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Conteudo programatico: MATURAÇÃO SEXUAL. BAIXA ESTATURA

5264. Adolescente do sexo feminino, 15 anos de idade, assintomática e com amenorreia primária.A telarca ocorreu com 14 anos. Ela vem crescendo à velocidade de 5 em/ano. O exame físico revelou peso no percentil e altura no percentil 50. As mamas estão no estágio 3 de Tanner e pelos púbicos no estágio 2. O exame ginecológico é normal e a história familiar revela que a mãe teve sua menarca aos 16 anos. Qual a causa mais provável da amenorreia da paciente?

A. Anorexia nervosa
B. Atraso puberal familiar
C. Disgenesia gonadal
D. Hipotireoidismo
E. Deficiência isolada de gonadotrofinas.

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5263. Paciente de 2 anos e 3 meses de idade com quadro febril há 2 dias, coriza e bom estado geral. Durante o atendimento, apresentou crise convulsiva generalizada, que cedeu espontaneamente em 2 minutos. Após 1 hora, a criança está bem, sem sinais meníngeos. Qual a alternativa correta?

A. Não está indicada a introdução de medicação profilática
B. Está indicada coleta de líquido cefalorraquidiano para afastar a possibilidade de meningite
C. Está indicada a profilaxia com fenobarbital para evitar o aparecimento de novas crises
D. Está indicada a profilaxia com carbamazepina para evitar o aparecimento de novas crises
E. O exame de eletroencefalograma é importante na decisão de se iniciar profilaxia de novas crises.

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5262. Criança vítima de acidente automobilístico com traumatismo cranioencefálico apresenta hipotensão arterial e bradicardia persistentes após infusão de solução cristaloide endovenosa. O que deve ser considerado?

A. Choque hipovolêmico hemorrágico
B. Choque neurogênico.
C. Hipertensão intracraniana
D. Tamponamento cardíaco
E. Pneumotórax hipertensivo

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5261. Criança de 5 anos, com síndrome nefrótica, em uso de prednisona diariamente, apresenta febre há 1 dia e dor abdominal. Nega vômito. Não evacua há 2 dias. Ao exame, apresenta-se prostrada, descorada, eupneica e febril. Ausculta pulmonar e cardíaca normal. Abdome globoso, difusamente doloroso, com descompressão brusca positiva e presença de macicez móvel à percussão. Edema bipalpebral bilateral e de membros inferiores. Qual a hipótese diagnóstica mais provável?

A. Peritonite bacteriana secundária à colecistite; o tratamento é cirúrgico
B. Gastroenterite aguda, necessitando de hidratação endovenosa
C. Apendicite aguda; o tratamento deve ser cirúrgico
D. Peritonite bacteriana espontânea, necessitando de antibioticoterapia endovenosa
E. Trombose mesentérica; o tratamento é cirúrgico de emergência.

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5260. Em relação à cetoacidose diabética (CAD), qual a alternativa correta?

A. O principal hormônio contrarregulador envolvido na fisiopatologia da CAD é o cortisol.
B. A correção da acidose com uso de bicarbonato endovenoso na CAD é indicada se o pH sérico for< 7,2 ou o bicarbonato sérico < 10 mEq/L
C. O ânion gap na CAD é aumentado.
D. A desidratação celular com consequente produção de ácido lático é a maior responsável pela acidose metabólica da CAD.
E. O potássio corpóreo total é aumentado na CAD.

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5259. Criança de 3 anos de idade, parda, portadora de anemia falciforme, foi avaliada no pronto-socorro com quadro de palidez, hipoatividade e dor abdominal nas últimas 24 horas. Ao exame: consciente, descorada +++/++++, frequência respiratória = 32 irpm, frequência cardíaca = 150 bpm, pulsos periféricos finos, icterícia conjuntiva! +/++++; pulmões: sem alterações; coração: bulhas rítmicas, taquicárdicas, com sopro sistólico+/++++; abdome: globoso, doloroso em hipocôndrio esquerdo, sem sinais de peritonismo, fígado a 3 em reborda costal direita (RCD) e baço a 7 em reborda costal esquerda (RCE). Qual é o diagnóstico mais provável para esse caso?

