m  i  s  o  d  o  r


        SITE PREPARATORIO PARA RESIDÊNCIA MÉDICA, REVALIDA, CONCURSOS PUBLICOS E PROVAS DE TITULO

usuario: senha:


NÃO SOU CADASTRADO
                                                         NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO



1052 USUARIOS INSCRITOS

211 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES

719 RECADOS DOS VISITANTES


NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
6238 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1449 DE CLINICA, 2689 DE PEDIATRIA, 1260 DE CIRURGIA, 201 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 361 DE SAUDE PUBLICA
103 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 138 CASOS CLINICOS

"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    KATY 581.90 2.520 21
2.    MO 482.00 9.181 21
3.    TARGIGNIS 424.30 6.573 11

SITES RECOMENDADOS:

 

CONFIRA ALGUNS EXEMPLOS, ESCOLHIDOS PELO SISTEMA ALEATÓRIO:

OBJETIVA: (252227 votos)..........99.02% das questões objetivas receberam votos.
G. I. F. de 3 anos, sexo feminino proveniente do estado de São Paulo foi internada no serviço de pediatria da Santa Casa com quadro de vômitos e 'dor na garganta'. Conforme a mãe a criança teve várias apresentações no ultimo ano no pronto-atendimento, na maioria dos casos por conta de vômito e inapetência, varias vezes foram feitos exames (hemograma, PCR) que indicaram normalidade perdeu peso e agora está no percentil 25 de peso e 10 de altura. Dois meses atrás a criança chegou a passar num gastroenterologista que suspeitou de doença de refluxo e receitou anti-H2 e domperidona, sem melhora evidente. A criança foi desmamada precocemente, mas a mãe relata que sempre deu formula e ainda até essa idade a criança continua tomando uma formula que o pediatra achou adequada para a idade. A mãe observou ultimamente um aumento da pirose e dos vômitos e trocou a formula recentemente com uma equivalente, de outro laboratório, sem houver alguma melhora. A criança está afebril, tem somente antecedente de rinite atópica, mas trata com Piemonte e Avamys. Sobre esse caso é CORRETO afirmar:
A. vômitos, regurgitação e dificuldade para alimentar, levando a déficit de crescimento é um indicativo para doença celiaca
B. há motivos fundamentados para suspender imediatamente o leite de formula por 4-8 semanas
C. a sintomatologia indica a endoscopia digestiva alta com eventual biopsia
D. a apendicite tem que ser considerada com uma possibilidade diagnóstica e o ultrassom abdominal é uma opção pertinente
E. o uso prolongado de Avamys pode ser uma causa provável da sintomatologia acíma

  RATING: 3.17

G. I. F. de 3 anos, sexo feminino proveniente do estado de São Paulo foi internada no serviço de pediatria da Santa Casa com quadro de vômitos e 'dor na garganta'. Conforme a mãe a criança teve várias apresentações no ultimo ano no pronto-atendimento, na maioria dos casos por conta de vômito e inapetência, varias vezes foram feitos exames (hemograma, PCR) que indicaram normalidade perdeu peso e agora está no percentil 25 de peso e 10 de altura. Dois meses atrás a criança chegou a passar num gastroenterologista que suspeitou de doença de refluxo e receitou anti-H2 e domperidona, sem melhora evidente. A criança foi desmamada precocemente, mas a mãe relata que sempre deu formula e ainda até essa idade a criança continua tomando uma formula que o pediatra achou adequada para a idade. A mãe observou ultimamente um aumento da pirose e dos vômitos e trocou a formula recentemente com uma equivalente, de outro laboratório, sem houver alguma melhora. A criança está afebril, tem somente antecedente de rinite atópica, mas trata com Piemonte e Avamys. Sobre esse caso é CORRETO afirmar:

A. vômitos, regurgitação e dificuldade para alimentar, levando a déficit de crescimento é um indicativo para doença celiaca
INCORRETO: A doença celíaca é causada pela intolerância ao glúten, uma proteína encontrada no trigo, aveia, cevada, centeio e seus derivados, como massas, pizzas, bolos, pães, biscoitos, cerveja, uísque, vodka e alguns doces, provocando dificuldade do organismo de absorver os nutrientes dos alimentos, vitaminas, sais minerais e água. A doença celíaca clássica é comum na infância, entre o primeiro e terceiro ano de vida, quando se introduz alimentação à base de papinha de pão, sopinhas de macarrão e bolachas, entre outros industrializados com cereais proibidos. Caracteriza-se pela diarréia crônica, desnutrição com déficit do crescimento, anemia ferropriva não curável, emagrecimento e falta de apetite, distensão abdominal (barriga inchada), vômitos, dor abdominal, osteoporose, esterilidade, abortos de repetição, glúteos atrofiados, pernas e braços finos, apatia, desnutrição aguda que podem levar o paciente à morte na falta de diagnóstico e tratamento.
B. há motivos fundamentados para suspender imediatamente o leite de formula por 4-8 semanas
INCORRETO : O quadro clinico da criança sugere uma esofagite eosinofílica e, no caso, é indicado mesmo suspender os antígenos mais prováveis de provocar EEo (proteínas do leite bovino, ovo, amendoim,soja, variedade de grãos (trigo, arroz, milho, centeio,aveia e cevada), frutos do mar, castanhas e algumas carnes (boi, porco, frango e peru). A conduta seria excluir o alérgeno suspeito por 4 a 12 semanas. Porém, o diagnóstico ainda não foi feito, então passar direito numa medida dietética tão radical é pelo menos empírica.
C. a sintomatologia indica a endoscopia digestiva alta com eventual biopsia
CORRETO : A esofagite eosinofílica é uma condição crônica e inumo-mediada, que se caracteriza clinicamente por sintomas de disfunção esofágica e evidencia histológica de inflamação eosinofílica da mucosa.Crianças menores mais frequentemente apresentam deficit de ganho pondero-estatural e dificuldades alimentares, enquanto escolares mais classicamente têm sintomas de refluxo, já pré-adolescentes, adolescentes e adultos jovens manifestam-se com disfagia e/ou impactação alimentar. Outras queixas que podem estar presentes: dor abdominal, dor torácica, vômitos, anorexia, saciedade precoce. Achados macroscópicos na endoscopia são bastante variáveis (microabscessos, erosões lineares, traquealização, estenose), e a endoscopia pode ser completamente normal. Para não perder o diagnóstico devem ser realizadas 6 biópsias esofágicas (duas de cada segmento). Definição histológica: mais do que 15 eosinófilos por campo de grande aumento.
D. a apendicite tem que ser considerada com uma possibilidade diagnóstica e o ultrassom abdominal é uma opção pertinente
INCORRETO : Faltam muitos dados para pensar em apendicite - a criança está afebril, hemogramas successivamente normais, não há dor abdominal aguda ou defesa peritoneal, pouco provável
E. o uso prolongado de Avamys pode ser uma causa provável da sintomatologia acíma
INCORRETO : A Esofagite eosinofílica (EEo) é uma doença imunológica que não tem mecanismos relacionados com a medicação

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.17)
DISCURSIVA: (17740 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica (0,35 pontos)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas. (0,15 pontos)

RATING: 2.99

1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica (0,35 pontos)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas. (0,15 pontos)

1) Segue a tabela:

Anormalidades da Parede Torácica
Deformidades de depressão/pectus excavatum (0,05 p)
Deformidades de protrusão/pectus carinatum (0,05 p)
Sindrome de Poland (0,05 p)
Defeitos esternais
  • Ectopia cordis cervical (0,05 p)
  • Ectopia cordis torácica (0,05 p)
  • Ectopia cordis toracoabdominal (0,05 p)
  • Esterno bífido (0,05 p)
2) As costelas e o esterno determinam o tamanho e o formato da cavidade torácica.

