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1235 DE CLINICA, 2241 DE PEDIATRIA, 1204 DE CIRURGIA, 191 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 338 DE SAUDE PUBLICA
93 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 133 CASOS CLINICOS

 

 

 

 


LIDERES DAS PROVAS - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO COMPLETA AQUI:
Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    TARGIGNIS 137.00 7.829 7
2.    ROSA MARIA 127.00 7.257 7
3.    ANGELINA 119.00 6.800 7
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OBJETIVA:
Uma menina de três anos de idade, raça negra, é atendida com quadro de vômitos pós-alimentares e tosse. Relata dor abdominal intermitente. Está afebril, desnutrida de primeiro grau e descorada. A ausculta pulmonar revela roncos e sibilos disseminados. O RX de tórax mostra infiltrado difuso na base esquerda e ápice direito. Hemograma com 9,5 g/dl de hemoglobina e 26 de hematócrito, VCM de 68, Leucograma com 8.000 leucócitos (2% bastonetes, 60% segmentados, 10% eosinófilos, 28% linfócitos). O quadro pulmonar é sugestivo de:
A. asma brônquica
B. pneumonia linfócitaria
C. síndrome da pneumonia afebril
D. broncopneumonia de evolução atípica pela desnutrição
E. síndrome de Löeffler

Uma menina de três anos de idade, raça negra, é atendida com quadro de vômitos pós-alimentares e tosse. Relata dor abdominal intermitente. Está afebril, desnutrida de primeiro grau e descorada. A ausculta pulmonar revela roncos e sibilos disseminados. O RX de tórax mostra infiltrado difuso na base esquerda e ápice direito. Hemograma com 9,5 g/dl de hemoglobina e 26 de hematócrito, VCM de 68, Leucograma com 8.000 leucócitos (2% bastonetes, 60% segmentados, 10% eosinófilos, 28% linfócitos). O quadro pulmonar é sugestivo de:

A. asma brônquica
INCORRETO: veja a resposta da alternativa E
B. pneumonia linfócitaria
INCORRETO : veja a resposta da alternativa E
C. síndrome da pneumonia afebril
INCORRETO : veja a resposta da alternativa E
D. broncopneumonia de evolução atípica pela desnutrição
INCORRETO : veja a resposta da alternativa E
E. síndrome de Löeffler
CORRETO : A questão descreve uma síndrome de Löeffler (pneumonia com eosinofilos). Os vômitos, a dor abdominal e a anemia sugerem verminose. A anemia é microcítica, possivelmente ferropriva. A simples carência alimentar de ferro não costuma causar anemia nessa idade, a não ser que um fator adjuvante esteja associado (ancilostomíase). o hemograma revela uma discreta eosinofilia que reforça o diagnóstico.

Gabarito:  E

DISCURSIVA:
Enumeram os principais pontos da estrategia de prevençao da esquistossomiase (0,5 pontos)

Enumeram os principais pontos da estrategia de prevençao da esquistossomiase (0,5 pontos)

A esquistossomose é, fundamentalmente, uma doença resultante da ausência ou precariedade de saneamento básico.

I) Controle dos Portadores

Identificação dos portadores de S. mansoni, por meio de inquéritos coproscópicos a cada dois anos, deve fazer parte da programação de trabalho das secretarias municipais de saúde das áreas endêmicas. (0,05 p)

Quimioterapia específica dos portadores, visando reduzir a carga parasitária e impedir o aparecimento de formas graves. (0,05 p)

Para o diagnóstico e tratamento dos portadores faz-se necessária a participação das equipes do Programa Saúde da Família (PSF), que devem atuar em conjunto com os agentes de saúde encarregados do Programa de Controle da Esquistossomose, por exemplo, no tratamento dos portadores e nas orientações sobre educação em saúde para as pessoas expostas ao risco de contrair esquistossomose.(0,05 p)

A coproscopia para a detecção dos indivíduos infectados pelo S. mansoni e o conseqüente tratamento são medidas dirigidas de maneira direta e mais imediata ao objetivo principal do Programa: controlar a morbidade, especialmente prevenindo a evolução para as formas graves da doença.(0,05 p)

Essas ações de diagnóstico e tratamento devem ser viabilizadas, incorporadas e integradas à rotina dos serviços de atenção primária à saúde (rede básica de saúde). (0,05 p)

II) Saneamento Ambiental

As ações de saneamento ambiental são reconhecidas como as de maior eficácia para as modificações de caráter permanente das condições de transmissão da esquistossomose e incluem:

- coleta e tratamento de dejetos, (0,04 p)

- abastecimento de água potável, (0,04 p)

- instalações hidráulicas e sanitárias, (0,04 p)

- aterros para eliminação de coleções hídricas que sejam criadouros de moluscos, (0,04 p)

- drenagens, limpeza e retificação de margens de córregos e canais, (0,04 p)

- construções de pequenas pontes.(0,04 p)

Essas ações deverão ser simplificadas e de baixo custo, a fim de serem realizadas em todas as áreas necessárias. (0,01 p)

FONTE:
MISODOR

CASO CLINICO:
Paciente do sexo masculino com 38 anos de idade refere dor epigástrica em queimação há 3 semanas, com piora associada a alimentação. Nega disfagia,vômitos e outros sintomas associados. Sem antecedentes patológicos dignos de nota não faz uso de nenhuma medicação.
Exame Físico: B. E. G., corado, hidratado, anictérico, acianótico.
PA: 120/70 mmHg; FC: 80 b.p.m; Ap. Resp.: MV+, sem RA, Ap CV: 2BRNF, sem sopros.
Abdominal: Plano, flácido, dor discreta á palpação de epigástrio, descompressão brusca negativa, sem visceromegalias e massas palpáveis.
1) Qual é o diagnóstico do paciente? (0,25 pontos)
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 pontos)



1) Qual é o diagnóstico do paciente?
Síndrome dispéptica ou dispepsia. (0,25 p)
Discussão: Paciente com sintoma dispéptico de epigastralgia em queimação,sem apresentar sinais de alarme como disfagia, icterícia, sangramento, anemia, alterações de exame físico sugestivos de doença maligna, que indicariam a realização de endoscopia digestiva alta, apresenta ainda idade menor que 50 anos de idade que seria outra indicação da realização do procedimento. O paciente pode apresentar diagnóstico de doença ulcerosa péptica com estes sintomas, mas sem apresentar sinais de alarme pode ser manejado de forma conservadora neste momento.
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 p)
Sugerir modificações de hábitos e introduzir bloqueador H2 para tratamento da dispepsia.
Discussão: Paciente sem sinais de alarme não tendo indicação de realizar endoscopia digestiva alta, podemos orientar modificações de hábitos de vida como diminuição de ingesta de álcool e café e procurar observar quais alimentos desencadeiam com maior freqüência estes sintomas.
Os bloqueadores H2como a ranitidina podem ser usados em doses de 150 mg, 2 vezes ao dia por 2-4 semanas. O uso de bloqueadores de bomba de prótons é uma opção, embora não tenha sido demonstrado sua superioridade em relação aos bloqueadores H2 e por seu maior custo não deve ser utilizado.

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