A. Colecistite aguda.
B. Crise de vasoclusão mesentérica.
C. Síndrome torácica aguda
D. Crise de aplasia medular.
E. Crise de sequestro esplênico

Conteudo programatico: INFLUENZA E SÍNDROME GRIPAL

5258. Em um dia frio de inverno, Márcia procurou a Unidade de Pronto-Atendimento com seus dois filhos, que estão enfermos. Eduardo, de 1 ano e 6 meses de idade, havia iniciado, há 24 horas, quadro de febre, tosse, coriza e hiporexia.
O que mais preocupava Márcia era o seu filho mais velho, Frederico, de 4 anos. Ele havia iniciado, há 72 horas, quadro semelhante ao de Eduardo, mas, nas últimas 12 horas, apresentava-se mais “cansado”.
Seus dois filhos eram previamente hígidos, sem passado de doenças relevantes. Márcia estava angustiada, pois tinha lido nos jornais que o “vírus da gripe” estava circulando com intensidade na região e seus filhos não tinham sido vacinados contra influenza. O restante dos cartões vacinais de ambas as crianças estava em dia.
Eduardo se apresentava corado, hidratado, anictérico, acianótico. Murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios. FR: 28 irpm. Bulhas taquicárdicas, sem sopros. FC: 110 bpm. Leve hiperemia de orofaringe. Leve hiperemia timpânica, bilateral. Ausência de esforço respiratório. PA: 90 x 50 mmHg. SatO2: 98%.
Considerando essa apresentação clínica, assinale a unica atitude CORRETA:

A. conduta expectante
B. iniciar antibioticoterapia e acompanhar ambulatorialmente
C. orientar a mãe em relação a sinais de agravamento, indicar repouso e hidratação, iniciar tratamento com oseltamivir e acompanhar ambulatorialmente.
D. internação hospitalar e o uso de oseltamivir e oxigênioterapia
E. nicia hidratação, oxigenioterapia, oseltamivir e antibioticoterapia

Conteudo programatico: INFLUENZA E SÍNDROME GRIPAL

5257. O atendimento duma gestante com suspeita de síndrome gripal (influenza) comporta os seguintes objetivos, EXCETO:

A. Identificar a gestação como um fator de risco para evolução desfavorável de influenza.
B. Identificar sinais de piora clínica em uma paciente gestante com suspeita de influenza.
C. Apontar a prescrição correta de oseltamivir em uma paciente gestante.
D. Descrever o fluxo de encaminhamento proposto pelo Ministério da Saúde para paciente gestante, com sinais de gravidade.
E. Administrar antibioticoterapia desde os primeiros sinais para evitar a evolução para síndrome respiratória aguda grave.

Conteudo programatico: INFLUENZA E SÍNDROME GRIPAL

5256. Marcela, 22 anos, encontra-se na 30ª semana de gestação e vem fazendo pré-natal na unidade básica de saúde próxima a sua residência, sem intercorrências até então.
Em uma manhã de inverno procura a sua equipe de saúde da família queixando-se de febre alta, tosse seca e dor de garganta, iniciada há 24 horas.
Nega dor torácica ou dispneia. Nega dor abdominal. Não havia recebido vacinação contra influenza apesar de ter sido recomendada durante seu pré-natal.
Tax: 38,1°C. Ausculta pulmonar: sem alterações. FR: 18 irpm. Ausculta cardíaca: ritmo regular em 2 tempos, sopro sistólico +/6 no foco pulmonar. FC: 90 bpm.
Corada, hidratada, acianótica. Leve hiperemia de orofaringe, sem exsudato. Ausência de linfadenomegalia submandibular. PA: 120 x 70 mmHg.
Diante da suspeita de síndrome gripal, assinale a opção que apresenta a melhor conduta nesse momento:

