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NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
5813 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1276 DE CLINICA, 2513 DE PEDIATRIA, 1206 DE CIRURGIA, 201 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 339 DE SAUDE PUBLICA
98 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 135 CASOS CLINICOS


CLASSIFICAÇÃO I CONCURSO SETEMBRO 2019
VEJA A CLASSIFICAÇÃO INTEIRA AQUI
Pos. Nickname Pontuação Premio Provas
1.   LULALIVRE 308.00    300 R$  10
2.   YURIKANG 215.00      3
3.   TERRY_BUENO 113.00      5
4.   MO 109.00      5
5.   MARIA 89.00      4
6.   DAMIAN 68.00      4

"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    LULALIVRE 308.00 8.220 10
2.    MO 261.00 8.700 12
3.    YURIKANG 215.00 6.333 3

CONFIRA ALGUNS EXEMPLOS, ESCOLHIDOS PELO SISTEMA ALEATÓRIO:

OBJETIVA: (16689 votos)..........58.95% das questões objetivas receberam votos.
O modelo da história natural das doenças (HND) é um esquema concebido em função do grau de conhecimento da história natural de cada doença, definindo três níveis de prevenção: primária, secundária e terciária. A cada um deles correspondem medidas preventivas, visando o controle individual ou coletivo da doença. Considerando sua aplicação para a AIDS é CORRETO afirmar que:
A. o tratamento específico e o uso de preservativos são consideradas as principais medidas de prevenção primária disponíveis
B. as medidas aplicáveis a profissionais do sexo e usuários de drogas devem ser consideradas como de prevenção secundária, face ao alto grau de infecção nesses grupos
C. a baixa adesão dos doentes ao tratamento com anti-retrovirais inviabiliza essa medida como estratégia de prevenção primária
D. são consideradas medidas de prevenção secundária o acompanhamento de portadores de AIDS em ambulatório geral ou o tratamento em serviço especializado
E. ações educativas visando ampliar o conhecimento em relação aos mecanismos de transmissão da AIDS e formas de evitar o contágio, para o público geral, não são consideradas de prevenção primária

  RATING: 4

O modelo da história natural das doenças (HND) é um esquema concebido em função do grau de conhecimento da história natural de cada doença, definindo três níveis de prevenção: primária, secundária e terciária. A cada um deles correspondem medidas preventivas, visando o controle individual ou coletivo da doença. Considerando sua aplicação para a AIDS é CORRETO afirmar que:

A. o tratamento específico e o uso de preservativos são consideradas as principais medidas de prevenção primária disponíveis
INCORRETO: A prevenção primária caracteriza-se por medidas aplicadas em fase anterior ao início biológico da doença, ou seja, à manutenção da saúde, ou prevenção da ocorrência da fase patológica.
B. as medidas aplicáveis a profissionais do sexo e usuários de drogas devem ser consideradas como de prevenção secundária, face ao alto grau de infecção nesses grupos
INCORRETO : veja a resposta da alternativa D
C. a baixa adesão dos doentes ao tratamento com anti-retrovirais inviabiliza essa medida como estratégia de prevenção primária
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
D. são consideradas medidas de prevenção secundária o acompanhamento de portadores de AIDS em ambulatório geral ou o tratamento em serviço especializado
CORRETO : A prevenção secundária são recomendações para o período patológico, enquanto a doença está progredindo, seja em fase sub-clínica, seja em fase aparente. E o acompanhamento dos portadores de AIDS em ambulatório geral ou o tratamento em serviço especializado são as consideradas medidas de prevenção secundária.
E. ações educativas visando ampliar o conhecimento em relação aos mecanismos de transmissão da AIDS e formas de evitar o contágio, para o público geral, não são consideradas de prevenção primária
INCORRETO : No caso da aids, as ações educativas visando ampliar o conhecimento em relação aos mecanismos de transmissão da doença e formas de evitar o contágio, para o público geral, e o uso de preservativos são as principais medidas de prevenção primária disponíveis.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (4)
DISCURSIVA: (3829 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)

RATING: 3

Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)

1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados.
- A icterícia obstrutiva é caracterizada pelo predomínio da elevação da bilirrubina direta, semelhante à icterícia colestática intra-hepática. (0,05 p)
- Diferencia-se das icterícias hepatocelulares pela ausência de elevação ou elevação em níveis menores das aminotransferases (TGO e TGP). (0,05 p)
- Apresenta por outro lado elevação das enzimas canaliculares, fosfatase alcalina e gama glutamil-transferase. (0,05 p)
- Na icterícia obstrutiva, ocorre prolongamento do tempo de atividade da protrombina o qual normaliza-se com reposição de vitamina K por não existir doença parenquimatosa. (0,05 p)
- Na história clínica, alguns sintomas e sinais podem sugerir icterícia obstrutiva: dor no abdome superior, principalmente no hipocôndrio direito, febre, prurido e colúria, podendo existir na dependência da causa a presença de massa ou vesícula biliar palpáveis. (0,05 p)
- Os métodos de imagem permitem a diferenciação entre icterícia obstrutiva e colestase intra-hepática ao identificar o calibre das vias biliares, a causa e o local de uma obstrução. (0,05 p)
- Os métodos de imagem atualmente disponíveis e utilizados para a investigação são os seguintes: ultrassonografia, endossonografia, colangiografia transparieto hepática percutânea, colângio-pancreatografia endoscópica retrógrada, colangioressonância nuclear magnética, tomografia computadorizada. (0,05 p)

