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NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
5813 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1276 DE CLINICA, 2513 DE PEDIATRIA, 1206 DE CIRURGIA, 201 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 339 DE SAUDE PUBLICA
98 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 135 CASOS CLINICOS


CLASSIFICAÇÃO I CONCURSO SETEMBRO 2019
VEJA A CLASSIFICAÇÃO INTEIRA AQUI
Pos. Nickname Pontuação Premio Provas
1.   LULALIVRE 308.00    300 R$  10
2.   YURIKANG 215.00      3
3.   TERRY_BUENO 113.00      5
4.   MO 109.00      5
5.   MARIA 89.00      4
6.   DAMIAN 68.00      4

"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    LULALIVRE 308.00 8.220 10
2.    MO 261.00 8.700 12
3.    YURIKANG 215.00 6.333 3

CONFIRA ALGUNS EXEMPLOS, ESCOLHIDOS PELO SISTEMA ALEATÓRIO:

OBJETIVA: (16698 votos)..........58.95% das questões objetivas receberam votos.
NÃO pode ser considerada contra-indicação e/ou precaução verdadeira da vacina DPT:
A. história familiar de um evento adverso após administração de vacina DPT
B. encefalopatia dentro de 7 dias após a administração de uma dose de vacina DPT
C. temperatura > ou = a 40,5º C nas 48 horas após vacina DPT e não atribuível a outra causa
D. convulsões dentro de 3 dias após administração de uma dose de vacina DPT
E. síndrome de Guillain-Barré dentro de 6 semanas após uma dose de vacina DPT

  RATING: 3.75

NÃO pode ser considerada contra-indicação e/ou precaução verdadeira da vacina DPT:

A. história familiar de um evento adverso após administração de vacina DPT
CORRETO: Muita atenção ao responder essa questão; ela não pede apenas as contra-indicações, mas também as PRECAUÇÕES. A presença de história familiar de reações adversas a DPT não tem qualquer influência na decisão de se vacinar um paciente com a tríplice bacteriana.
B. encefalopatia dentro de 7 dias após a administração de uma dose de vacina DPT
INCORRETO : A presença de encefalopatia até o sétimo dia após dose anterior da DPT é considerada uma contra-indicação formal à revacinação, sendo indicado nesses casos a revacinação com a DT.
C. temperatura > ou = a 40,5º C nas 48 horas após vacina DPT e não atribuível a outra causa
INCORRETO : à presença de febre acima de 39,5ºC ou episódio de choro inconsolável por mais de três horas, até 48 horas após dose anterior - neste caso, está indicada a manutenção da vacinação com a DPT, tomando-se o cuidado de oferecer um analgésico-antitérmico 30 minutos antes da administração das próximas doses.
D. convulsões dentro de 3 dias após administração de uma dose de vacina DPT
INCORRETO : Na presença de crise convulsiva até 72 horas após uma dose ou episódio hipotônico-hiporresponsivo até 48 horas, está indicada a vacina acelular para a revacinação.
E. síndrome de Guillain-Barré dentro de 6 semanas após uma dose de vacina DPT
INCORRETO : A possibilidade de Guillain Barre até seis semanas após uma dose de DPT, embora rara, deve ser considerada como contra-indicação à revacinação. Diferentemente das precauções e contra-indicações anteriores, nas quais o componente pertussis da vacina é responsabilizado pelos eventos adversos, a síndrome de Guillain Barre pode estar associada ao componente tetânico e assim, qualquer revacinação deverá ser evitada.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.75)
DISCURSIVA: (3835 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?

RATING: 3.19

A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?

A) Dificuldade respiratória de grau variável (0,05 p) resultante do colapso alveolar (0,05 p) por défice de surfatante pulmonar (0,05 p), associada, na sua grande maioria, a um shunt intrapulmonar (shunt direito-esquerdo) (0,05 p), por aumento da resistência vascular pulmonar (0,05 p).

