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Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5490. Criança de 3 anos, sofreu junto com a família acidente de trânsito (o caro capotou). Estava preso na cadeira adequada e foi resgatado pela equipe de desencarceramento consciente e levado para emergência. Na entrada, criança com PA 80/60 mm Hg, tempo de enchimento capilar 2 segundos. Exame físico - dor abdominal difusa, com discreta defesa abdominal, choro intenso na apalpação profunda, não consegue esticar completamente as coxas.
Conforme o protocolo para atendimento da trauma abdominal o paciente necessita de:

A. laparotomia exploratória
B. lavado peritoneal
C. ultrassonografia abdominal
D. tomografia abdominal
E. atitude expectante com observação no minimo 6 horas

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5489. Criança de 8 anos, com antecedente de acidente de carro 4 meses e meio atrás, quando foi internado na UTI para suspeita de rotura hepática (hipótese infirmada depois) foi reinternado com quadro de dor abdominal, icterícia e hematêmese volumosa. Ultrassonografia (USG) de abdome evidenciou área nodular hiperecoica em lobo direito do fígado, medindo 4,8 cm x 6,4 cm. Endoscopia digestiva alta (EDA) mostrou sangramento ativo em papila de Vater.
O quadro acima é altamente sugestivo e tem como tratamento de primeira escolha:

A. rotura de baço "em dois tempos" - esplenectomia
B. capsulite hepatica - cirurgia de drenagem decompressiva
C. pseudo-aneurisma de artéria hepática - embolização através de cateter
D. oclusão intestinal aguda - cirurgia de resseção de alça
E. cisto hemorragico roto de pâncreas - resseção de cisto e, pelo caso, pancreatectomia parcial

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5488. O traumatismo abdominal pode lesionar vários orgãos. Na maioria das lesões dos vários orgãos o tratamento pode ás vezes ser simplesmente conservador, EXCETO em caso de:

A. lesão hepática
B. lesão intestinal
C. lesão esplênica
D. lesão gênito-urinaria
E. lesão pancreática

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5487. Em caso de trauma abdominal o início dos sintomas no trauma abdominal pode ser rápido (hemorragias maciças) ou apresentar uma evolução mais lenta. O diagnóstico é realizado pelo:

1 tomografia
2 exame clínico do abdome serialmente
3 lavado peritoneal.

A ordem CORRETA, pelo critério do protocolo padronizado de atendimento é:

A. 1, 2, 3
B. 1, 3, 2
C. 2, 1, 3
D. 2, 3, 1
E. 3, 2, 1

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5486. Abaixo temos uma tabela com as lesões abdominais e os sintomas resultantes.

TIPO DE TRAUMA ABDOMINAL SINTOMAS
I Lesão intestinal A Dor nos ombros ou hemitórax esquerdo acompanhada de esforço respiratório, náusea, vômito (sinal de Kehr).
II Lesão do baço B dor abdominal difusa e vômitos, massa epigástrica pode estar presente; a relação amilase urinária/clearence de creatinina aumentada
III Lesão hepatica C Dor no ombro direito, hipersensibilidade dolorosa em quadrante abdominal superior direito e aumento das transaminases
IV Lesão pancreatica D Abdome em tábua, paracentese positiva para conteúdo fecal ou alimento

A associação CORRETA é:

A. I - A; II - C; III - D; IV - B
B. I - B; II - C; III - A; IV - D
C. I - D; II - A; III - C; IV - B
D. I - C; II - A; III - B; IV - D
E. I - B; II - D; III - C; IV - A

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5485. Em caso de trauma torácica não penetrante com contusão cardíaca, a maioria das crianças beneficiam de:

A. tratamento conservador e observação
B. cirurgia cardiovascular reparatória
C. monitoramento e tratamento com lidocaína e amiodarona endovenoso
D. cateterismo cardíaco com exploração das cavidades e valvulas
E. vasodilatadores periféricos, redutores de carga e oxigênioterapia com 100%

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5484. Sobre as traumas torácicas com contusão pulmonar na criança é CORRETO afirmar:

A. há poucas alterações ao exame clínico inicial e mínimas alterações radiológicas
B. os pacientes podem permanecer estáveis hemodinamicamente nas primeiras 48 horas; quando ocorrer diminuição de perfusão periférica, ou a hipotensão ou aparecimento de sopro cardíaco
C. manifesta-se com abafamento das bulhas, distensão venosa cervical, hipotensão e pulso paradoxal
D. sempre se acompanha de timpanismo à percussão, desvio do ictus cordis, desvio traqueal
E. em caso de surgimento de assincronismo no movimento da parede respiratória a intubação é mandatória

