USUARIO
SENHA
NÃO SOU CADASTRADO
NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO

 

OBJETIVA:
A hipertrofia auricular pode ser reconhecida no ECG através de:
A. onda S de V1 + onda R de V5 ou V6 > 35mm
B. onda R de aVL + onda S de V3 maior do que 28 mm
C. infradesnivelamento do segmento ST de convexidade superior e T negativa assimétrica
D. onda P é difásica (tanto positiva quanto negativa) em V1
E. onda S maior do que a onda R em V1

RECOMENDAÇÃO PARA RESUMOS: NOVAPEDIATRIA.COM.BR
DISCURSIVA:
Como se estabelece o diagnóstico de sifilis congênita?

CASO CLINICO:

Você recebe no seu plantão noturno uma criança de 4 anos, M, parda, com historia de oito dias de febre, apatia e recusa da alimentação.

Na hora do atendimento, criança com prostração, febre 38.9ºC, exantema petequial disseminado praticamente corpo inteiro, Glasgow 15, eupneico (FR 28/min), PA 96/58 mmHg, frequência cardiaca 120/min. Abdomen globoso (ascite?), figado palpável á 2 cm abaixo da borda costal direita, baço á 3 cm borda costal esquerda. Edemas ++/++++ nos dois pés. Edema palpebral e facial leve. Linfonodos cervicais e inguinas palpáveis. Tempo de enchimento capilar 2 segundos.

Feita hemograma na urgência: hemácias 3,94 mil/mmc; hematocrito 34%, leucocitos 2630/mmc, bastões 7%, neutrofilos 43%, plaquetas 73.000/mmc. PCR 185. TGO = 125; TGP = 102; LDH = 1959;

Foram solicitados testes rápidos: dengue negativo, zika e chikungunya negativo, sifilis negativo, leptospirose negativo.

Conversando com a mãe, a mesma relata que, na região aonde mora há uma colónia de capívaras.

Pergunta-se:

1) Qual a hipótese diagnóstica? (0,1 pontos)

2) Qual é o agente etiológico? (0,1 pontos)

3) Qual o exame especifico para confirmar a moléstia suspeitada? (0,1 pontos)

4) Qual o tratamento especifico neste caso? (0,1 pontos)

5) Quais são as complicações desta doença? (0,1 pontos)