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103 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 138 CASOS CLINICOS

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Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    KATY 581.90 2.520 21
2.    MO 482.00 9.181 21
3.    TARGIGNIS 424.30 6.573 11

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OBJETIVA: (252254 votos)..........99.02% das questões objetivas receberam votos.
Qual das seguintes afirmações é verdadeira em relação à doença de Graves neonatal?
A. a doença de Graves neonatal ocorre em 20% dos neonatos nascidos de mães com a doença de Graves
B. o início dos sinais e sintomas pode demorar 8-9 dias
C. nenhum tratamento é necessário, pois a doença tende a ser autolimitante
D. neonatos são normalmente assintomáticos
E. a doença é causada pela passagem transplacentária do hormônio tireoidiano

  RATING: 2.97

Qual das seguintes afirmações é verdadeira em relação à doença de Graves neonatal?

A. a doença de Graves neonatal ocorre em 20% dos neonatos nascidos de mães com a doença de Graves
INCORRETO: veja a resposta da alternativa B
B. o início dos sinais e sintomas pode demorar 8-9 dias
CORRETO : O início dos sinais e sintomas pode demorar 8-9 dias. A doença de Graves neonatal ocorre em aproximadamente 2% dos neonatos nascidos de mães com hipertireoidismo causado pela doença de Graves. Pode ser severa e até mesmo potencialmente fatal se não tratada apropriadamente. Ocorre após a passagem transplacentária de anticorpos estimuladores do receptor de TSH. O tempo de início e severidade dos sintomas variam e dependem da passagem transplacentária de anticorpos bloqueadores e drogas antitireoidianas. As manifestações características da doença de Graves neonatal incluem irritabilidade, taquicardia, pouco ganho de peso, diarreia, tireomegalia e exoftalmia. O tratamento consiste em iodo ou drogas antitireoidianas, corticosteroides e propranolol. A doença de Graves neonatal normalmente se resolve espontaneamente em 3-12 semanas.
C. nenhum tratamento é necessário, pois a doença tende a ser autolimitante
INCORRETO : veja a resposta da alternativa B
D. neonatos são normalmente assintomáticos
INCORRETO : veja a resposta da alternativa B
E. a doença é causada pela passagem transplacentária do hormônio tireoidiano
INCORRETO : veja a resposta da alternativa B

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)
DISCURSIVA: (17743 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?

RATING: 3.02

A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?

A) Dificuldade respiratória de grau variável (0,05 p) resultante do colapso alveolar (0,05 p) por défice de surfatante pulmonar (0,05 p), associada, na sua grande maioria, a um shunt intrapulmonar (shunt direito-esquerdo) (0,05 p), por aumento da resistência vascular pulmonar (0,05 p).

B) Clínica: Síndrome de dificuldade respiratória moderada a grave (0,05 p) associada a cianose central, (0,05 p) desde o nascimento ou 1as horas de vida (0,05 p), com agravamento além das 6 horas (0,05 p) e, nos casos não complicados, com melhoria a partir do 3º - 4º dias. (0,05 p)

FONTE:
SÍNDROME DE DIFICULDADE RESPIRATÓRIA TIPO I OU DOENÇA DAS MEMBRANAS HIALINAS

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (23923 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.

Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.

Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).

Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos




RATING: 3.07

1) Qual o diagnóstico?

Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)

DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.

2) Qual é o prognóstico?

Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia.  (0,1 p)

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?

  • inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
  • realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
  • Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.07)

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