USUARIO
SENHA
NÃO SOU CADASTRADO
NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO

 


370 USUARIOS INSCRITOS
120 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
708 RECADOS DOS VISITANTES

NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
5367 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1235 DE CLINICA, 2125 DE PEDIATRIA, 1202 DE CIRURGIA, 188 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 338 DE SAUDE PUBLICA

77 QUESTÕES DISSERTATIVAS
128 CASOS CLINICOS

CUSTO DA ASSINATURA? ZERO REAIS E ZERO CENTAVOS POR MÊS!



OBJETIVA:
Pré-escolar de cinco anos, sexo masculino, é levado à consulta por sua mãe, que afirma que o “pai da criança estaria mexendo nos genitais do filho”. Relata que está separada do esposo há um ano e que há quatro meses percebeu alterações de comportamento do filho, como dificuldades no sono, irritabilidade, enurese, mexer no pênis e a querer ficar sem roupa. Na noite anterior, ao repreender o filho por estar repetindo esse comportamento, ele disse que “o pai tinha ensinado a fazer isso”. A mãe pede ao pediatra um atestado com o diagnóstico de abuso sexual, no qual conste que seu filho não pode mais ficar sozinho com o pai pelo risco de repetição do suposto abuso. Frente a este relato, além do atendimento a criança, o pediatra deve:
A. encaminhar para avaliação psicológica,objetivando o diagnóstico diferencial entre violência sexual por parte do pai e violência psíquica (síndrome da alienação parental) por parte da mãe
B. redigir atestado com o diagnóstico do abuso sexual recomendando a interrupção da guarda compartilhada com o pai para proteção da criança
C. notificar a suspeita de abuso sexual ao Conselho Tutelar ou outra instituição cabível (Vara da Infância e Juventude ou Ministério Público)
D. ampliar a anamnese com a criança, fazer o atestado e encaminhar a mãe e a criança à delegacia mais próxima
E. prescrever vacinas indicadas nos casos de abuso sexual e encaminhar para avaliação psicológica imediata

RECOMENDAÇÃO PARA RESUMOS: NOVAPEDIATRIA.COM.BR
DISCURSIVA:
Varias vezes a mastite puerperal esta confundida com o carcinoma inflamatório de mama. O essencial é fazer um diagnostico diferencial muito competente que elimina a possibilidade de tratar um carcinoma como se fosse uma infecção e do contrario – o que constitua um erro lamentável. Indiquem as semelhanças e as diferenças entre as duas patologias.

CASO CLINICO:
B. S. 8 anos, procedente da São Paulo começou a apresentar dor moderada e inchaço no joelho direito faz 2 meses, mas a mãe achou que fosse “alguma queda” na escolinha e não deu muita atenção. Porém, a dor não sumiu, e a mãe chegou a administrar ibuprofeno e nimesulida. A articulação começou a apresentar rigidez matinal faz 2 semanas e continua edemaciada. Mãe nega febre. No serviço de pediatria foi realizado o exame clínico que demonstrou a presença de edema articular e artralgia nas articulações de joelho direito e ainda no tornozelo direito, e punho esquerdo. A criança encontrava-se em estado geral regular, corada, hidratada, eupneia, acianótica, anictérica, afebril, consciente ao exame físico. O hemograma, bioquímica e eletrólitos foram normais. Os exames fator reumatoide (FR) foi reagente; velocidade de hemossedimentação (VHS) de 45 mm/h; Proteína C-Reativa (PCR) de 25mg/dl, Fator Antinuclear (FAN) reagente com padrão homogêneo e anticorpos anti-DNA de cadeia dupla (dsDNA), anti-Sm, anti-Ro, anti-La, e anti-RNP, não reagentes.

1) Qual é o diagnóstico mais provável? - 0,2 pontos
2) Considerando a forma de início dessa molestia, qual é o principal risco desta criança? 0,15 pontos
3) Qual é o papel etiológico duma possível trauma na evolução desta doença? 0,15 pontos