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NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
5813 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1276 DE CLINICA, 2513 DE PEDIATRIA, 1206 DE CIRURGIA, 201 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 339 DE SAUDE PUBLICA
98 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 135 CASOS CLINICOS


CLASSIFICAÇÃO I CONCURSO SETEMBRO 2019
VEJA A CLASSIFICAÇÃO INTEIRA AQUI
Pos. Nickname Pontuação Premio Provas
1.   LULALIVRE 308.00    300 R$  10
2.   YURIKANG 215.00      3
3.   TERRY_BUENO 113.00      5
4.   MO 109.00      5
5.   MARIA 89.00      4
6.   DAMIAN 68.00      4

"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    LULALIVRE 308.00 8.220 10
2.    MO 261.00 8.700 12
3.    YURIKANG 215.00 6.333 3

CONFIRA ALGUNS EXEMPLOS, ESCOLHIDOS PELO SISTEMA ALEATÓRIO:

OBJETIVA: (16694 votos)..........58.95% das questões objetivas receberam votos.
Sobre a tendência da mortalidade infantil no Brasil nos últimos anos, podemos afirmar, EXCETO:
A. a mortalidade infantil está em declínio há algumas décadas
B. as taxas são maiores na população rural
C. a maioria dos óbitos acontece por afecções do período perinatal e por malformações congênitas
D. a maioria dos óbitos do período neonatal acontece no componente neonatal tardio
E. no período pós-neonatal as doenças infecciosas e parasitárias são as principais causas de óbitos

  RATING: 0

Sobre a tendência da mortalidade infantil no Brasil nos últimos anos, podemos afirmar, EXCETO:

A. a mortalidade infantil está em declínio há algumas décadas
INCORRETO: A mortalidade infantil vem decaindo ao longo dos anos, principalmente devido à prevenção de infecções com vacinação, melhora do acesso a serviços de saúde, melhora das condições de vida da população, como saneamento básico, entre outros.
B. as taxas são maiores na população rural
INCORRETO : Esses serviços todos não chegaram de maneira consistente na população rural, sendo que as taxas de mortalidade infantis no meio rurais são praticamente o dobro do meio urbano.
C. a maioria dos óbitos acontece por afecções do período perinatal e por malformações congênitas
INCORRETO : A maioria dos óbitos é por afecções do período perinatal (predominando no período neonatal precoce)
D. a maioria dos óbitos do período neonatal acontece no componente neonatal tardio
CORRETO : veja a resposta da alternativa C
E. no período pós-neonatal as doenças infecciosas e parasitárias são as principais causas de óbitos
INCORRETO : A mortalidade neonatal por doenças infecciosas e parasitárias predomina no período pós-neonatal.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)
DISCURSIVA: (3833 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1. Qual a pressão arterial que define o choque no paciente pediátrico? (0,14 pontos)
2. Como identificar o choque?(0,36 pontos)

RATING: 3.05

1. Qual a pressão arterial que define o choque no paciente pediátrico? (0,14 pontos)
2. Como identificar o choque?(0,36 pontos)

1. Qual a pressão arterial que define o choque no paciente pediátrico?
O choque não é definido pela pressão arterial, nem por qualquer outro sinal vital. 0,14 p
DISCUSSÂO: O choque existe quando a demanda metabólica do paciente excede a capacidade do corpo de fornecer oxigênio e nutrientes. Isso ocorre mais comumente quando a demanda metabólica é normal ou levemente elevada, porém, o fornecimento de oxigênio e nutrientes encontra-se dramaticamente reduzido. Exemplos incluem perda sanguínea excessiva (hemorragia) ou perda excessiva de líquidos (diarreia). O estado de choque pode e freqüentemente existe na presença de uma pressão arterial 'normal'.

