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708 RECADOS DOS VISITANTES

NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
5367 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1235 DE CLINICA, 2125 DE PEDIATRIA, 1202 DE CIRURGIA, 188 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 338 DE SAUDE PUBLICA

77 QUESTÕES DISSERTATIVAS
128 CASOS CLINICOS

CUSTO DA ASSINATURA? ZERO REAIS E ZERO CENTAVOS POR MÊS!



OBJETIVA:
Paciente masculino de 10 anos de idade, diabético do tipo I há quatro anos, em uso domiciliar de insulina NPH (20 unidades pela manhã e 7 à noite), com baixa adesão ao tratamento, admitido no Pronto Atendimento do Hospital das Clínicas da UFMG, devido a prostração, dispneia, polidpsia e poliúria. Não apresentava febre, vômitos, diarreia ou tosse. A glicemia era de 325 mg/dL. Foi internado por duas vezes anteriormente devido a desenvolvimento de CAD e coma. Apresentava-se prostrado, anictérico, acianótico, hipocorado (+/4+), pele e mucosas secas e turgor cutâneo diminuído. A frequência cardíaca (FC) era de 120 bpm, frequência respiratória (FR) de 24 ipm, saturação de O2 de 95% e pressão arterial sistêmica (PA) de 90/50 mmHg. A oroscopia e otoscopia estavam sem alterações. Padrão respiratório de Kussmaul e abdômen indolor.
À admissão hospitalar foram realizados os seguintes exames laboratoriais: gasometria venosa pH 6,96; pCO2 15,8 mmHg; pO2 55,5 mmHg; HCO3 - 3,5 mEq/L; BE -26,8, Na+ 133 mEq/L, K+ 4,69 mEq/L e Ca++ 1,34 mEq/L.
Entre as seguintes esquemas terapêuticas enumeradas abaixo, qual seria desnecessária:
A. insulina ultrarrápida por via subcutânea
B. pesquisa de possíveis focos infecciosos
C. infusão endovenosa de insulina regular
D. administração de bicarbonato de sódio (¼ do déficit em 4 horas)
E. expansão volumétrica com NaCl a 0,9% endovenoso

RECOMENDAÇÃO PARA RESUMOS: NOVAPEDIATRIA.COM.BR
DISCURSIVA:
Enumeram as quatro manobras clinicas provocativas para avaliação de um paciente com sindrome de desfiladeiro toracico (0,5 pontos)

CASO CLINICO:
Criança de 19 meses, sexo feminino, no segundo dia de febre, progressivamente mais elevada e difícil de ceder aos antipiréticos, e tosse seca, também com agravamento progressivo.
Era previamente saudável, pais não fumadores e sem contexto de doença na família. Não frequentava creche.
Na admissão apresentava dificuldade respiratória obstrutiva alta moderada, com estridor inspiratório, objectivando-se saturação de oxigênio transcutânea (Sat O2) de 90%. Realizou aerossol com 5 ml adrenalina (1:1000) e dexametasona v. o. 0,15 mg/Kg. Ficou internada para observação. Manteve terapêutica com adrenalina em aerossol.
A dificuldade respiratória agravou-se progressivamente, com tiragem global, sudorese e necessidade crescente de oxigênio suplementar (4 l/min) para manutenção de Sat O2 > 90%. Após 12 horas de internamento, apresentava sudorese, palidez, prostração e esforço respiratório crescente. Da avaliação analítica destacava-se hemoglobina 10,7 g/dl, leucócitos 16500/μl, neutrófilos 14600/μl, linfócitos 1100/μl, plaquetas 305500/μl, e proteína C-reativa 52,4 mg/l.
1) O que indica falta da resposta á adrenalina e cortisônicos?
2) Qual é o próximo passo terapêutico imperativo?
3) Diagnostico provável com justificativas?