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5483. Consideram a tabela abaixo, que refere-se aos traumatismos toracicos e sintomas associados:

TIPO DE TRAUMA SINTOMAS
I Tamponamento cardíaco A Diminuição dos murmúrios vesiculares, Macicez à percussão
II Pneumotórax hipertensivo B Diminuição dos MV unilateral ou bilateral, desconforto respiratório, distensão venosa cervical, timpanismo à percussão do hemitórax envolvido, desvio do ictus cordis, desvio traqueal
III Hemotórax C Insuficiência respiratória, retração, estridor
IV Obstrução das vias aéreas D Abafamento das bulhas, distensão venosa , hipotensão (Tríade de Beck)
A associação CORRETA é:

A. I - D; II - B; III - A; IV - C
B. I - C; II - A; III - B; IV - D
C. I - A; II - D; III - C; IV - B
D. I - B; II - D; III - A; IV - C
E. I - D; II - B; III - C; IV - A

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5482. Índices Glasgow iguais ou menores que (...) estão relacionados com mortalidade de (...) e seqüelas neurológicas graves:

A. 9 e 20%
B. 6 e 50%
C. 6 e 20%
D. 8 e 40%
E. 5 e 90%

Conteudo programatico: URGÊNCIAS PEDIATRICAS

5481. Em caso de criança politraumatizada será indicada a cirurgia exploratória por suspeita de hemorragia interna em caso de:

(I) perfusão sistêmica inadequada desde o início do choque
(II) falha de resposta na reposição de 50 ml/kg de solução cristaloide
(III) perda de 25 a 30% ou mais de volume
(IV) apesar do controle de hemorragias externas e da reposição de volume, o choque persiste
Sâo CORRETAS:

A. I e III
B. I e II
C. II e III
D. II e IV
E. III e IV

QUESTÕES DOS COLABORADORES

Conteudo programatico:  CANCER DE OVARIO

AUTOR:           GUILLERMO

5046: PACIENTE DE 52 ANOS FOI DIAGNOSTICADA DE CARCINOMA DE OVARIO SEROSO , INOPERAVEL PELA EXTENÇÃO ABDOMINAL MACIÇA. 
A CONDUTA MAIS ADEQÜADA É:  
                                            A) CUIDADOS PALIATIVOS
                                            B) RADIOTERAPIA ABDOMINAL
                                            C) QUIMIOTERAPIA
                                            D) PROGESTÁGENOS
                                            E) ANTIESTRÓGENOS 

Conteudo programatico:  HANSENIASE

AUTOR:           DANIEL

5044:

Paciente do sexo masculino, 43 anos, apresenta quadro de infiltrações nas orelhas externas, madarose, ressecamento da pele e dos membros, dor articular, espessamento no nervo ulnar  e astenia. Mitsuda negativo. A classificação e a forma de tratamento desse hanseníase estão corretamente associadas na seguinte opção de resposta:

a) poliquimioterapia multibacilar ------- forma virchowiana.
b) poliquimioterapia paucibacilar ------- forma dimorfa.
c) poliquimioterapia paucibacilar ------- forma virchowiana.
d) poliquimioterapia multibacilar ------- forma dimorfa.
e) poliquimioterapia multibacilar ------- forma tuberculoide.

Conteudo programatico:  HANSENIASE

AUTOR:           DANIEL

5043:

Paciente do sexo masculino apresenta lesões de pele sugestivas de hanseníase multibacilar (MB). Em nenhum dos comunicantes intradomiciliares foi diagnosticada hanseníase. A alternativa que melhor corresponde à medida profilática adequada para os comunicantes é:

a) observação dos comunicantes, sem nenhuma medida adicional.
b) quimioprofilaxia com rifampicina por dois dias.
c) quimioprofilaxia com dapsona por 6 meses.
d) vacinação com BCG para os comunicantes menores de 5 anos.
e) vacinação com BCG para todos os comunicantes.

Conteudo programatico:  HANSENIASE

AUTOR:           DANIEL

5042:

Você recebe em seu consultório uma mulher de 30 anos, residente em Fortaleza-CE, no 4° mês de tratamento de Hanseníase Virchowiana, que desenvolveu nódulos eritematosos, dolorosos no tronco, face e membros superiores há 3 dias. A melhor conduta é:

a) suspender o tratamento, pois trata-se de reação alérgica à clofazimina.
b) suspender apenas a dapsona e iniciar terapia com anti-histamínicos.
c) suspender o tratamento e inicar terapia com talidomida, de 100 a 400 mg/dia, até a resolução do quadro e, então, reiniciar o tratamento específico.
d) manter o tratamento e iniciar predinosa, de 1 a 2 mg/kg/dia.
e) manter o tramento e iniciar terapia com talidomida nas doses recomendadas.

