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NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
5813 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1276 DE CLINICA, 2513 DE PEDIATRIA, 1206 DE CIRURGIA, 201 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 339 DE SAUDE PUBLICA
98 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 135 CASOS CLINICOS


CLASSIFICAÇÃO I CONCURSO SETEMBRO 2019
VEJA A CLASSIFICAÇÃO INTEIRA AQUI
Pos. Nickname Pontuação Premio Provas
1.   LULALIVRE 308.00    300 R$  10
2.   YURIKANG 215.00      3
3.   TERRY_BUENO 113.00      5
4.   MO 109.00      5
5.   MARIA 89.00      4
6.   DAMIAN 68.00      4

"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    LULALIVRE 308.00 8.220 10
2.    MO 261.00 8.700 12
3.    YURIKANG 215.00 6.333 3

CONFIRA ALGUNS EXEMPLOS, ESCOLHIDOS PELO SISTEMA ALEATÓRIO:

OBJETIVA: (16700 votos)..........58.95% das questões objetivas receberam votos.
Existem vários mecanismos fisiopatológicos envolvidos no aparecimento da hipoglicemia no período neonatal. Um dos mais importantes é a redução dos estoques de glicogênio hepático. Este mecanismo está envolvido nas situações a seguir, EXCETO:
A. prematuridade
B. doença Rh grave
C. recém-nascido pequeno para idade gestacional
D. gêmeos com baixo peso ao nascer
E. pós-maturidade

  RATING: 3

Existem vários mecanismos fisiopatológicos envolvidos no aparecimento da hipoglicemia no período neonatal. Um dos mais importantes é a redução dos estoques de glicogênio hepático. Este mecanismo está envolvido nas situações a seguir, EXCETO:

A. prematuridade
INCORRETO: A hipoglicemia neonatal definida como um nível sérico de glicose abaixo de 40 mg/dl tem dois mecanismos etiológicos básicos: O aumento da captação periférica (na maioria das vezes relacionado ao hiperinsulinismo) e a diminuição do débito hepático de glicose (em geral por déficit de reserva de glicogênio). Na prematuridade, pós-maturidade e no retardo de crescimento intra-uterino (que inclui como causa a gestação gemelar) o principal mecanismo envolvido é a diminuição do débito hepático de glicose por redução das reservas de glicogênio associado a um defeito na gliconeogênese no retardo de crescimento intra-uterino.
B. doença Rh grave
CORRETO : Na doença Rh grave, assim como em qualquer doença hemolítica grave do feto e RN, ocorre hipoglicemia por hiperinsulinismo secundário à hiperplasia das células ß das ilhotas de Langerhans. Acredita-se que essa hiperplasia seja secundária ao aumento do glutation circulante em virtude da destruição dos eritrócitos.
C. recém-nascido pequeno para idade gestacional
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
D. gêmeos com baixo peso ao nascer
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
E. pós-maturidade
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)
DISCURSIVA: (3837 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes questões:
1) Qual é a causa mais comum de dor de ouvido na criança pequena? (0,25 pontos)
2) O que é a miringite bolhosa e como é feito o diagnostico? (0,25 pontos)

RATING: 3.15

Responda ás seguintes questões:
1) Qual é a causa mais comum de dor de ouvido na criança pequena? (0,25 pontos)
2) O que é a miringite bolhosa e como é feito o diagnostico? (0,25 pontos)

1) A otite media aguda, infecção bacteriana ou viral, associando-se a dor (otalgia) e febre. - 0,25 p.
2) É uma infecção da membrana timpanica cuja caracteristica é a formação de bolhas na sua superficie. Streptococcus pneumoniae, Haemophilus e Mycoplasma são agentes comuns. - 0,25 p

FONTE:
Segredos em emergência pediatrica - Steven M. Selbst MD, Kate Cronan MD

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.15)