2. Como identificar o choque?
Pelos sinais de perfusão inadequada e compensação:
- aumento na freqüência cardíaca; 0,06 p
- extremidades frias e pálidas; 0,06 p
- tempo de reenchimento capilar retardado; 0,06 p
- pressão de pulso 'estreitada'; 0,06 p
- freqüência respiratória elevada; 0,06 p
- baixa pressão arterial - choque irreversível. 0,06 p
DISCUSSÃO:
Para identificar o choque, considera-se tanto as conseqüências de uma perfusão inadequada como os mecanismos compensatórios do paciente. As manifestações clínicas do choque são aquelas inerentes à perfusão inadequada e compensação. A perfusão inadequada do cérebro resulta em uma alteração dos níveis de consciência da criança. A perfusão inadequada dos rins resulta em uma diminuição do débito urinário.
À medida que a perfusão diminui, ocorrem mudanças compensatórias. Essas mudanças servem para melhorar o fornecimento de oxigênio e nutrientes e para direcionar o fluxo sanguíneo para os órgãos vitais. O primeiro mecanismo compensatório usualmente é um aumento na freqüência cardíaca. Visto que o débito cardíaco é igual à freqüência multiplicada pelo volume total, uma freqüência cardíaca aumentada serve para manter o débito cardíaco face ao decréscimo do volume circulante. Adicionalmente, a vasoconstrição periférica ajuda a manter o fluxo sangüíneo aos órgãos centrais e cérebro. Assim sendo, o paciente possui extremidades frias e pálidas e um tempo de reenchimento capilar retardado, esse aumento do tônus vascular também exerce efeito sobre a mensuração da pressão arterial. A pressão diastólica encontra-se levemente elevada, de modo que a diferença entre as pressões sistólica e diastólica - a pressão de pulso - é menor. Isso é denominado pressão de pulso 'estreitada'.
A fim de compensar tanto o fornecimento diminuído de oxigênio como a acidose gerada pela hipoperfusão dos tecidos periféricos, a freqüência respiratória se eleva. A pressão arterial eventualmente cai, porém, este é um achado tardio e pode significar que o estado de choque é irreversível.

FONTE:
OS CHOQUES COMO EMERGÊNCIAS

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

CASO CLINICO: (5409 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma senhora de 66 anos, hipertensa e diabética, refere palpitações e cansaço aos esforços há cerca de 3 meses. Há quase um ano vem em uso de clortalidona 25 mg/dia + lisinopril 5 mg/dia + glibenclamida 10 mg/dia, mantendo um controle adequado da pressão arterial e das glicemias (sic). Ao exame, PA = 138 x 86 mmHg, FC = 154 bpm, eupnêica, corada, hidratada, anictérica, ritmo cardíaco irregular, em 2 tempos, com sopro sistólico em ponta +2/+6 , murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios, abdome e membros inferiores sem alterações dignas de nota. Exame neurológico normal. Fundoscopia: retinopatia hipertensiva grau II. Radiografia de tórax: calcificação da aorta ascendente, área cardíaca normal. Eletrocardiograma (Foto). Ecocardiograma-Doppler: hipertrofia ventricular esquerda leve, átrio esquerdo medindo 4,5 cm, fração de ejeção estimada em 65%, Doppler mitral com sinais de déficit de relaxamento, calcificação anular mitro-aórtica com regurgitação mitral leve.

a) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico principal? (0,05 pontos)
b) Como deverá ficar a receita da paciente neste momento? (0,05 pontos)
c) Caso você optasse por reverter esse quadro. Quais seriam os passos subseqüentes? (0,2 pontos)
d) Se esta paciente apresentasse dor anginosa ou congestão pulmonar no momento desse ECG, qual seria a sua conduta? (0,2 pontos)


RATING: 3.34

a) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico principal?
Fibrilação atrial. (0,05 p)
b) Como deverá ficar a receita da paciente neste momento?
Diltiazem (ou beta-bloqueador ou verapamil) + clortalidona + glibenclamida + warfarina.(0,05 p)
c) Caso você optasse por reverter esse quadro, quais seriam os passos subseqüentes?
CONTROLE DE RITMO: reverter a fibrilação atrial, respeitando o protocolo de anticoagulação pré e pós-reversão. Pré-reversão: cumarínico por 3 semanas ou heparina por 12h (se eco-transesofágico não demonstrar trombo). Pós-reversão: cumarínico por 4 semanas. Manter antiarrítmico profilático (amiodarona em baixa dose) e a terapia antitrombótica crônica (cumarínico, pois esta paciente é de grupo de risco).(0,2 p)
d) Se esta paciente apresentasse dor anginosa ou congestão pulmonar no momento desse ECG, qual seria a sua conduta?
Cardioversão elétrica emergencial. Heparina em bolus, Choque com 100-200 J, anticoagulação pós-reversão (4 semanas de warfarin) e Terapia Antitrombótica Crônica com warfarin (pois a paciente é de grupo de risco).(0,2 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.34)

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