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NÃO SOU CADASTRADO                                                         NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO
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OBJETIVA: (404762 votos)..........93.14% das questões objetivas receberam votos.
As principais reações aversivas que a criança com transtorno de espectro autista apresenta são:

I. Alteração de fala e mudança de postura.

II. Atirar objetos, cuspir e bater.

III. Sonolência e desligamento.
A. Somente I está correta
B. Somente III está correta
C. Somente I e III estão corretas
D. Somente I e II estão corretas
E. Somente II e III estão corretas

  RATING: 2.9

As principais reações aversivas que a criança com transtorno de espectro autista apresenta são:

I. Alteração de fala e mudança de postura.

II. Atirar objetos, cuspir e bater.

III. Sonolência e desligamento.

A. Somente I está correta
INCORRETO: veja a resposta da alternativa D
B. Somente III está correta
INCORRETO : veja a resposta da alternativa D
C. Somente I e III estão corretas
INCORRETO :
D. Somente I e II estão corretas
CORRETO : Dos 2 aos 5 anos de idade o comportamento autista tende a tornar-se mais óbvio. A criança não fala ou ao falar, utiliza a ecolalia ou inverte os pronomes. Há crianças que falam corretamente, mas não utilizam a linguagem na sua função comunicativa, continuando a mostrar problemas na interação social e nos interesses. Os adolescentes juntam às características do autismo aos problemas da idade e, nesta fase, podem melhorar as relações sociais e o comportamento ou, pelo contrário, podem voltar a fazer birras, mostrar autoagressividade ou agressividade para com outras pessoas.
E. Somente II e III estão corretas
INCORRETO : veja a resposta da alternativa D

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)
DISCURSIVA: (90074 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Quais são as etiologias comprovadas de cardiopatia congênita? (0,5 p)

RATING: 2.99

Quais são as etiologias comprovadas de cardiopatia congênita? (0,5 p)

Apenas uma pequena porcentagem dos casos tem causas identificáveis:
I) Fatores genéticos primários:
- anormalidades cromossómicas (0,1 p)
- anormalidades gènicas (0,1 p)
II)Fatores ambientais:
- agentes químicos, drogas isotretinoina (Roaccutan)(0,1 p)
- vírus como o da rubéola e doença materna (0,1 p)
III) Interações genético-ambientais (multifatoriais)(0,1 p)

FONTE:
Semiologia Cardiovascular Cardiopatias Congênitas Carolina Cunto de Athayde acessado em 13 02 2017 no endereço http://www.uff.br/cursodesemiologia/images/stories/Uploads/semio_cardiovascular/aulas/aula9_congenitas.pdf

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

CASO CLINICO: (95051 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de 19 meses, sexo feminino, no segundo dia de febre, progressivamente mais elevada e difícil de ceder aos antipiréticos, e tosse seca, também com agravamento progressivo.
Era previamente saudável, pais não fumadores e sem contexto de doença na família. Não frequentava creche.
Na admissão apresentava dificuldade respiratória obstrutiva alta moderada, com estridor inspiratório, objectivando-se saturação de oxigênio transcutânea (Sat O2) de 90%. Realizou aerossol com 5 ml adrenalina (1:1000) e dexametasona v. o. 0,15 mg/Kg. Ficou internada para observação. Manteve terapêutica com adrenalina em aerossol.
A dificuldade respiratória agravou-se progressivamente, com tiragem global, sudorese e necessidade crescente de oxigênio suplementar (4 l/min) para manutenção de Sat O2 > 90%. Após 12 horas de internamento, apresentava sudorese, palidez, prostração e esforço respiratório crescente. Da avaliação analítica destacava-se hemoglobina 10,7 g/dl, leucócitos 16500/μl, neutrófilos 14600/μl, linfócitos 1100/μl, plaquetas 305500/μl, e proteína C-reativa 52,4 mg/l.
1) O que indica falta da resposta á adrenalina e cortisônicos?
2) Qual é o próximo passo terapêutico imperativo?
3) Diagnostico provável com justificativas?


RATING: 2.98

1) Falta de resposta á nebulização com adrenalina em caso de estridor levanta a suspeita de duas patologias. As duas entidades clinicas pediátricas cuja resposta á nebulização com adrenalina é ausente são a epiglotite aguda e a traqueite bacteriana aguda. (0,2 p)
2) Perante o agravamento clínico, tem somente a alternativa da intubação endotraqueal, na observação direta podendo ver edema discreto da epiglote, cordas vocais fechadas e com fenda diminuida. Vai ser necessário o uso de tubo endotraqueal e aspiração das secreções, eventualmente procedendo depois à ventilação mecânica. (0,2 p)
3) A criança apresentava obstrução respiratória alta de agravamento súbito, não respondia à adrenalina em aerossol, febre alta. Estes achados sugerem traqueíte bacteriana. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.98)

 

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