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NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
6219 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1442 DE CLINICA, 2677 DE PEDIATRIA, 1260 DE CIRURGIA, 201 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 361 DE SAUDE PUBLICA
102 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 138 CASOS CLINICOS

"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    KATY 581.90 2.520 21
2.    MO 482.00 9.181 21
3.    TARGIGNIS 424.30 6.573 11

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CONFIRA ALGUNS EXEMPLOS, ESCOLHIDOS PELO SISTEMA ALEATÓRIO:

OBJETIVA: (246281 votos)..........99.26% das questões objetivas receberam votos.
Em relação à asma, é correto afirmar que:
A. mesmo em pacientes com asma mal controlada durante décadas não se encontram alterações histológicas permanentes nas vias aéreas
B. embora corticoesteróides sejam úteis no seu tratamento não se define como uma doença inflamatória das vias aéreas
C. a raça e a condição socioeconômica não têm relação com a gravidade da doença
D. apesar do progresso da terapêutica e do conhecimento da sua fisiopatologia a prevalência e taxa de mortalidade têm aumentado nas últimas décadas
E. a sua prevalência tem se mantido estável e a queda da taxa de mortalidade tem uma relação nítida com a introdução de corticoesteróide inalatório ao arsenal terapêutico.

  RATING: 3.05

Em relação à asma, é correto afirmar que:

A. mesmo em pacientes com asma mal controlada durante décadas não se encontram alterações histológicas permanentes nas vias aéreas
INCORRETO: Durante longo tempo, a asma foi considerada uma doença obstrutiva reversível, pois a maioria dos pacientes consegue reversão completa dos parâmetros anormais da espirometria, como, por exemplo, o VEF1. No entanto, muitos asmáticos, crianças e adultos, demonstram obstrução residual, que é encontrada inclusive em assintomáticos. As alterações brônquicas estruturais decorrentes do remodelamento das vias aéreas, são as responsáveis pela obstrução persistente, hiper-responsividade brônquica (HRB) e acelerado declínio na função pulmonar.
B. embora corticoesteróides sejam úteis no seu tratamento não se define como uma doença inflamatória das vias aéreas
INCORRETO : o asma e, primariamente uma doença inflamatória, com inflamação permanente
C. a raça e a condição socioeconômica não têm relação com a gravidade da doença
CORRETO : não tem mesmo
D. apesar do progresso da terapêutica e do conhecimento da sua fisiopatologia a prevalência e taxa de mortalidade têm aumentado nas últimas décadas
INCORRETO : O asma é a única doença crônica tratável que vem aumentando em prevalência e em internações - contudo, a mortalidade abaixou
E. a sua prevalência tem se mantido estável e a queda da taxa de mortalidade tem uma relação nítida com a introdução de corticoesteróide inalatório ao arsenal terapêutico.
INCORRETO : apesar de ser uma doença tratavel, a prevalência dela aumentou, no mesmo tempo, a mortalidade não tem nada a ver com a utilização dos corticóides

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)
DISCURSIVA: (17148 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A evolução da gripe (influenza) geralmente tem resolução espontânea em sete dias, embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas semanas. Alguns casos podem evoluir com complicações e no exame fisico são presentes alterações sugestivas para agravamento. Indiquem esses sinais de agravamento para uma criança abaixo de 2 anos.

RATING: 3.09

A evolução da gripe (influenza) geralmente tem resolução espontânea em sete dias, embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas semanas. Alguns casos podem evoluir com complicações e no exame fisico são presentes alterações sugestivas para agravamento. Indiquem esses sinais de agravamento para uma criança abaixo de 2 anos.

Sinais de Agravamento (piora do estado clínico):
1) Aparecimento de dispneia ou taquipneia (frequência respiratória igual ou acima de 20 incursões por minuto) ou hipoxemia – (SpO2 < 95%). (0,05 p)
2) Persistência ou aumento da febre por mais de três dias ou retorno após 48 horas de período afebril (pode indicar pneumonite primária pelo vírus influenza ou secundária a uma infecção bacteriana). (0,05 p)
3) Alteração do sensório (confusão mental, sonolência, letargia). (0,05 p)
4) Hipotensão arterial (sistólica abaixo de 90 mmHg e/ou diastólica abaixo de 60 mmHg). (0,05 p)
5) Diurese abaixo de 400 ml em 24 horas. (0,05 p)
6) Exacerbação dos sintomas gastrointestinais em crianças. (0,05 p)
7) Desidratação. (0,05 p)
8) Exacerbação de doença preexistente (doença pulmonar obstrutiva crônica – Dpoc, cardiopatia ou outras doenças com repercussão sistêmica). (0,05 p)
9) Miosite comprovada por creatinofosfoquinase – CPK (≥ 2 a 3 vezes). (0,05 p)
10) Elevação da creatinina sérica acima de 2,0 mg/dL. (0,05 p)

FONTE:
UNASUS - CURSOS GRATUITOS - INFLUENZA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.09)