Conteudo programatico:  HANSENIASE

AUTOR:           DANIEL

5041:

Considere o seguinte quadro:
Paciente, apresenta lesões eritemato-infiltradas, anestésicas, duas em face e três no tronco. O teste de Mitsuda foi positivo 28 dias após a injeção intradérmica. Clinicamente, considerou-se o diagnóstico de Hanseníase.
Em relação a esse caso, assinale a alternativa INCORRETA:

a) A forma tuberculóide apresenta placas bem delimitadas com raros bacilos.
b) As formas boderline/dimorfa apresentam distribuição assimétrica das lesões cutâneas e dos nervos envolvidos.
c) A forma virchowiana/lepromatosa acomete difusamente a pele, tendo se infiltrado com histiócitos espumosos ricos em bacilos.
d) Pacientes paucibacilares são geralmente Mitsuda positivos.
e) Eritema Nodoso Hansênico é uma reação comum aos paciente de hanseníase quando iniciam o tratamento, independente da sua forma clínica. 

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5040: O uso profilático de AZT injetável no pré-parto, segundo ACTG 076, reduz a transmissão vertical em:

a) 10%
b) 17%
c) 25%
d) 67%
e) 85%

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5039: Em relação à transmissão vertical do HIV, é correto afirmar:

a) A cesariana eletiva reduz pela metade a transmissão vertical do HIV, quando comparada com a cesariana realizada depois do inicio do trabalho de parto.
b) O aleitamento materno não é contra-indicado se a contagem de linfócitos T-CD4 for maior que 500 células/mm3.
c) Com carga viral abaixo de 10.000 cópias/ml, a via de parto será indicada por critérios obstétricos.
d) O uso de zidovudina intravenosa deve ser iniciado uma hora antes do parto.
e) A episiotomia não tem relação com o risco de transmissão vertical do HIV.

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5038: Gestante, 26 anos de idade, G2P0A1, 34 semanas de idade gestacional, foi encaminhada da Unidade Básica de Saúde com diagnóstico comprovado de infecção com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), assintomática.
Sobre a utilização de anti-retrovirais para esta paciente, qual a alternativa CORRETA:

a) aguardar o resultado da carga viral para definir qual esquema anti-retroviral será utilizado.
b) Iniciar com inibidores da transcriptase reversa (zidovudina + lamivudina) e inibidor de protease (nelfinavir).
c) Iniciar com inibidores da transcriptase reversa ( zidovudina + efavirenz) e inibidor de protease (nelfinavir).
d) Iniciar com zidovudina e aguardar o resultado da carga viral para ajuste da dose.
e) Nenhum anti-retroviral, pois devemos interromper imediatamente a gravidez para diminuir o risco de transmissão vertical do HIV.

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5037: Gestante no curso da 10a semana apresenta quadro clínico de AIDS com tuberculose pulmonar. A contagem de linfócitos T-CD4 é de 400 células/ml e se pretende usar a rifampicina para o tratamento da tuberculose. A melhor opção para o tratamento da AIDS, neste caso, é:

a) Monoterapia de imediato com zidovudina (AZT).
b) Terapia dupla (zidovudina + lamivudina).
c) Terapia tripla (zidovudina + lamivudina + nelfinavir).
d) Terapia tripla (zidovudina + lamivudina + abacavir).
e) Terapia tripla (zidovudina + lamivudina + hidroxiuréia).

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5036: Em relação ao manejo de paciente gestante HIV positivo, são recomendações do Ministério da Saúde, EXCETO:

a) O uso de profilaxia com anti-retrovirais deve ser iniciado a partir da 14a semana de gestação e continuar durante o trabalho de parto e parto até o clampeamento do cordão.
b) Em relação aos critérios de escolha da via de parto, recomenda-se o parto por operação cesariana eletiva se a paciente apresentar carga viral inferior a 1.000 cópias/ml ou indetectável ou estiver com idade gestacional maior ou igual a 34 semanas.
c) No parto vaginal, a episiotomia deve ser evitada sempre que possível e deve-se manter a bolsa íntegra até o período expulsivo.
d) Não há necessidade de se isolar a mulher HIV positivo.
e) Realizar o clampeamento do cordão imediatamente após a saída do recém-nascido.

 

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