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1235 DE CLINICA, 2241 DE PEDIATRIA, 1204 DE CIRURGIA, 191 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 338 DE SAUDE PUBLICA
93 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 133 CASOS CLINICOS

 

 

 

 


LIDERES DAS PROVAS - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO COMPLETA AQUI:
Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    TARGIGNIS 137.00 7.829 7
2.    ROSA MARIA 127.00 7.257 7
3.    ANGELINA 119.00 6.800 7
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OBJETIVA:
A máscara laríngea é composta por um tubo equipado com uma máscara oval e uma borda inflável e tem uma excelente aplicabilidade para vários procedimentos cirúrgicos eletivos. No meio da máscara, aonde o tubo, na verdade, desemboca, tem algumas fendas verticais. Essas fendas servem:
A. para aumentar a compliância da mascara para diversos diâmetros do laringe
B. para reduzir a pressão sobre os tecidos respiratorios inferiores
C. para garantir um selo hermético, protegendo, assim, as vias aéreas contra a regurgitação gástrica
D. para impedir a queda da ponta da epiglote
E. não há fendas nas máscaras laringofaríngeas

A máscara laríngea é composta por um tubo equipado com uma máscara oval e uma borda inflável e tem uma excelente aplicabilidade para vários procedimentos cirúrgicos eletivos. No meio da máscara, aonde o tubo, na verdade, desemboca, tem algumas fendas verticais. Essas fendas servem:

A. para aumentar a compliância da mascara para diversos diâmetros do laringe
INCORRETO: veja a resposta da alternativa D
B. para reduzir a pressão sobre os tecidos respiratorios inferiores
INCORRETO : veja a resposta da alternativa D
C. para garantir um selo hermético, protegendo, assim, as vias aéreas contra a regurgitação gástrica
INCORRETO : veja a resposta da alternativa D
D. para impedir a queda da ponta da epiglote
CORRETO : Há fendas verticais no meio da máscara, aonde o tubo, na verdade, desemboca. Essas fendas impedem que a ponta da epiglote volte a cair e bloqueie o lúmen do tubo.
E. não há fendas nas máscaras laringofaríngeas
INCORRETO : veja a resposta da alternativa D

Gabarito:  D

DISCURSIVA:
Em relação ao câncer de esôfago responda as questões abaixo de maneira completa, explicando detalhadamente o que se pede:
1) Qual a melhor proposta cirúrgica para um tumor estadio II A? - 0,3 pontos
2) Qual a principal indicação da prótese endoscópica no tumor avançado - 0,2 pontos?

Em relação ao câncer de esôfago responda as questões abaixo de maneira completa, explicando detalhadamente o que se pede:
1) Qual a melhor proposta cirúrgica para um tumor estadio II A? - 0,3 pontos
2) Qual a principal indicação da prótese endoscópica no tumor avançado - 0,2 pontos?

1) Qual a melhor proposta cirúrgica para um tumor estadio II A?
- A esofagectomia transtorácica ainda e a preferida pela maioria dos cirurgiões porque permite uma completa ressecção da massa tumoral e tecido adjacente assim como uma dissecção perfeita dos gânglios linfáticos, permitindo um estadiamento completo do tumor. (0,1 p)
- Laparotomia seguida de toracotomia direta é reservada para aqueles casos do terço inferior do esôfago. (0,1 p)
- Esofagectomia até o esôfago cervical, incisão acrescida no pescoço (terceira incisão) para conseguir a anastomose para tumores localizados na porção média ou alta do esôfago. (0,1 p)
DISCUSSÃO:
O câncer no estádio II A invade a muscular própria e ate a adventícia, sem entretanto apresentar metástase para linfonodos ou metástase a distância.
Os cirurgiões concordam que neste estádio, devido a possibilidade de cura ser grande com a realização de uma resseção chamada RO (retirada macroscópica e microscópica do tumor). Em qualquer caso esta indicado um procedimento de drenagem gástrica (piloroplastia).

2) Qual a principal indicação da prótese endoscópica no tumor avançado?
O uso da prótese é restrita aos pacientes considerados irressecáveis. (0,2 p)
DISCUSSÃO: O objetivo é fazer uma ponte para ultrapassar a obstrução do esôfago, permitindo uma permeabilidade da luz para trânsito de saliva e alimentos.
Apesar da melhora da deglutição com o uso da prótese, a ingestão deve ser restrita a alimentos compatíveis com a passagem através da prótese e, portanto, a paliação não é ideal. Entretanto é de indicação precisa nas fístula esofagobrônquicas, pois permite a sua oclusão, evitando com isto a penetração continuada de alimentos e saliva na árvore respiratória com tosse freqüente e infecção de repetição.
Esta contra indicada sua colocação em tumores cervicais, pois a este nível interfere na deglutição, e a colocação em tumores da transição esofagogástrica deve ser restringida em virtude de refluxo gastroesofágico importante.

FONTE:
TRATADO DE SABISTON

CASO CLINICO:
Uma paciente do sexo masculino, de 56 anos, sexualmente ativo, hipertenso, em uso de hidroclorotiazida 25mg/dia, captopril 50mg a cada 12h e metildopa 250mg a cada 12h, apresenta fadiga, dor no corpo e febre baixa há 2 semanas, tornando-se ictérico há 2 dias. Sua urina encontra-se “cor de chá preto” e suas fezes estão mais claras. Procurou atendimento médico, quando foram solicitados exames de laboratório: Hemograma normal (leucócitos = 8.400/mm3, sem desvio para esquerda), ALT (TGP) = 1340 U/L, ALT (TGO) = 1120 U/L, fosfatase alcalina = 123 U/L, gama-GT = 210 U/L, bilirrubina total = 15mg/dL (direta = 10mg/dL), albumina = 3,8g/dL, INR = 1,3, bioquímica normal. O médico então formulou a hipótese de hepatite, porém precisou pedir mais exames para saber a etiologia da hepatite (viral x medicamentosa x outra causa). Sobre o caso em questão, pergunta-se :
a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada? (0,13 pontos)
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda? (0,14 pontos)
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda? (0,1 pontos)
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada? (0,13 pontos)


a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,03 p);
Anti-HBs - Anti-HAV IgM - (0,04 p);
Anti-HAV IgG + (0,03 p);
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM - (0,04 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda?
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,04 p);
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada?
Anti-HAV IgM + (0,03 p);
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs + (0,03 p);

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