CASO CLINICO: (5415 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Bióloga, professora universitária, 47 anos, hipertensa, tabagista inveterada (cerca de 2 maços por dia), apresenta quadro de insuficiência coronária, com indicação para cirurgia de revascularização do miocárdio; procura cirurgião especializado, de sua confiança e de seu círculo social.
O cirurgião, conhecedor do fato de que o marido da professora apresenta comportamento de risco (portador do vírus da imunodeficiência humana [HIV] por possível bissexualidade?), exige a realização do teste de HIV como pré-condição para operá-la. A paciente informa ter realizado o exame há 10 meses, com resultado negativo.
O cirurgião insiste na feitura de novo exame. A paciente se nega a realizá-lo e o médico se nega a operá-la.
Por interferência da Diretoria Clínica do hospital a doente acaba concordando em realizar o teste, cujo resultado vem a ser negativo.
O cirurgião, então, a procura e decide marcar a intervenção cirúrgica.
A paciente, porém, pergunta ao cirurgião: 'Qual o motivo para exigir o teste HIV?' Responde o cirurgião: 'Porque durante o ato cirúrgico eu poderia, por acidente, me ferir e correr o risco de ser infectado'. 'Nesse caso,' diz a paciente,'desejo também conhecer o resultado do seu teste, pois o senhor também pode, na mesma situação, em cirurgia extracorpórea, me contaminar'.
PERGUNTA-SE:
1) É errada a atitude do medico? Justifiquem! (0,2 p)
2) O Conselho Regional de Medicina pode punir o medico? Conforme qual princípio? (0,2 p)
3) É justificado o pedido da paciente que o medico fizesse, também, o exame? (0,1 p)


RATING: 3.18

1) É errada, sim.
O risco de transmissão ocupacional do HIV, embora exista, é extremamente baixo.
No caso, há um equívoco de natureza ética que se expressa na mensagem para a paciente. A mensagem é nitidamente de cunho persecutório e discriminador: há uma ameaça de excluí-la do necessário ato cirúrgico com base em discriminação que coloca a soropositividade como definidora do risco do acidente. O risco de acidente, por definição, vai estar presente em qualquer procedimento e, por isto mesmo, normas universais de biossegurança são elaboradas. Diferentemente da preferência atual pelos cuidados universais, o cirurgião em questão optou por cuidados específicos, o que é uma outra tendência, ao lançar mão de uma triagem sorológica. O resultado negativo não lhe daria a segurança desejada, pois em um período de janela imunológica a infecção existente ainda não estaria sendo revelada pela presença de anticorpos. Não haveria qualquer empecilho ético ou legal se alguns princípios estivessem resguardados, e sobre estes nos reportamos ao Parecer nº 11/92, de 14/2/92, do Conselho Federal de Medicina:

  1. O exame deve ser voluntário, após informações completas e adequadas ao paciente quanto à sua finalidade.
  2. O paciente que se recusar a ser testado não deve ter prejuízos em sua assistência em decorrência de sua decisão
  3. Os pacientes positivos deverão ter garantias de sigilo em relação ao resultado e de manutenção de todos os seus direitos em relação à assistência oferecida pela instituição, sem prejuízo na qualidade de seu atendimento.
2) Pode ser punido, sim.
Não é à toa que o novo Código de Ética Médica, contendo normas a serem observadas por todos os médicos e centrando a ética no paciente, aponta entre seus princípios fundamentais ser a medicina uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e deve ser exercida sem discriminação de qualquer natureza (art. 1º).
Ao ampliar o capítulo consagrado aos direitos humanos, o Código de Ética Médica enfatiza a proibição da discriminação de qualquer forma ou sob qualquer pretexto (art. 47).
aparente colidência dessas disposições com o contido no artigo 58 do mesmo Código de Ética. Ali se estabelece ser vedado ao médico 'deixar de atender paciente que procure seus cuidados profissionais em caso de urgência, quando não haja outro médico ou serviço médico em condições de fazê-lo'. Interpretando essa disposição isoladamente e a contrario sensu, teremos que o médico, salvo caso de urgência, pode recusar quem quiser, pelo motivo que quiser. Ou seja, do ponto de visto de deixar de prestar a cirurgia não tem suporte para punição.
Contudo, ele pode ser punido para discriminação. O médico não pode discriminar, mas também não deve tolerar discriminação por questões de religião, sexo, nacionalidade, cor, opção sexual, opinião política ou de qualquer outra natureza (art. 20 do Código de Ética).
Os direitos do médico, porque estabelecidos para evitar a contaminação da profissão com qualquer vínculo que a afaste de seus princípios fundamentais, devem ser pensados antes como poderes- deveres, como normas éticas, do que propriamente como direitos do médico. Tanto assim é que deles não pode abrir mão o profissional da medicina, sob pena de cometer grave violação de dever fundamental (art. 8º do Código de Ética).
3. Não é justificada, também.
A solicitação 'revanchista' da paciente para que o médico também lhe revelasse a sorologia para o HIV se contrapõe ao direito do médico - o mesmo de qualquer outra pessoa - à confidencialidade.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.18)

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