2) Cuidados a serem tomados no período per-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal.
- Perdas volêmicas devem ser identificadas e repostas evitando-se que o paciente desenvolva hipotensão e insuficiência renal sobretudo no período per-operatório. (0,015 p)
- O controle da eficácia de reposição é realizado através da mensuração do volume urinário. (0,015 p)
- Distúrbios da coagulação devem ser investigados realizando-se hemograma com contagem de plaquetas o qual permite a identificação de indícios de infecção e distúrbio da coagulação. (0,015 p)
- Deve ser realizada a aferição do tempo de protrombina e de tromboplastina parcial ativada. (0,015 p)
- Em pacientes eletivos com tempo de protrombina alargado, deve-se repor vitamina K por 3 dias. (0,015 p)
- Em situações de urgência ou quando houver falta de resposta à vitamina K, deverá ser reposto plasma fresco e ocasionalmente crioprecipitado. (0,015 p)
- É importante também manter correto equilíbrio eletrolítico, principalmente do sódio e do potássio. (0,015 p)
- Devem ser avaliados e corrigidos os níveis de escórias nitrogenadas através de reposição hídrica ou de medidas de suporte à função renal. (0,015 p)
- Pacientes sem infecção deverão receber antibioticoprofilaxia e os portadores de colangite deverão receber antibioticoterapia. (0,015 p)
- Evitar o uso de drogas anestésicas hepatotóxicas e manutenção de estabilidade hemodinâmica no período intraoperatório. (0,015 p)

FONTE:
< href="/2009.html">REVALIDAÇÃO DE DIPLOMA DE MEDICO 2009 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO - CUIABÁ

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (5409 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente F, 2 anos e 10 meses de idade, é trazida no setor de pronto-atendimento de pediatria com febre 39,6°C e relato de 'dor de cabeça' na região frontal, sem nenhum outro sinal localizatorio. No acolhimento, FR 36/min, FC 122/min, sinusal sem sopros, sonolenta, inapetente e chorosa. Palidez +/++++. TEC 3-4 segundos. Evacuações normais, sem diarreia. No exame clinico respiratório e cardiovascular normal. Sem sinais meníngeos e sem petéquias. Faringe com leve eritema, sem sinais flogísticos. Mãe diz que a criança recusa a comida faz 48 horas, só aceita leite e 'toma pouco'. Sem vômitos até agora. Observa-se, porém anisocoria afetando o olho esquerdo que não responde a luz. Outro olho normal. Questionada, a mãe declara que a criança já está em acompanhamento com oftalmologista porque, com 2 anos de idade, teve um 'herpes' no olho, mas que o mesmo deu alta, considerando que a criança está enxergando 'normal'. Nega contato com pombos ou gatos de estimação. Tem somente um Callopsyta que fica na gaiola

1) Qual é o protocolo á seguir neste caso? 0,3 pontos
2) Qual é a infecção bacteriana que mais ocorre em caso de febre sem sinais localizatorios? 0,1 pontos
3) Quais seriam os principais fatores de risco para meningococemia oculta neste caso? 0,1 pontos


RATING: 2.92

1) Qual é o protocolo á seguir neste caso?

Febre é uma das causas mais comuns de consulta em pediatria. 25% de todas as consultas de emergência se devem à febre. Na maioria dos casos, após a avaliação inicial, é possível identificar a causa. Nas crianças menores de 36 meses, em 20% dos casos, essa identificação não é possível. Febre sem sinais localizatórios FSSL - definição: Febre com menos de uma semana de duração, que após história clínica e exame físico cuidadosos não tem a sua causa estabelecida.

O protocolo para essa faixa etária seria primeiramente de avaliação clinica minuciosa, avaliar se existem ou não sintomas de toxemia - neste caso, como há sonolência e mau estado geral seria melhor considerar que há um grau de toxemia, especialmente porque a criança está numa faixa etária de risco (0-36 meses), o tempo de enchimento capilar é de 3-4 segundos.

  • Internação 0,1 p
  • Exames laboratoriais: hemograma, hematocrito, urina I, urocultura LCR e Rx de torax.0,1 p
  • Começar antibioticoterapia empirica. 0,1 p

2) Qual é a infecção bacteriana que mais ocorre na febre sem sinais localizatorios?
Infecção urinária oculta é a infecção bacteriana mais comum como causa de FSSL. 0,1 p

3) Quais são, neste caso, os fatores de risco para a doença meningococica oculta?
Meningite oculta: a bacteremia oculta por meningococo é bem mais rara do que por pneumococo. A faixa etária abaixo de 24 meses é a mais acometida pela doença meningocócica. 25 a 50% dos pacientes com doença meningocócica haviam sido liberados após avaliação inicial. 82% dos pacientes liberados têm menos de 36 meses de idade. 0,1 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.92)

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