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NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
5813 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1276 DE CLINICA, 2513 DE PEDIATRIA, 1206 DE CIRURGIA, 201 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 339 DE SAUDE PUBLICA
98 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 135 CASOS CLINICOS


CLASSIFICAÇÃO I CONCURSO SETEMBRO 2019
VEJA A CLASSIFICAÇÃO INTEIRA AQUI
Pos. Nickname Pontuação Premio Provas
1.   LULALIVRE 308.00    300 R$  10
2.   YURIKANG 215.00      3
3.   TERRY_BUENO 113.00      5
4.   MO 109.00      5
5.   MARIA 89.00      4
6.   DAMIAN 68.00      4

"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    LULALIVRE 308.00 8.220 10
2.    MO 261.00 8.700 12
3.    YURIKANG 215.00 6.333 3

CONFIRA ALGUNS EXEMPLOS, ESCOLHIDOS PELO SISTEMA ALEATÓRIO:

OBJETIVA: (16710 votos)..........58.95% das questões objetivas receberam votos.
B.D.S.M., sexo feminino, 5 anos, previamente hígida, com carteira de vacinação completa (de acordo com Programa Nacional de Imunizações -PNI), mãe diagnosticada com epilepsia desde os sete anos de idade, procedente da cidade de São Paulo. Deu entrada em pronto atendimento infantil com história de febre, náuseas, vômitos (três episódios) e dor no corpo de inicio na manhã do dia da admissão. Ainda no mesmo dia à tarde, criança evoluiu com manchas arroxeadas pelo corpo (membro superior direito e terço superior de tórax). Ao exame clínico encontrava-se em regular estado geral, desidratada, corada, acianótica, anictérica, febril (38,6 °C), eupneica, prostrada, hipoativa, taquicárdica, com pressão arterial de 100 x 60 mmHg e tempo de enchimento capilar aumentado; exame neurológico sem sinais de irritação meníngea, pupilas isocóricas e fotorreagentes, consciente, orientada e vígil. Apresentava ainda sufusões hemorrágicas em mão direita, demais aparelhos sem alterações. Diante deste quadro, a hipótese diagnostica mais provável seria:
A. purpura anafilactoide Henoch-Schönlein
B. síndrome de Stevens-Johnson
C. dengue hemorragico gravidade D
D. meningococcemia e choque séptico
E. doença de Kawasaki

  RATING: 0

B.D.S.M., sexo feminino, 5 anos, previamente hígida, com carteira de vacinação completa (de acordo com Programa Nacional de Imunizações -PNI), mãe diagnosticada com epilepsia desde os sete anos de idade, procedente da cidade de São Paulo. Deu entrada em pronto atendimento infantil com história de febre, náuseas, vômitos (três episódios) e dor no corpo de inicio na manhã do dia da admissão. Ainda no mesmo dia à tarde, criança evoluiu com manchas arroxeadas pelo corpo (membro superior direito e terço superior de tórax). Ao exame clínico encontrava-se em regular estado geral, desidratada, corada, acianótica, anictérica, febril (38,6 °C), eupneica, prostrada, hipoativa, taquicárdica, com pressão arterial de 100 x 60 mmHg e tempo de enchimento capilar aumentado; exame neurológico sem sinais de irritação meníngea, pupilas isocóricas e fotorreagentes, consciente, orientada e vígil. Apresentava ainda sufusões hemorrágicas em mão direita, demais aparelhos sem alterações. Diante deste quadro, a hipótese diagnostica mais provável seria:

A. purpura anafilactoide Henoch-Schönlein
INCORRETO: veja a resposta da alternativa D
B. síndrome de Stevens-Johnson
INCORRETO : veja a resposta da alternativa D
C. dengue hemorragico gravidade D
INCORRETO : veja a resposta da alternativa D
D. meningococcemia e choque séptico
CORRETO : Sem duvida, um qudro clinico como esse não pode ser confundido ocm outra patologia além de meningococemia grave, com choque septico iminente. A internação na UTI, reposição volumica e antibioticoterapia empirica e. v. é mandatoria.
E. doença de Kawasaki
INCORRETO : veja a resposta da alternativa D

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)
DISCURSIVA: (3837 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
O resultado da gasometria abaixo é compatível com que quadro clínico? Justifique.

(A) Um paciente diabético em coma hiperglicêmico
(B) Paciente com overdose de barbitúricos

pH: 7,0
[HCO3‐]real: 29,5 mEql/l
pCO2: 80 mmHg
[HCO3‐]standard: 24 mEql/l
BE.: ‐1

RATING: 2.97

O resultado da gasometria abaixo é compatível com que quadro clínico? Justifique.