A. Orientar hidratação, antitérmico, repouso e retorno imediato se houver sinais de agravamento ou em 48h para reavaliação clínica.
B. Iniciar oseltamivir e orientar hidratação, antitérmico, repouso e retorno imediato se houver sinais de agravamento ou em 48 h para reavaliação clínica.
C. Iniciar oseltamivir e antibioticoterapia, orientar hidratação, antitérmico, repouso e retorno imediato se houver sinais de agravamento ou em 48h para reavaliação clínica.
D. Iniciar a antibioticoterapia, nebulização com beta-mimético, corticoide oral e antihistaminico
E. Iniciar tratamento sintomático, descongestionante nasal, nebulização com soro fisiológico

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5255. Quais os principais agentes etiológicos responsáveis pela presença de osteomielite em pacientes portadores de anemia falciforme?

A. S. aureus e Salmonella sp.
B. E. coli e H. influenzae
C. S. pneumoniae e S. aureus
D. H. influenzae
E. E. coli

QUESTÕES DOS COLABORADORES

Conteudo programatico:  CANCER DE OVARIO

AUTOR:           GUILLERMO

5046: PACIENTE DE 52 ANOS FOI DIAGNOSTICADA DE CARCINOMA DE OVARIO SEROSO , INOPERAVEL PELA EXTENÇÃO ABDOMINAL MACIÇA. 
A CONDUTA MAIS ADEQÜADA É:  
                                            A) CUIDADOS PALIATIVOS
                                            B) RADIOTERAPIA ABDOMINAL
                                            C) QUIMIOTERAPIA
                                            D) PROGESTÁGENOS
                                            E) ANTIESTRÓGENOS 

Conteudo programatico:  HANSENIASE

AUTOR:           DANIEL

5044:

Paciente do sexo masculino, 43 anos, apresenta quadro de infiltrações nas orelhas externas, madarose, ressecamento da pele e dos membros, dor articular, espessamento no nervo ulnar  e astenia. Mitsuda negativo. A classificação e a forma de tratamento desse hanseníase estão corretamente associadas na seguinte opção de resposta:

a) poliquimioterapia multibacilar ------- forma virchowiana.
b) poliquimioterapia paucibacilar ------- forma dimorfa.
c) poliquimioterapia paucibacilar ------- forma virchowiana.
d) poliquimioterapia multibacilar ------- forma dimorfa.
e) poliquimioterapia multibacilar ------- forma tuberculoide.

Conteudo programatico:  HANSENIASE

AUTOR:           DANIEL

5043:

Paciente do sexo masculino apresenta lesões de pele sugestivas de hanseníase multibacilar (MB). Em nenhum dos comunicantes intradomiciliares foi diagnosticada hanseníase. A alternativa que melhor corresponde à medida profilática adequada para os comunicantes é:

a) observação dos comunicantes, sem nenhuma medida adicional.
b) quimioprofilaxia com rifampicina por dois dias.
c) quimioprofilaxia com dapsona por 6 meses.
d) vacinação com BCG para os comunicantes menores de 5 anos.
e) vacinação com BCG para todos os comunicantes.

Conteudo programatico:  HANSENIASE

AUTOR:           DANIEL

5042:

Você recebe em seu consultório uma mulher de 30 anos, residente em Fortaleza-CE, no 4° mês de tratamento de Hanseníase Virchowiana, que desenvolveu nódulos eritematosos, dolorosos no tronco, face e membros superiores há 3 dias. A melhor conduta é:

a) suspender o tratamento, pois trata-se de reação alérgica à clofazimina.
b) suspender apenas a dapsona e iniciar terapia com anti-histamínicos.
c) suspender o tratamento e inicar terapia com talidomida, de 100 a 400 mg/dia, até a resolução do quadro e, então, reiniciar o tratamento específico.
d) manter o tratamento e iniciar predinosa, de 1 a 2 mg/kg/dia.
e) manter o tramento e iniciar terapia com talidomida nas doses recomendadas.