CASO CLINICO: (23090 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Bióloga, professora universitária, 47 anos, hipertensa, tabagista inveterada (cerca de 2 maços por dia), apresenta quadro de insuficiência coronária, com indicação para cirurgia de revascularização do miocárdio; procura cirurgião especializado, de sua confiança e de seu círculo social.
O cirurgião, conhecedor do fato de que o marido da professora apresenta comportamento de risco (portador do vírus da imunodeficiência humana [HIV] por possível bissexualidade?), exige a realização do teste de HIV como pré-condição para operá-la. A paciente informa ter realizado o exame há 10 meses, com resultado negativo.
O cirurgião insiste na feitura de novo exame. A paciente se nega a realizá-lo e o médico se nega a operá-la.
Por interferência da Diretoria Clínica do hospital a doente acaba concordando em realizar o teste, cujo resultado vem a ser negativo.
O cirurgião, então, a procura e decide marcar a intervenção cirúrgica.
A paciente, porém, pergunta ao cirurgião: 'Qual o motivo para exigir o teste HIV?' Responde o cirurgião: 'Porque durante o ato cirúrgico eu poderia, por acidente, me ferir e correr o risco de ser infectado'. 'Nesse caso,' diz a paciente,'desejo também conhecer o resultado do seu teste, pois o senhor também pode, na mesma situação, em cirurgia extracorpórea, me contaminar'.
PERGUNTA-SE:
1) É errada a atitude do medico? Justifiquem! (0,2 p)
2) O Conselho Regional de Medicina pode punir o medico? Conforme qual princípio? (0,2 p)
3) É justificado o pedido da paciente que o medico fizesse, também, o exame? (0,1 p)


RATING: 3.16

1) É errada, sim.
O risco de transmissão ocupacional do HIV, embora exista, é extremamente baixo.
No caso, há um equívoco de natureza ética que se expressa na mensagem para a paciente. A mensagem é nitidamente de cunho persecutório e discriminador: há uma ameaça de excluí-la do necessário ato cirúrgico com base em discriminação que coloca a soropositividade como definidora do risco do acidente. O risco de acidente, por definição, vai estar presente em qualquer procedimento e, por isto mesmo, normas universais de biossegurança são elaboradas. Diferentemente da preferência atual pelos cuidados universais, o cirurgião em questão optou por cuidados específicos, o que é uma outra tendência, ao lançar mão de uma triagem sorológica. O resultado negativo não lhe daria a segurança desejada, pois em um período de janela imunológica a infecção existente ainda não estaria sendo revelada pela presença de anticorpos. Não haveria qualquer empecilho ético ou legal se alguns princípios estivessem resguardados, e sobre estes nos reportamos ao Parecer nº 11/92, de 14/2/92, do Conselho Federal de Medicina:

  1. O exame deve ser voluntário, após informações completas e adequadas ao paciente quanto à sua finalidade.
  2. O paciente que se recusar a ser testado não deve ter prejuízos em sua assistência em decorrência de sua decisão
  3. Os pacientes positivos deverão ter garantias de sigilo em relação ao resultado e de manutenção de todos os seus direitos em relação à assistência oferecida pela instituição, sem prejuízo na qualidade de seu atendimento.
2) Pode ser punido, sim.
Não é à toa que o novo Código de Ética Médica, contendo normas a serem observadas por todos os médicos e centrando a ética no paciente, aponta entre seus princípios fundamentais ser a medicina uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e deve ser exercida sem discriminação de qualquer natureza (art. 1º).
Ao ampliar o capítulo consagrado aos direitos humanos, o Código de Ética Médica enfatiza a proibição da discriminação de qualquer forma ou sob qualquer pretexto (art. 47).
aparente colidência dessas disposições com o contido no artigo 58 do mesmo Código de Ética. Ali se estabelece ser vedado ao médico 'deixar de atender paciente que procure seus cuidados profissionais em caso de urgência, quando não haja outro médico ou serviço médico em condições de fazê-lo'. Interpretando essa disposição isoladamente e a contrario sensu, teremos que o médico, salvo caso de urgência, pode recusar quem quiser, pelo motivo que quiser. Ou seja, do ponto de visto de deixar de prestar a cirurgia não tem suporte para punição.
Contudo, ele pode ser punido para discriminação. O médico não pode discriminar, mas também não deve tolerar discriminação por questões de religião, sexo, nacionalidade, cor, opção sexual, opinião política ou de qualquer outra natureza (art. 20 do Código de Ética).
Os direitos do médico, porque estabelecidos para evitar a contaminação da profissão com qualquer vínculo que a afaste de seus princípios fundamentais, devem ser pensados antes como poderes- deveres, como normas éticas, do que propriamente como direitos do médico. Tanto assim é que deles não pode abrir mão o profissional da medicina, sob pena de cometer grave violação de dever fundamental (art. 8º do Código de Ética).
3. Não é justificada, também.
A solicitação 'revanchista' da paciente para que o médico também lhe revelasse a sorologia para o HIV se contrapõe ao direito do médico - o mesmo de qualquer outra pessoa - à confidencialidade.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.16)

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