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OBJETIVA: (382976 votos)..........87.96% das questões objetivas receberam votos.
No Brasil, durante o período de inverno, o uso de oseltamivir está indicado na seguinte situação:
A. lactente febril há três dias com coriza e tosse úmida
B. lactente afebril com tosse rouca, sem coriza e tiragem
C. escolar com febre alta, tosse seca e taquidispneia há 24 horas
D. pré-escolar com febre há 48 horas, coriza hialina, tosse e cefaleia
E. adolescente com cefaleia frontal,febre há cinco dias e coriza espessa

  RATING: 3.15

No Brasil, durante o período de inverno, o uso de oseltamivir está indicado na seguinte situação:

A. lactente febril há três dias com coriza e tosse úmida
INCORRETO: veja a resposta da alternativa C
B. lactente afebril com tosse rouca, sem coriza e tiragem
INCORRETO : veja a resposta da alternativa C
C. escolar com febre alta, tosse seca e taquidispneia há 24 horas
CORRETO : O vírus da influenza não está associado à coriza, a tosse costuma ser seca, sem rouquidão. Acontece com maior frequência no período escolar, pela forma de transmissão respiratória associada a aglomeração típica nesses locais. O inverno é o período onde há um aumento dos casos de influenza, cuja sintomatologia típica é tosse seca, febre importante e taquidispnéia. No menor de dois anos a coriza pode estar presente, mas deve haver febre importante com início súbito.
D. pré-escolar com febre há 48 horas, coriza hialina, tosse e cefaleia
INCORRETO : veja a resposta da alternativa C
E. adolescente com cefaleia frontal,febre há cinco dias e coriza espessa
INCORRETO : veja a resposta da alternativa C

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.15)
DISCURSIVA: (87418 votos) ..........97.39% das questões discursivas receberam votos.
1) Quais são as alterações típicas do ECG em pacientes com taquicardia sinusal? (0,21875 pontos)
2) Quais são as alterações típicas do ECG em pacientes com taquicardia supraventricular? (0,25 pontos)
3) O que é a taquicardia supraventricular com condução anormal ou aberrante? (0.03125 pontos)

RATING: 3.06

1) Quais são as alterações típicas do ECG em pacientes com taquicardia sinusal? (0,21875 pontos)
2) Quais são as alterações típicas do ECG em pacientes com taquicardia supraventricular? (0,25 pontos)
3) O que é a taquicardia supraventricular com condução anormal ou aberrante? (0.03125 pontos)

1) As alterações típicas do ECG em pacientes com taquicardia sinusal incluem:
- A frequência cardíaca é geralmente < 220 bpm em lactentes (0.03125 p), < 180 bpm em crianças (0.03125 p).
- As ondas P estão presentes com aparência normal (0.03125 p).
- O intervalo PR é constante (0.03125 p) e apresenta duração normal para a idade. (0.03125 p)
- O intervalo R-R é variável. (0.03125 p)
- O complexo QRS é estreito. (0.03125 p)

2) Resultados de ECG típicos em pacientes com TPSV incluem:
- A frequência cardíaca é geralmente > 220 bpm em recém-nascidos (0.03125 p), > 180 bpm em crianças (0.03125 p), e não existe variabilidade batimento a batimento.
- Ondas P estão ausentes (0.03125 p) ou anormais (0.03125 p).
- O intervalo PR pode não estar presente (0.03125 p) ou o intervalo PR é curto (0.03125 p), com taquicardia atrial ectópica.
- O intervalo R-R é geralmente constante. (0.03125 p)
- O complexo QRS é geralmente estreito. (0.03125 p)

3) Atraso na condução ao longo do sistema ventricular pode conduzir a um aspecto de taquicardia com complexo alargado, conhecida como TPSV com condução anormal ou aberrante. (0.03125 p)

FONTE:
Urgências e emergências em pediatria geral : Hospital Universitário da Universidade de São Paulo / editores Alfredo Elias Gilio... [et al.]. -- São Paulo : Editora Atheneu, 2015. Outros editores: Sandra Grisi, Albert Bousso, Milena De Paulis (pagina 137)

