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NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
6170 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1420 DE CLINICA, 2659 DE PEDIATRIA, 1251 DE CIRURGIA, 201 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 361 DE SAUDE PUBLICA
102 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 138 CASOS CLINICOS

"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    MO 482.00 9.181 21
2.    TARGIGNIS 424.30 6.573 11
3.    KATY 365.00 2.555 15

CONFIRA ALGUNS EXEMPLOS, ESCOLHIDOS PELO SISTEMA ALEATÓRIO:

OBJETIVA: (231769 votos)..........99.32% das questões objetivas receberam votos.
É exemplo de cardiopatia congênita acianótica:
A. atresia de tricúspide
B. transposição de grandes vasos
C. síndrome do coração esquerdo hipoplásico
D. coarctação de aorta
E. ventrículo único

  RATING: 2.98

É exemplo de cardiopatia congênita acianótica:

A. atresia de tricúspide
INCORRETO: veja a resposta da alternativa D
B. transposição de grandes vasos
INCORRETO : veja a resposta da alternativa D
C. síndrome do coração esquerdo hipoplásico
INCORRETO : veja a resposta da alternativa D
D. coarctação de aorta
CORRETO : A única cardiopatia acianótica entre as acima é a coarctação da aorta. Todas as outras são cardiopatias cianóticas. A atresia tricúspide é uma cardiopatia cianótica com hipofluxo pulmonar e a transposição, o coração esquerdo hipoplásico e o ventrículo único cardiopatias cianóticas que cursam com hiperfluxo pulmonar.
E. ventrículo único
INCORRETO : veja a resposta da alternativa D

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)
DISCURSIVA: (15330 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Descreva a técnica de diagnóstico do pulso paradoxal que utiliza o manguito do esfigmomanômetro. (0,5 pontos).

RATING: 2.98

Descreva a técnica de diagnóstico do pulso paradoxal que utiliza o manguito do esfigmomanômetro. (0,5 pontos).

A verdadeira avaliação de pulso paradoxal requer medir a pressão arterial com o uso de um manguito de pressão manual:

  1. Insufle o manguito até não ouvir mais sons (como de costume). 0,1 pontos
  2. Diminua lentamente a pressão no manguito 0,1 pontos
  3. observe o ponto no qual os primeiros sons de Korotkoff são ouvidos inicialmente, que será quando a criança está expirando 0,1 pontos
  4. Continue a desinflar o manguito lentamente e observe o ponto no qual os sons de Korotkoff são ouvidos regularmente durante todo o ciclo respiratório 0,1 pontos
  5. Se a diferença entre esses dois pontos for maior que 10 mmHg, a criança tem pulso paradoxal clinicamente significativo. 0,1 pontos

FONTE:
MISODOR - OS CHOQUES COMO EMERGÊNCIA (PEDIATRIA)

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (20602 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.

Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.

Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).

Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos




RATING: 3.09

1) Qual o diagnóstico?

Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)

DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.

2) Qual é o prognóstico?

Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia.  (0,1 p)

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?

  • inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
  • realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
  • Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.09)

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