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1442 DE CLINICA, 2677 DE PEDIATRIA, 1260 DE CIRURGIA, 201 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 361 DE SAUDE PUBLICA
102 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 138 CASOS CLINICOS

"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    KATY 581.90 2.520 21
2.    MO 482.00 9.181 21
3.    TARGIGNIS 424.30 6.573 11

SITES RECOMENDADOS:

 

CONFIRA ALGUNS EXEMPLOS, ESCOLHIDOS PELO SISTEMA ALEATÓRIO:

OBJETIVA: (246009 votos)..........99.26% das questões objetivas receberam votos.
Em relação a situações em que há restrição ao aleitamento materno, é correto afirmar que:
A. se a mãe apresentar vesículas de varicela até dois dias após o parto, recomenda-se o afastamento do bebê até as lesões adquirirem forma de crosta
B. mães com hanseníase não devem fazer o aleitamento ao seio porque a transmissão da doença para o bebê depende do contato prolongado entre eles
C. o aleitamento ao seio está contraindicado no caso de infecção materna por herpes simples, mesmo sem lesões herpéticas ativas nos seios
D. a infecção pelo vírus da hepatite C contraindica o aleitamento ao seio pela possibilidade de contaminação via sangue materno
E. a amamentação é uma contraindicação relativa em caso de HIV materno

  RATING: 2.95

Em relação a situações em que há restrição ao aleitamento materno, é correto afirmar que:

A. se a mãe apresentar vesículas de varicela até dois dias após o parto, recomenda-se o afastamento do bebê até as lesões adquirirem forma de crosta
CORRETO: Quando a mãe apresentar vesiculas de varicela na pele cinco dias antes do parto ou até dois dias após o parto recomenda-se isolamento da mãe até que as lesões adquiram a forma de crosta; O recém-nascido deve receber Imunoglobulina Humana Antivaricela Zoster (Ighavz) que deve ser administrada até 96 horas do nascimento, aplicado o mais precocemente possível.
B. mães com hanseníase não devem fazer o aleitamento ao seio porque a transmissão da doença para o bebê depende do contato prolongado entre eles
INCORRETO : Na hanseníase por se tratar de doença cuja transmissão depende de contato prolongado da criança com a mãe sem tratamento, e considerando que a primeira dose de rifampicina é suficiente para que a mãe não seja mais bacilífera, deve-se manter a amamentação e iniciar o tratamento da mãe.
C. o aleitamento ao seio está contraindicado no caso de infecção materna por herpes simples, mesmo sem lesões herpéticas ativas nos seios
INCORRETO : Na infecção herpética quando há vesículas localizadas na pele da mama contraindica-se a amamentação nesta mama, estando liberada aquela sem lesões.
D. a infecção pelo vírus da hepatite C contraindica o aleitamento ao seio pela possibilidade de contaminação via sangue materno
INCORRETO : Na hepatite C a prevenção de fissuras mamilares em lactantes HCV positivas é importante, uma vez que não se sabe se o contato da criança com o sangue materno favorece a transmissão da doença.
E. a amamentação é uma contraindicação relativa em caso de HIV materno
INCORRETO : Vírus da imunodeficiência humana (HIV) – o risco de transmissão do vírus pelo leite materno é elevado, entre 7% e 22%, e se renova a cada exposição. A transmissão ocorre tanto por mães sintomáticas quanto assintomáticas. Por essa razão:               

  • O aleitamento materno é contra-indicado
  • Quanto mais a criança mama, maior será a chance de ela ser infectada.
  • Quando por falta de informação o aleitamento materno tiver sido iniciado, faz-se necessário orientar a mãe para suspender a amamentação o mais rapidamente possível, mesmo em mulheres em uso de terapia anti-retroviral.
  • A amamentação cruzada – aleitamento da criança por outra mulher – está formalmente contra-indicada.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)
DISCURSIVA: (17116 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Classifique o abdomen agudo pelo mecanismo etiológico.(0,25 pontos)
2) Enumeram 5 causas de abdomen agudo obstrutivo.(0,25 pontos)


RATING: 3.05

1) Classifique o abdomen agudo pelo mecanismo etiológico.(0,25 pontos)
2) Enumeram 5 causas de abdomen agudo obstrutivo.(0,25 pontos)

1) Classifique o abdomen agudo pelo mecanismo etiológico.
• Perfurativo (0,05 p)
• Infamatório (0,05 p)
• Obstrutivo (0,05 p)
• Hemorrágico (0,05 p)
• Vascular (Isquêmico) (0,05 p)
2) Enumeram 5 causas de abdomen agudo obstrutivo.
Causas:
(0,05 p cada uma, qualquer seja a combinação) - hérnia estrangulada
- fecaloma
- obstrução pilórica
- volvo
- intussuscepção
- divertículo de Meckel
- corpo estranho
- neoplasia
- doença de Crohn
- íleo paralítco
- bolo de áscaris
- aderências intestinais

FONTE:
ABDOMEN AGUDO: • Caio Augusto Bianchini D´Emilio • Fábio dos Santos Barbosa • Higor Kassouf Mantovani • Hugo Tadeu Metdieri • Luiz Felipe Franco Teodoro • Stefano Bacco Amade • Vitor Pozzi Loverso ACCESSÍVEL ONLINE

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

CASO CLINICO: (23034 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.

Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.

Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).

Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos




RATING: 3.05

1) Qual o diagnóstico?

Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)

DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.

2) Qual é o prognóstico?

Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia.  (0,1 p)

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?

  • inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
  • realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
  • Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.05)

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