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1449 DE CLINICA, 2689 DE PEDIATRIA, 1260 DE CIRURGIA, 201 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 361 DE SAUDE PUBLICA
103 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 138 CASOS CLINICOS

"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    KATY 581.90 2.520 21
2.    MO 482.00 9.181 21
3.    TARGIGNIS 424.30 6.573 11

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CONFIRA ALGUNS EXEMPLOS, ESCOLHIDOS PELO SISTEMA ALEATÓRIO:

OBJETIVA: (252227 votos)..........99.02% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 52 anos de idade, obesa, apresenta episódios de dor epigástrica e em hipocôndrio direito, em cólica, referida para o ombro direito, nos últimos três meses. Em um desses episódios notou ter ficado ictérica, com regressão após alguns dias. Submeteu-se à ultra-sonografia de abdômen, que diagnosticou a presença de múltiplos cálculos em vesícula biliar e colédoco de 11 mm. A conduta frente ao caso consiste em:
A. colecistectomia convencional, colangiografia intraoperatória e coledocotomia para a retirada do cálculo e drenagem da via biliar com dreno de Kehr
B. CPRE com papilotomia endoscópica e colecistectomia
C. colecistectomia por via laparoscópica, colangiografia intraoperatória, coledocotomia para a retirada do cálculo e drenagem da via biliar transcística
D. solicitar colangio-ressonância
E. solicitar TC helicoidal

  RATING: 2.77

Uma mulher de 52 anos de idade, obesa, apresenta episódios de dor epigástrica e em hipocôndrio direito, em cólica, referida para o ombro direito, nos últimos três meses. Em um desses episódios notou ter ficado ictérica, com regressão após alguns dias. Submeteu-se à ultra-sonografia de abdômen, que diagnosticou a presença de múltiplos cálculos em vesícula biliar e colédoco de 11 mm. A conduta frente ao caso consiste em:

A. colecistectomia convencional, colangiografia intraoperatória e coledocotomia para a retirada do cálculo e drenagem da via biliar com dreno de Kehr
INCORRETO: veja a resposta da alternativa B
B. CPRE com papilotomia endoscópica e colecistectomia
CORRETO : Com base em nosso comentário acima concluímos que a paciente é portadora de litíase biliar, fato confirmado pela ultra-sonografia (USG) que demonstrou múltiplos cálculos em vesícula biliar. Na história da paciente há relato de icterícia. Qual a nossa conclusão então? Ela é (ou foi) portadora de coledocolitíase. A USG confirma que ela é portadora, pois demonstra dilatação do colédoco (> 5 mm). Quando o enunciado nos dá ou nos sugere o diagnóstico de coledocolitíase, a seqüência de abordagem deve ser CPRE com papilotomia endoscópica (tratamento da litíase do colédoco) seguida de colecistectomia (retirada da “fonte” de cálculos para o colédoco).
C. colecistectomia por via laparoscópica, colangiografia intraoperatória, coledocotomia para a retirada do cálculo e drenagem da via biliar transcística
INCORRETO : veja a resposta da alternativa B
D. solicitar colangio-ressonância
INCORRETO : veja a resposta da alternativa B
E. solicitar TC helicoidal
INCORRETO : veja a resposta da alternativa B

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.77)
DISCURSIVA: (17740 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram quatro dos mais importantes fatores fisiopatológicos que contribuem para a apneia em crianças pequenas.