B) Clínica: Síndrome de dificuldade respiratória moderada a grave (0,05 p) associada a cianose central, (0,05 p) desde o nascimento ou 1as horas de vida (0,05 p), com agravamento além das 6 horas (0,05 p) e, nos casos não complicados, com melhoria a partir do 3º - 4º dias. (0,05 p)

FONTE:
SÍNDROME DE DIFICULDADE RESPIRATÓRIA TIPO I OU DOENÇA DAS MEMBRANAS HIALINAS

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.19)

CASO CLINICO: (5413 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
M.M.S., 4 anos e 2 meses, sexo feminino, parda, natural e procedente da Bahia.

Queixa Principal:“Dor no peito e na barriga há 12 dias.” Mãe relata que há 12 dias a criança apresentou quadro álgico mais intenso em região para-esternal de tórax do que em abdome. Esta dor era intensa,  intermitente, sem irradiação e não cedia com o uso de dipirona (20 gts). Há 10 dias, passou a apresentar febre, não aferida, quase diária. Há 8 dias, passou a apresentar tosse produtiva, com expectoração amarelada.  

Revisão de Sistemas: Astenia, tosse produtiva, dor torácica e abdominal. Eliminações fisiológicas.

Antecedentes Fisiológicos:

Mãe: GII PII (NII ) A0 . Pré-natal – 5 consultas. Nega intercorrências durante a gestação. Parto hospitalar, a termo. Chorou ao nascer. Peso: 2600g. Apgar: ?   Comprimento: ?   Perímetro cefálico: ?  Nega intercorrências neonatais. Leite materno exclusivo até 2 meses de vida.  DNPM adequado.

Antecedentes Patológicos:

  3 internações prévias por crises álgicas e pneumonia.

  1 hemotransfusão. Nega alergias/intolerâncias.

  Calendário vacinal em dia.

Antecedentes Familiares:

Mãe (21 a), relata anemia ferropriva.  

Pai (46 a), hígido, tabagista e etilista leve. Não reside com a criança. Irmão falecido aos 2 anos por anemia falciforme. Prima: anemia falciforme.


Ectoscopia: BEG, hipocorada (2+/4), anictérica, acianótica, hidratada, afebril, ativa e reativa, consciente, orientada, emagrecida. Peso:15 Kg.
Oroscopia: dentes em bom estado de conservação, sem hiperemia.  Pele, mucosas e fâneros: sem alterações.  Gânglios: impalpáveis.  ACV: RCR 2T BNF s/ sopros. FC: 119 bpm  AP: MV rude, roncos e sibilos difusos. FR: 28 ipm  ABD: plano, normotenso, RHA presentes e normais, indolor à palpação, fígado à 2 cm do RCD e baço à 3 cm do RCE.  Ext: perfundidas e sem edema.

PERGUNTAS:

1) Qual é a suspeita diagnóstica? Justifique. (0,2 p)

2) Qual é a mais provável etiologia da infecção pulmonar, em relação com a doença de base, nesta faixa etária?  (0,1 p)

3) Qual é a atitude terapêutica frente a essa criança? (0,2 p)


RATING: 3.03

1) SUSPEITA DIAGNÓSTICA: A) ANEMIA FALCIFORME - Justificativa: antecedentes familiares, astenia, dor toracica, outras 3 internações prévias por crises álgicas e pneumonia. fígado à 2 cm do RCD e baço à 3 cm do RCE. (0,1 p) B) PNEUMONIA  febre, não aferida, quase diária. Há 8 dias, passou a apresentar tosse produtiva, com expectoração amarelada.  (0,1 p) 2) ETIOLOGIA DA INFECÇÃO PULMONAR: Como conseqüência da asplenia, haverá uma maior notadamente o Haemophilus influenzae tipo b (Hib) e o pneumococo10,11. O risco de infecção por este último em crianças com anemia falciforme menores de 5 anos é aproximadamente 30 a 100 vezes maior que em crianças saudáveis (0,1 p) 3) TRATAMENTO: Ampicilina sulbactam 500mg EV 6/6 - Novalgina 0,6 ml EV 6/6h intercalado com nimesulida - Nimesulida gts VO 12/12 hs - Prednisona 15mg VO 1x/dia. - NBZ  SF 0,9% - 3 ml +   Berotec 6 gts (0,2 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)

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