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93 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 133 CASOS CLINICOS

 

 

 

 


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Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    TARGIGNIS 137.00 7.829 7
2.    ROSA MARIA 127.00 7.257 7
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OBJETIVA:
Um paciente de 48 anos, masculino, morador e natural do Rio de Janeiro, refere disfagia para sólidos e emagrecimento há cerca de 3 anos. Ele descreve a disfagia como uma sensação de ”entalamento” ao nível da região baixa do tórax, que alivia subitamente quando toma uma grande quantidade de líquido. O exame endoscópico foi normal. Qual o provável diagnóstico?
A. Doença do refluxo gastro esofágico
B. Acalásia idiopática
C. Espasmo esofageano difuso
D. Carcinoma epidermóide de esôfago
E. Síndrome de Plummer Vinson

Um paciente de 48 anos, masculino, morador e natural do Rio de Janeiro, refere disfagia para sólidos e emagrecimento há cerca de 3 anos. Ele descreve a disfagia como uma sensação de ”entalamento” ao nível da região baixa do tórax, que alivia subitamente quando toma uma grande quantidade de líquido. O exame endoscópico foi normal. Qual o provável diagnóstico?

A. Doença do refluxo gastro esofágico
INCORRETO: veja a resposta da alternativa B
B. Acalásia idiopática
CORRETO : Temos um paciente de meia idade com disfagia. Primeiramente, através da anamnese, podemos saber qual o tipo de disfagia. A “disfagia de transferência” refere-se ao engasgo, causada basicamente por desordens neuro-musculares da faringe e língua. O paciente engasga alimentos líquidos e sólidos, principalmente os líquidos. Este não é o caso de nosso paciente. O segundo tipo é a “disfagia de condução”, referindo-se à “sensação de entalamento” do bolo alimentar. É o caso de nosso doente... Esta disfagia é causada quase sempre por uma doença esofágica, sendo pior para alimentos sólidos. Por sua vez, a disfagia de condução (que também podemos chamar de “disfagia esofágica”) é subdividida em: (1) esofagopatias motoras e (2) esofagopatias estruturais. Esta é uma outra diferenciação semiológica importante... As esofagopatias motoras são sempre benignas e se caracterizam por uma longa história de disfagia, que pode ser de curso intermitente. As esofagopatias estruturais são progressivas e constantes. Entre as motoras, destacam-se os divertículos esofágicos e a acalásia. Entre as estruturais, destacam-se a estenose péptica e o câncer de esôfago. A disfagia do câncer esofágico é típica: acomete basicamente pacientes acima de 40 anos e possui um curso rápido (poucos meses) e associado a emagrecimento acentuado, desproporcional á disfagia. Não parece ser o caso da questão. Qual é o diagnóstico então??
Este caso se encaixa perfeitamente na acalásia, um distúrbio motor do esôfago marcado pela perda do relaxamento fisiológico do esfíncter esofageano inferior (EEI). O paciente geralmente é de meia idade ou idoso e apresenta uma longa história de disfagia para sólidos, caracterizada por “entalamento” do bolo alimentar ao nível torácico baixo (próximo ao EEI), geralmente intermitente nas fases iniciais e constante nas fases mais avançadas. A sensação de entalamento é aliviada tipicamente pela ingestão de uma grande quantidade de líquido. O emagrecimento pode estar presente, porém, ao contrário do câncer, é de instalação bastante lenta e paulatina. Quando um paciente com acalásia evolui para CA de esôfago (acalásia é fator de risco para carcinoma epidermóide de esôfago), o quadro clínico sofre uma piora abrupta, com disfagia de evolução rápida e emagrecimento bem mais pronunciado. Em nosso meio existem duas formas etiológicas de acalásia: acalásia idiopática e acalásia chagásica (esofagopatia chagásica). Como o paciente não é de área endêmica, a principal hipótese é de acalásia idiopática. O diagnóstico exige esofagomanometria e o estadiamento precisa de um esofagograma baritado. O tratamento definitivo pode ser endoscópico (dilatação) ou cirúrgico (cardio-miectomia esofágica de Heller). O prefixo “cardio” aqui refere-se ao cárdia (junção esôfago-gástrica).

C. Espasmo esofageano difuso
INCORRETO : veja a resposta da alternativa B
D. Carcinoma epidermóide de esôfago
INCORRETO : veja a resposta da alternativa B
E. Síndrome de Plummer Vinson
INCORRETO : veja a resposta da alternativa B

Gabarito:  B

DISCURSIVA:
Mecanismos balanceados são necessários para manter a síntese de Hb e, dessa forma, manter o éritron capaz de responder em harmonia, dentro dos limites de resposta adequada a uma variedade de situações fisiológicas e patológicas, em que o objetivo maior é o fornecimento adequado de O2 a órgãos e sistemas.
Enumeram os fatores estimuladores e inibidores da eritropoese.