RATING: 2.85

Enumeram quatro dos mais importantes fatores fisiopatológicos que contribuem para a apneia em crianças pequenas.

a) Estímulo hipóxico - No recém-nascido, a hipoxia resulta em um breve aumento da freqüência respiratória seguido de uma depressão do esforço respiratório e apneia. Hipoxemia leve durante o sono pode causar respiração periódica ou apneia e hipoxemia durante o sono podem não causar despertar (0,125 p)
b) Efeitos da alimentação - Dificuldade na coordenação entre sugar e respirar pode causar hipoxemia. A presença de um reflexo laringoquimico acentuado pode ocasionar apneia e bradicardia caso ocorra regurgitação enquanto a criança encontra-se hipóxica.(0,125 p)
c) Anormalidades metabólicas - Pode ocorrer apneia em recém-nascidos e crianças pequenas como resultado de hipoglicemia ou anemia.(0,125 p)
d) Fatores mecânicos - Devido à caixa torácica complacente e à fatigabilidade do músculo diafragmático, tentativas de aumentar a ventilação por minuto por meio de aumento no volume corrente pode aumentar o trabalho respiratório. Assim,acriança em sofrimento respiratório é mais suscetível à insuficiência respiratória.

FONTE:
Steven M, Selbst; Kate Cronan - SEGREDOS EM EMERGÊNCIA PEDIATRICA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.85)

CASO CLINICO: (23918 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Identificação – K.G.R.A, feminino, 4 anos de idade, residente no Município A, Bairro Nova América.

História da Doença Atual – Foi atendida na unidade básica do Programa de Saúde da Família no dia 21/12/2005, com história de dois dias de febre, recusa alimentar, hipoatividade e tosse esporádica. A mãe relata que hoje observou manchas vermelhas pelo corpo da criança. Nega vômito, diarréia ou outros sinais e sintomas.

Exame Físico Geral - Regular estado geral, hidratado, acianótico, eupnéico,anictérico e temperatura axilar de 39°C. Pele: exantema do tipo morbiliforme mais evidente em face etronco. Orofaringe: hiperemiada. Otoscopia: sem alterações. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios. Ausculta cardiovascular: rítmo cardiaco regular, bulhas em dois tempos, normofonéticas, sem sopro. Abdome: normotenso, indolor, sem visceromegalias, ruídos hidro-aéreos presentes e normais. Neurológico: sem alterações.

Perguntas

1. Quais são as hipóteses diagnósticas que você faria para este caso? (0,2 p)

2. Diagnóstico diferencial de síndrome febril aguda com exantema.(0,2 p)

3. Há alguma informação adicional da história clínica que você considera relevante e que não foi obtida? Se sim, diga qual (quais). (0,1 p)


RATING: 3.07

Resposta 1:

a) Escarlatina, parvovirose, sarampo, dengue, enteroviroses e outras viroses (Mayaro, Oropouche)    (0,1 p)
b) Farmacodermia (0,1 p)

Resposta 2:  (0,2 p)

Rubéola: quadro clínico habitualmente sem pródromos nas crianças, sintomas leves em adultos e associado com linfadenopatia retroauricular e/ou cervical e/ou occipital. O exantema é róseo, excepcionalmente confluente e sem descamação. Adolescentes e adultos freqüentemente apre­sentam artralgias.

Escarlatina: pródromos de 1 a 2 dias, com febre e mal-estar. Exantema eritematoso, puntiforme com palidez perioral e linhas nas dobras de flexão. Descamação in­tensa nas palmas das mãos e plantas dos pés.

Dengue: início súbito, febre por 2 a 5 dias, astenia, cefaléia, mialgia e artralgia intensas. Exantema maculo-papular a partir do tronco, espalhando-se para o rosto e membros.

Eritema infeccioso: pródromos com febre, cefaléia, mialgia por 5 a 7 dias. Exantema inicialmente na face (aparência de face esbofeteada), que se espalha após 1 a 4 dias para o tronco. Por uma ou duas semanas o exantema pode ter intensidade variável, exacerbado pela exposição solar.

Exantema súbito: pródromo com febre alta por 3 a 4 dias, irritabilidade, que desaparecem após a instalação do exantema (maculopapular) de curta duração. Não há descamação.

Enteroviroses: pródromos com febre por 3 a 4 dias (exceto para coxsackie) com exantema variável, geralmente discreto, e adenopatia. Lactentes podem apresentar distúrbios gastrointestinais.


Resposta 3:

Não foi buscado o uso pregresso de medicamentos. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.07)

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