Conteudo programatico:  HANSENIASE

AUTOR:           DANIEL

5041:

Considere o seguinte quadro:
Paciente, apresenta lesões eritemato-infiltradas, anestésicas, duas em face e três no tronco. O teste de Mitsuda foi positivo 28 dias após a injeção intradérmica. Clinicamente, considerou-se o diagnóstico de Hanseníase.
Em relação a esse caso, assinale a alternativa INCORRETA:

a) A forma tuberculóide apresenta placas bem delimitadas com raros bacilos.
b) As formas boderline/dimorfa apresentam distribuição assimétrica das lesões cutâneas e dos nervos envolvidos.
c) A forma virchowiana/lepromatosa acomete difusamente a pele, tendo se infiltrado com histiócitos espumosos ricos em bacilos.
d) Pacientes paucibacilares são geralmente Mitsuda positivos.
e) Eritema Nodoso Hansênico é uma reação comum aos paciente de hanseníase quando iniciam o tratamento, independente da sua forma clínica. 

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5040: O uso profilático de AZT injetável no pré-parto, segundo ACTG 076, reduz a transmissão vertical em:

a) 10%
b) 17%
c) 25%
d) 67%
e) 85%

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5039: Em relação à transmissão vertical do HIV, é correto afirmar:

a) A cesariana eletiva reduz pela metade a transmissão vertical do HIV, quando comparada com a cesariana realizada depois do inicio do trabalho de parto.
b) O aleitamento materno não é contra-indicado se a contagem de linfócitos T-CD4 for maior que 500 células/mm3.
c) Com carga viral abaixo de 10.000 cópias/ml, a via de parto será indicada por critérios obstétricos.
d) O uso de zidovudina intravenosa deve ser iniciado uma hora antes do parto.
e) A episiotomia não tem relação com o risco de transmissão vertical do HIV.

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5038: Gestante, 26 anos de idade, G2P0A1, 34 semanas de idade gestacional, foi encaminhada da Unidade Básica de Saúde com diagnóstico comprovado de infecção com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), assintomática.
Sobre a utilização de anti-retrovirais para esta paciente, qual a alternativa CORRETA:

a) aguardar o resultado da carga viral para definir qual esquema anti-retroviral será utilizado.
b) Iniciar com inibidores da transcriptase reversa (zidovudina + lamivudina) e inibidor de protease (nelfinavir).
c) Iniciar com inibidores da transcriptase reversa ( zidovudina + efavirenz) e inibidor de protease (nelfinavir).
d) Iniciar com zidovudina e aguardar o resultado da carga viral para ajuste da dose.
e) Nenhum anti-retroviral, pois devemos interromper imediatamente a gravidez para diminuir o risco de transmissão vertical do HIV.

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5037: Gestante no curso da 10a semana apresenta quadro clínico de AIDS com tuberculose pulmonar. A contagem de linfócitos T-CD4 é de 400 células/ml e se pretende usar a rifampicina para o tratamento da tuberculose. A melhor opção para o tratamento da AIDS, neste caso, é:

a) Monoterapia de imediato com zidovudina (AZT).
b) Terapia dupla (zidovudina + lamivudina).
c) Terapia tripla (zidovudina + lamivudina + nelfinavir).
d) Terapia tripla (zidovudina + lamivudina + abacavir).
e) Terapia tripla (zidovudina + lamivudina + hidroxiuréia).

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5036: Em relação ao manejo de paciente gestante HIV positivo, são recomendações do Ministério da Saúde, EXCETO:

a) O uso de profilaxia com anti-retrovirais deve ser iniciado a partir da 14a semana de gestação e continuar durante o trabalho de parto e parto até o clampeamento do cordão.
b) Em relação aos critérios de escolha da via de parto, recomenda-se o parto por operação cesariana eletiva se a paciente apresentar carga viral inferior a 1.000 cópias/ml ou indetectável ou estiver com idade gestacional maior ou igual a 34 semanas.
c) No parto vaginal, a episiotomia deve ser evitada sempre que possível e deve-se manter a bolsa íntegra até o período expulsivo.
d) Não há necessidade de se isolar a mulher HIV positivo.
e) Realizar o clampeamento do cordão imediatamente após a saída do recém-nascido.

 

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