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (92371 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo feminino, 70 anos, diabética e com DPOC, com início dos sintomas há 2 dias, febre alta, tosse produtiva com expectoração amarelada, dor torácica e dispneia. Apresentou três episódios de vômitos há 24 horas. Ao exame físico, apresenta-se agitada, levemente desidratada, taquipneica (FR – 33 irm), taquicárdica (FC – 122 bpm) e com PA 90 × 60 mmHg. Estertores crepitantes na base pulmonar direita. Exames complementares: Ureia – 60 mg/dL; Creatinina – 1,2 mg/dL; Leucócitos – 4000; Sat. O2 < 90% com oxigênio em cateter nasal a 5 L/min.
1) Essa paciente tem indicação para internação? Em que nível de complexidade? Explique o sistema de escore britânico CURP-65, usado para indicar gravidade e o local de tratamento. (0,18 pontos)
2) Quais os agentes etiológicos mais frequentes em pneumonia aguda em pacientes tratados ambulatorialmente, internados em enfermaria e internados em UTI? (0,19 pontos)
3) Qual o esquema antimicrobiano indicado nesta paciente? Justifique. (0,13 pontos)


RATING: 3

1) Essa paciente tem indicação para internação? Em que nível de complexidade? Explique o sistema de escore britânico Curp-65, usado para indicar gravidade e o local de tratamento.
Sim. (0,01 p)
UTI: (0,01 p)
Escore de 6 pontos, no qual cada item anormal pontua uma unidade. (0,01 p)
Escore 0 e 1, se apenas a idade pontuar → tratamento domiciliar. (0,01 p)
Escore > 1 → tratamento internado. (0,01 p)
C = Confusão mental (nível de consciência) (0,01 p)
U = Ureia > 50 mg/dL (0,01 p)
R = FR > 30 irpm (0,01 p)
P = PAS < 90 mmHg (0,01 p)
P= PAD ≤ 60 mmHg (0,01 p)
65 = Idade acima de 65 anos. (0,01 p)
Deve-se considerar ainda a presença de comorbidades descompensadas (CPOC; ICC; I. hepática, I. renal, Neoplasia) (0,01 p); extensão da pneumonia no RX Tórax (0,01 p) e na saturação arterial do oxigênio (0,01 p) e fatores psicossociais que possam interferir no tratamento e indicar internação. (0,01 p)
Sinais de gravidade:
Sat. OO2 ≤ 90% sem oxigenioterapia (0,01 p) e o mesmo resultado com oxigenioterapia indicação de UTI (0,01 p)
Leucócitos < 4000 → prognóstico ruim. (0,01 p)
2) Quais os agentes etiológicos mais frequentes em pneumonia aguda em pacientes tratados ambulatoriamente, internados em enfermaria e internados em UTI?
- PAC Ambulatorial (leve) (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Mycoplasma pneumoniae (0,01 p); Chlamydophila pneumoniae (0,01 p); Vírus respiratórios (influenza, adenovírus, vírus sincicial respiratório, para-influenza e coronavírus) (0,01 p); Haemaphylos influenzae. (0,01 p)
- PAC internados em enfermarias (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Mycoplasma pneumoniae (0,01 p); Chlamydia pneumoniae (0,01 p); Vírus respiratórios (0,01 p); Haemaphylos influenzae (0,01 p); Legionelha Spp (0,01 p).
- PAC internados (UTI) (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Bacilos gram negativos (0,01 p); Haemaphylus influenzae (0,01 p); Legionella spp (0,01 p); S. aereus (0,01 p).
3) Qual o esquema antimicrobiano indicado nesta paciente? Justifique.
Betalactâmico com inibidor da betalactamase ou clindamicina.
Justificativa: Por ser paciente grave, com evolução desfavorável e com história de vômitos, podendo ter broncoaspirado com possibilidade de infecção por anaeróbios e gram-negativo da flora da boca. A associação de betalactâmicos com aminoglicosídeos e um agente para cobertura de bacteróides Fragillis, embora possa dar uma cobertura antimicrobiana, deverá ser evitada pelo risco de nefrotoxicidade em uma paciente idosa, diabética e com lesão renal prévia. (0,13 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)

 

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