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710 RECADOS DOS VISITANTES

NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
5148 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1217 DE CLINICA, 1938 DE PEDIATRIA, 1201 DE CIRURGIA, 186 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 326 DE SAUDE PUBLICA

72 QUESTÕES DISSERTATIVAS
121 CASOS CLINICOS

CUSTO DA ASSINATURA? ZERO REAIS E ZERO CENTAVOS POR MÊS!

OBJETIVA:
Lactente de seis meses com diagnóstico de tetralogia de Fallot é levado ao serviço de emergência por acentuação da cianose logo após acordar e ser alimentado. Apresenta cianose intensa acompanhada de agitação, alternando com períodos de letargia. As medidas terapêuticas indicadas, neste caso, são:
A. restrição hídrica, digoxina e captopril
B. oxigenioterapia, sedação e propanolol
C. oxigenioterapia, sedação e furosemida
D. expansão de volume, digoxina e propanolol
E. oxigenioterapia, restrição hídrica e furosemida

RECOMENDAÇÃO PARA RESUMOS: NOVAPEDIATRIA.COM.BR
DISCURSIVA:
Quais causas de alteração do estado mental representam, particularmente, risco de vida?

CASO CLINICO:
Criança de 19 meses, sexo feminino, no segundo dia de febre, progressivamente mais elevada e difícil de ceder aos antipiréticos, e tosse seca, também com agravamento progressivo.
Era previamente saudável, pais não fumadores e sem contexto de doença na família. Não frequentava creche.
Na admissão apresentava dificuldade respiratória obstrutiva alta moderada, com estridor inspiratório, objectivando-se saturação de oxigênio transcutânea (Sat O2) de 90%. Realizou aerossol com 5 ml adrenalina (1:1000) e dexametasona v. o. 0,15 mg/Kg. Ficou internada para observação. Manteve terapêutica com adrenalina em aerossol.
A dificuldade respiratória agravou-se progressivamente, com tiragem global, sudorese e necessidade crescente de oxigênio suplementar (4 l/min) para manutenção de Sat O2 > 90%. Após 12 horas de internamento, apresentava sudorese, palidez, prostração e esforço respiratório crescente. Da avaliação analítica destacava-se hemoglobina 10,7 g/dl, leucócitos 16500/μl, neutrófilos 14600/μl, linfócitos 1100/μl, plaquetas 305500/μl, e proteína C-reativa 52,4 mg/l.
1) O que indica falta da resposta á adrenalina e cortisônicos?
2) Qual é o próximo passo terapêutico imperativo?
3) Diagnostico provável com justificativas?