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NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
5813 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1276 DE CLINICA, 2513 DE PEDIATRIA, 1206 DE CIRURGIA, 201 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 339 DE SAUDE PUBLICA
98 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 135 CASOS CLINICOS


CLASSIFICAÇÃO I CONCURSO SETEMBRO 2019
VEJA A CLASSIFICAÇÃO INTEIRA AQUI
Pos. Nickname Pontuação Premio Provas
1.   LULALIVRE 308.00    300 R$  10
2.   YURIKANG 215.00      3
3.   TERRY_BUENO 113.00      5
4.   MO 109.00      5
5.   MARIA 89.00      4
6.   DAMIAN 68.00      4

"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    LULALIVRE 308.00 8.220 10
2.    MO 261.00 8.700 12
3.    YURIKANG 215.00 6.333 3

CONFIRA ALGUNS EXEMPLOS, ESCOLHIDOS PELO SISTEMA ALEATÓRIO:

OBJETIVA: (16710 votos)..........58.95% das questões objetivas receberam votos.
No acidente botrópico grave temos os seguintes tipos de lesão:
A. edema local endurado intenso e extenso, podendo atingir todo o membro picado
B. paralisia motora e parestesia do inteiro membro picado
C. tetania do segmento picado associada com dor lancinante
D. palidez intensa, extremidade fria e cianótica
E. formigamento e purirdo intenso com bolhas hemorragicas e aumento da temperatura local

  RATING: 3

No acidente botrópico grave temos os seguintes tipos de lesão:

A. edema local endurado intenso e extenso, podendo atingir todo o membro picado
INCORRETO: Com base nas manifestações clínicas e visando orientar a terapêutica a ser empregada, os acidentes botrópicos são classificados em:

a) Leve: forma mais comum do envenenamento, caracterizada por dor e edema local pouco intenso ou ausente, manifestações hemorrágicas discretas ou ausentes, com ou sem alteração do Tempo de Coagulação. Os acidentes causados por filhotes de Bothrops (< 40 cm de comprimento) podem apresentar como único elemento de diagnóstico alteração do tempo de coagulação.
b) Moderado: caracterizado por dor e edema evidente que ultrapassa o segmento anatômico picado, acompanhados ou não de alterações hemorrágicas locais ou sistêmicas como gengivorragia, epistaxe e hermatúria.
c) Grave: caracterizado por edema local endurado intenso e extenso, podendo atingir todo o membro picado, geralmente acompanhado de dor intensa e, eventualmente com presença de bolhas. Em decorrência do edema, podem aparecer sinais de isquemia local devido à compressão dos feixes vásculo-nervosos.

B. paralisia motora e parestesia do inteiro membro picado
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
C. tetania do segmento picado associada com dor lancinante
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
D. palidez intensa, extremidade fria e cianótica
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
E. formigamento e purirdo intenso com bolhas hemorragicas e aumento da temperatura local
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)
DISCURSIVA: (3837 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
O diagnóstico diferencial da diarreia que persiste por mais de 2 semanas (diarreia crônica) varia de acordo com a idade do paciente. Apontem as causas mais frequentes para cada faixa etária (lactente, criança pequena, escolar e adolescente). (0,5 pontos)

RATING: 3.03

O diagnóstico diferencial da diarreia que persiste por mais de 2 semanas (diarreia crônica) varia de acordo com a idade do paciente. Apontem as causas mais frequentes para cada faixa etária (lactente, criança pequena, escolar e adolescente). (0,5 pontos)

A diarréia crônica em lactentes pode ser:
- pós-infecciosa (0,03125 p)
- resultado de intolerância a proteínas ou desnutrição(0,03125 p)
- subseqüente a distúrbios metabólicos como fibrose cística ou defeitos enzimáticos ou de transporte (0,03125 p)
- secundária a anomalias anatômicas como síndrome do intestino curto ou atrofia congênita das microvilosidades (0,03125 p)

Em crianças maiores:
- a intolerância a proteínas (0,03125 p)
- diarreia pós-infecciosa (0,03125 p)
- giardíase (0,03125 p)
- espru celíaco (0,03125 p)
- deficiência de sucrase-isomaltase (0,03125 p)
- enterocolite de Hirschsprung (0,03125 p)
Em crianças de idade escolar e em adolescentes, deve-se considerar:
- giardíase (0,03125 p)
- doença celíaca (0,03125 p)
- intolerância à lactose (0,03125 p)
- cólon irritável (0,03125 p)
- doença intestinal inflamatória. (0,03125 p)
Adolescentes com diarréia crônica devem ser questionados sobre:
- uso/abuso de laxantes (possível anorexia/bulimia).(0,03125 p)