(A) Um paciente diabético em coma hiperglicêmico
(B) Paciente com overdose de barbitúricos

pH: 7,0
[HCO3‐]real: 29,5 mEql/l
pCO2: 80 mmHg
[HCO3‐]standard: 24 mEql/l
BE.: ‐1

ETAPA I: é acidose ou alcalose? E acidose (o pH e 7,0 < 7,44)

ETAPA II: é respiratoria ou metabolica?

Vamos considerar o CO2 versus o HCO3. Quém é mais 'modificado'? Com certeza, o CO2, ou seja, temos uma ACIDOSE RESPIRATORIA.

ETAPA III: É uma acidose respiratória AGUDA ou CRÔNICA?

Vamos ver, então, pACO2 subiu com 38 mm Hg, enquanto o pH caiu com 0,44.  Ou seja, para cada mm Hg de CO2 o pH caiu com 0,01. Ou seja, é um disturbio crônico, o organismo teve tempo de copmpensar esta acidemia com aumento de HCO3

Causas mais frequentes de acidose respiratoria:

Causa mai frequente: HIPOVENTILAÇÃO

Depressão SNC (opiodes - inibem o centru respíratorio, com bradipneia, retenção CO2)
Pneumotorax (a respiração não pode ser eficiente por causa do colapso)
Doenças pulmonares (pneumonia muito extensa)
Doenças musculo-esqueleticas:

Cifoescoliose - normalmente cronica
Guillain Barré - normalmente aguda
Miasthenia gravis - cronica tambem

FONTE:
http://www.misodor.com/DISTURACIDBAS.html

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (5421 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente F, 2 anos e 10 meses de idade, é trazida no setor de pronto-atendimento de pediatria com febre 39,6°C e relato de 'dor de cabeça' na região frontal, sem nenhum outro sinal localizatorio. No acolhimento, FR 36/min, FC 122/min, sinusal sem sopros, sonolenta, inapetente e chorosa. Palidez +/++++. TEC 3-4 segundos. Evacuações normais, sem diarreia. No exame clinico respiratório e cardiovascular normal. Sem sinais meníngeos e sem petéquias. Faringe com leve eritema, sem sinais flogísticos. Mãe diz que a criança recusa a comida faz 48 horas, só aceita leite e 'toma pouco'. Sem vômitos até agora. Observa-se, porém anisocoria afetando o olho esquerdo que não responde a luz. Outro olho normal. Questionada, a mãe declara que a criança já está em acompanhamento com oftalmologista porque, com 2 anos de idade, teve um 'herpes' no olho, mas que o mesmo deu alta, considerando que a criança está enxergando 'normal'. Nega contato com pombos ou gatos de estimação. Tem somente um Callopsyta que fica na gaiola

1) Qual é o protocolo á seguir neste caso? 0,3 pontos
2) Qual é a infecção bacteriana que mais ocorre em caso de febre sem sinais localizatorios? 0,1 pontos
3) Quais seriam os principais fatores de risco para meningococemia oculta neste caso? 0,1 pontos


RATING: 2.92

1) Qual é o protocolo á seguir neste caso?

Febre é uma das causas mais comuns de consulta em pediatria. 25% de todas as consultas de emergência se devem à febre. Na maioria dos casos, após a avaliação inicial, é possível identificar a causa. Nas crianças menores de 36 meses, em 20% dos casos, essa identificação não é possível. Febre sem sinais localizatórios FSSL - definição: Febre com menos de uma semana de duração, que após história clínica e exame físico cuidadosos não tem a sua causa estabelecida.

O protocolo para essa faixa etária seria primeiramente de avaliação clinica minuciosa, avaliar se existem ou não sintomas de toxemia - neste caso, como há sonolência e mau estado geral seria melhor considerar que há um grau de toxemia, especialmente porque a criança está numa faixa etária de risco (0-36 meses), o tempo de enchimento capilar é de 3-4 segundos.

  • Internação 0,1 p
  • Exames laboratoriais: hemograma, hematocrito, urina I, urocultura LCR e Rx de torax.0,1 p
  • Começar antibioticoterapia empirica. 0,1 p

2) Qual é a infecção bacteriana que mais ocorre na febre sem sinais localizatorios?
Infecção urinária oculta é a infecção bacteriana mais comum como causa de FSSL. 0,1 p

3) Quais são, neste caso, os fatores de risco para a doença meningococica oculta?
Meningite oculta: a bacteremia oculta por meningococo é bem mais rara do que por pneumococo. A faixa etária abaixo de 24 meses é a mais acometida pela doença meningocócica. 25 a 50% dos pacientes com doença meningocócica haviam sido liberados após avaliação inicial. 82% dos pacientes liberados têm menos de 36 meses de idade. 0,1 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.92)

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