o paciente em posição supina com elevação dos pés. (0,0625 p)

C) Quanto tempo o paciente tem que ser mantido em observação, depois de ser estabilizado?
O paciente deve permanecer em observação por 2 a 24 horas ou até se estabelecer o controle da crise aguda. (0,0625 p)

D) Quais são as medidas que devem ser tomadas, no momento da alta?
Na alta da emergência deve receber prescrição de anti-histamínicos e corticosteroides por via oral pelo prazo de cinco a sete dias e ser orientado a procurar assistência medica especializada. (0,0625 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.86)

 

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