FONTE:
Seven M Selbst, Kate Cronan - Segredos em emergência pediatrica

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.03)

CASO CLINICO: (5421 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Criança HYJ, etnia asiática, F, 6 anos e 2 meses, 24 kg, previamente hígida, inicia no dia de 12 de abril desconforto abdominal, fraqueza e anorexia, febre 38,3°C. Os pais procuraram a UPA aonde foi feito um diagnostico de 'virose' medicada com Paracetamol 1 gota por quilo de peso e sais orias de hidratação e o quadro clinico teve um período de remissão, mas depois de 3 dias de tratamento houve nova piora gradual do vômito e da inapetência. Os pais levaram a criança desta vez para um consultório, aonde foi feito um exame clinico geral e foram solicitados alguns exames. Dia seguinte á essa consulta, antes mesmo de fazer a coleta, a criança apresentou escléras amareladas e recomeçou vômitos – teve um mal estar com 'desmaio' e em seguida, apresentou 'movimentos descontrolados da cabeça e da mão'. Neste momento eles levaram a criança de novo na UPA aonde foi solicitada a internação.
Na entrada no hospital a criança se apresentava com cor amarelada das escleras, choro inconsolável, incapacidade de responder coerentemente ás perguntas, desatenção e sonolência o que levou a mãe afirmar que a criança dela 'não é assim', que mudou muito o comportamento nos últimos dias. Reflexos neurológicos normais. Respiratório e cardiovascular normal. Abdome difusamente doloroso, fígado palpável a aproximadamente 2 cm do rebordo costal direito, de superfície lisa e bordos finos. Foi solicitada a consulta com neurologista por suspeita de encefalite e foi mantida em observação. Solicitados hemograma (normal), exame de licor (normal), bilirrubinas (BT: , enzimas hepáticas (aspartato transaminase (AST) = 1377 UI/l; alanina transaminase (ALT) = 1717 UI/l; bilirrubina total=15,1 mg/dl com predomínio da forma direta - 13,1 mg/dl). Urina com bilirrubinuria e fezes normais com exame de parasitas negativo.>br>
1) Frente á esse quadro qual é o exame de laboratório que não foi solicitado e tem que ser pedido em seguida? (0,125 pontos)
2) Qual o grau de encefalopatia apresentada pela criança no momento da internação (0,125 pontos)
3) O que pode ter piorado o quadro clinico desde a primeira apresentação na UPA? (0,125 pontos)
4) Qual a principal suspeita diagnóstica? (0,125 pontos)




RATING: 2.95

1) Frente á esse quadro qual é o exame de laboratório que não foi solicitado e tem que ser pedido em seguida? (0,125 pontos)
O INR!!! Estamos na frente duma alta suspeita de encefalopatia com hepatopatia. INR >2 deve ser sempre um sinal de alarme: Vitamina K deve ser administrada e INR repetido em 6 horas. Na auseência de melhora, o pediatra deve contatar especialista/ centro de referência em transplante para que o paciente seja precocemente encaminhado e admitido em local que possa receber suporte adequado.
2) Qual o grau de encefalopatia apresentada pela criança no momento da internação (0,125 pontos)


Provavelmente uma encefalopatia grau I (conforme a tabela, há mudança de comportamento com reflexos normais).
3) O que pode ter piorado o quadro clinico desde a primeira apresentação na UPA? (0,125 pontos)
Observa-se que a criança recebeu tanto na UPA quanto para tratamento domiciliar o acetaminofeno - um 'inimigo' do figado - mesmo que a dose está correta, se algum outro fator causou a hepatopatia, o paracetamol com certeza contribuiu na piora do quadro.
4) Qual a principal suspeita diagnóstica? (0,125 pontos)
Insuficiência hepática aguda é classicamente definida (definição da década de 70) pela evolução para encefalopatia em menos de 8 semanas, e ausência de doença hepática crônica. Em pediatria, muitas vezes difícil definir encefalopatia (sobretudo em crianças menores, que podem apresentar apenas irritabilidade). É um evento raro, mas com alta letalidade. Em geral mesmo grandes centros, transplantam em média 5-8 casos por insuficiencia hepática aguda por ano. O correto é que esses centros recebam e manejem essas crianças, ainda que na evolução elas não vão à transplante. Letalidade chega a ultrapassar 1/3 dos casos. História natural é dificil de ser discutida. Crianças são listadas para transplante e se tornam prioridade em nível nacional.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.95)

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