  1. As sete costelas superiores (numeradas de 1 a 7) são costelas verdadeiras, pois se articulam diretamente com o esterno por meio de cartilagens. (0,05 p)
  2. As cinco costelas inferiores (numeradas de 8 a 12) são falsas costelas; elas não se conectam diretamente com o esterno, anteriormente; na maioria dos casos, conectam-se com a cartilagem costal acima delas. (0,05 p)
  3. As costelas 11 e 12 são costelas flutuantes. Elas podem ser pequenas ou grandes; articulam-se apenas com a coluna torácica. (0,05 p)

FONTE:
http://www.misodor.com/PAREDETORACICAEPLEURA.html

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

CASO CLINICO: (23918 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um Sr. de 68a, natural e procedente de Petrolina-PE, procura o serviço médico por dificuldade para deglutir há 3 anos. Inicialmente com alimentos sólidos, agora também tem dificuldades na ingestão de líquidos. A noite, nota alimentos deglutidos no jantar refluírem à boca. Teve um episódio de pneumonia há quatro meses. Refere perda de 8kg no período. Ex-tabagista, agricultor aposentado, portador de hipertensão arterial leve controlada com diuréticos, nega internações e intervenções cirúrgicas prévias.
1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica? - 0,1 pontos
2) Dos exames abaixo, quel é o MENOS util para o diagnóstico? - 0,1 pontos

a) Radiografia contrastada do esôfago
b) Endoscopia digestiva alta
c) Manometria esofágica
d) pHmetria esofágica
e) Tomografia computadorizada do tórax

3) O paciente realizou o exame abaixo. Quais são os achados radiológicos? - 0,3 pontos




RATING: 2.96

1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica?
Megaesôfago chagásico.(0,1 p)
DISCUSSÃO: O principal sintoma que o paciente apresenta é a disfagia. Dentre as principais causas de disfagia, poderíamos citar:

  • neoplasias malignas
  • megaesôfago
  • estenoses pépticas

Como causas mais raras, haveriam

  • os tumores benignos
  • outras doenças motoras
  • Síndrome de Plummer-Vinson
  • a disfagia lusória

Associadamente, o paciente tem regurgitação, história sugestiva de broncoaspiração e perda lenta de peso. Não há história prévia de sintomas pépticos que indique DRGE grave, nem perda acentuada de peso ou hemorragia que sugiram a neoplasia como principais hipóteses.
Assim, pelo caráter lento de aparecimento e pela procedência do paciente, o mais provável é que haja megaesôfago chagásico.
2) Dos exames abaixo, qual é o MENOS útil para o diagnóstico? (0,1 p)
A ph-metria (variante D)
DISCUSSÃO: Os primeiros exames a serem solicitados na suspeita de disfagia são a radiografia contrastada de esôfago e a endoscopia digestiva alta, geralmente nesta ordem.

  • A primeira nos dá uma correta idéia da forma do esôfago, da presença de alterações anatômicas, do esvaziamento do contraste, sendo útil em todas os casos de disfagia.
  • A segunda tem papel primordial nas estenoses orgânicas, em que o exame anátomo-patológico é obrigatório, além de ser o que melhor avalia a mucosa esofágica.
  • A manometria esofágica é o exame que confirma as alterações funcionais motoras do esôfago, tendo achados característicos para cada uma das doenças, incluindo o megaesôfago.
  • A tomografia computadorizada é útil para o estadiamento das neoplasias, identificação de massas esofágicas e para-esofágicas, nem sempre visualizadas por outros métodos.
  • A ph-metria é utilizada para o estudo do refluxo gastroesofágico e, mesmo nos casos de disfagia por estenose péptica, não é capaz de trazer nenhuma informação objetiva acerca da causa da disfagia ou da presença de estenose.
3) Quais são os achados radiológicos?
O esofagograma mostra achados sugestivos de megaesôfago (0,05 p), como dilatação esofágica (0,05 p), presença de resíduos alimentares (0,05 p), nível hidroaéreo no esôfago (0,05 p), ausência de bulha gástrica (0,05 p) e presença de ondas terciárias na porção inferior à esquerda do esôfago. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)

Todos os direitos reservados. 2019.
O site misodor.com está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site misodor são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.