Mecanismos balanceados são necessários para manter a síntese de Hb e, dessa forma, manter o éritron capaz de responder em harmonia, dentro dos limites de resposta adequada a uma variedade de situações fisiológicas e patológicas, em que o objetivo maior é o fornecimento adequado de O2 a órgãos e sistemas.
Enumeram os fatores estimuladores e inibidores da eritropoese.

1) Fatores estimuladores

- Eritropoetina (0,03 p)
- Vitamina B12 (Cianocobalamina) (0,03 p)
- Folatos (0,03 p)
- Hormônios andrógenos e tireoidianos - Hormônio masculino: (justifica homens ter maior número de Hm) (0,03 p)
- Hipóxia (0,03 p)
- infecções (0,03 p)
- alergias (0,03 p)
- parasitoses (0,03 p)
- Perdas sanguíneas e deficiência de ferro (0,03 p)
- antígenos estranhos como vírus: LT, LB, NK (0,03 p)
- infecções (0,03 p)
- inflamações (0,03 p)

2) Fatores inibidores:

- delta-interferon (0,03 p)
- fator de necrose tumoral (0,03 p)
- fatores transformadores do crescimento (beta-TG)(0,03 p)

FONTE:
SITE MISODOR - SERIE VERMELHA

CASO CLINICO:
Você está atendendo um recém-nascido, na sala de parto, que nasceu com 35 semanas por via vaginal. O paciente está aparentemente normal, sem apresentar malformações congênitas e não há histórico de outros achados patológicos ou de sofrimento fetal no pré-natal e liquido amniótico limpo, sem mecônio. O RN se apresenta com choro fraco, tônus flácido dos membros e leve cianose das extremidades. Pesa 2800 g e a FC é de 87 batimentos por minuto.
1) Qual é a sequência de atendimento desse RN? (0,14 pontos)
2) Como vai ser feito o clampeamento do cordão umbilical? (0,06 pontos)
3) Qual é o escore Apgar dessa criança?(0,06 pontos)
4) Necessita essa criança de intubação imediata? Justifique. (0,24 pontos)


1) Qual é a sequência de atendimento desse RN?

  1. prover calor (0,02 p)
  2. posicionar a cabeça em leve extensão (0,02 p)
  3. aspirar boca e narinas (se necessário) (0,02 p)
  4. secar (0,02 p)
  5. ventilar com pressão positiva nos primeiros 60 segundos após o nascimento (0,02 p) e acompanhar a FC pelo monitor cardíaco (0,02 p) e a saturação de oxigênio (SatO2) pelo oxímetro de pulso. (0,02 p)
DISCUSSÃO:INDICATIVO DE REANIMAÇÃO: Diante da resposta “não” a pelo menos uma das três perguntas iniciais:
  1. gestação a termo? NÃO SIGNIFICA: diferente do termo (34 0/7 -  36 6/7 semanas - pré-termo tardios ou ≥42 0/7 semanas - pós-termo)
  2. respiração ou choro presente? NÃO não iniciam movimentos respiratórios regulares
  3. tônus muscular em flexão? NÃO SIGNIFICA: o tônus muscular está flácido

FC for <100 bpm

  • um profissional de saúde inicia a ventilação com pressão positiva (VPP)
  • o outro fixa os três eletrodos do monitor cardíaco e o sensor do oxímetro (colocar um eletrodo em cada braço próximo ao ombro e o terceiro eletrodo na face anterior da coxa; envolver a região do braço/perna que está com o eletrodo em bandagem elástica)

RN não apresenta movimentos respiratórios regulares

2) Como vai ser feito o clampeamento do cordão umbilical?
O clampeamento umbilical se faz de imediato para um RN com necessidade de reanimação.(0,06 p)
3) Qual é o escore Apgar dessa criança?
O escore Apgar será 4.(0,06 p)
DISCUSSÂO: a criança está com choro (respiração) fraca (+1) e movimentos fracos (irritabilidade) (+1), tonus flácido (0 pontos) a FC é abaixo de 100/minuto (+1) e há leve cianose das extremidades (+1);

4) Não necessita de intubação imediata. (0,04 p)
DISCUSSÂO: As indicações de ventilação através de cânula traqueal em sala de parto incluem:
  • ventilação com máscara facial não efetiva (após a correção de possíveis problemas técnicos, a FC permanece <100 bpm); (0,05 p)
  • ventilação com máscara facial prolongada o paciente não retoma a respiração espontânea (0,05 p)
  • aplicação de massagem cardíaca (não é o caso, a criança está com 87 bpm, acíma de 60). (0,05 p)
  • pacientes portadores de hérnia diafragmática que necessitam de VPP (intubação traqueal e a inserção imediata de sonda gástrica) (0,05 p)

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