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1442 DE CLINICA, 2677 DE PEDIATRIA, 1260 DE CIRURGIA, 201 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 361 DE SAUDE PUBLICA
102 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 138 CASOS CLINICOS

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Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    KATY 581.90 2.520 21
2.    MO 482.00 9.181 21
3.    TARGIGNIS 424.30 6.573 11

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CONFIRA ALGUNS EXEMPLOS, ESCOLHIDOS PELO SISTEMA ALEATÓRIO:

OBJETIVA: (246278 votos)..........99.26% das questões objetivas receberam votos.
Com relação a pacientes diabéticos internados, assinale a alternativa CORRETA:
A. A meta da glicemia de pacientes internados (críticos ou não críticos) está entre 80 e 110 mg/dL. (B) O início do uso de insulina em pacientes críticos deve ser considerado se houver hiperglicemia superior a 180 mg/dL
B. O início do uso de insulina em pacientes críticos deve ser considerado se houver hiperglicemia superior a 180 mg/dL
C. Por ter pico de ação inferior a uma hora, a insulina regular tem preferência para a correção dos estados hiperglicêmicos
D. Metas mais altas (de 180 a 200 mg/dL) podem ser usadas em perioperatório de cirurgia cardíaca
E. Para os pacientes não críticos, a droga de escolha no controle da hiperglicemia é a metformina.

  RATING: 2.6

Com relação a pacientes diabéticos internados, assinale a alternativa CORRETA:

A. A meta da glicemia de pacientes internados (críticos ou não críticos) está entre 80 e 110 mg/dL. (B) O início do uso de insulina em pacientes críticos deve ser considerado se houver hiperglicemia superior a 180 mg/dL
INCORRETO: Na última década, a meta glicêmica relativa aos indivíduos internados foi modificada em decorrência dos estudos com pacientes críticos. Anteriormente predominava o conceito de redução da morbimortalidade de pacientes cirúrgicos com o controle intensivo, que visava manter a glicemia entre 80 e 110 mg/dL. Estudos posteriores com pacientes clínicos e cirúrgicos não confirmaram tais resultados e observaram ainda maior risco de hipoglicemia e de mortalidade associado ao controle intensivo Atualmente se sabe que a hiperglicemia e a hipoglicemia aumentam a mortalidade de pacientes críticos e não críticos, com ou sem DM, e a meta glicêmica recomendada está entre 140 e 180 mg/dL
B. O início do uso de insulina em pacientes críticos deve ser considerado se houver hiperglicemia superior a 180 mg/dL
CORRETO : O início do uso de insulina em pacientes críticos com ou sem DM deve ser considerado se houver hiperglicemia superior a 180 mg/dL. A infusão intravenosa contínua de insulina é a terapia de escolha para pacientes críticos. A meia-vida curta da insulina regular intravenosa permite o rápido controle da hiperglicemia e da hipoglicemia.
C. Por ter pico de ação inferior a uma hora, a insulina regular tem preferência para a correção dos estados hiperglicêmicos
INCORRETO : A insulina rápida ou regular começa a agir em 30 a 60 minutos e, tem seu pico de ação em 2 a 4 horas e duração de ação de 6 a 8 horas
D. Metas mais altas (de 180 a 200 mg/dL) podem ser usadas em perioperatório de cirurgia cardíaca
INCORRETO : Metas mais baixas (de 100 a 150 mg/dL) podem ser usadas em cirurgia cardíaca
E. Para os pacientes não críticos, a droga de escolha no controle da hiperglicemia é a metformina.
INCORRETO : Até mesmo para os pacientes não críticos, a insulina é a droga de escolha no controle da hiperglicemia, pois tem ação mais rápida, permite a titulação de dose e pode ser usada em diferentes contextos. De modo geral se recomenda considerar o início do uso de insulina nos pacientes não críticos com glicemia acima de 140 mg/dL (jejum) ou acima de 180 mg/dL (coletas aleatórias).

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.6)
DISCURSIVA: (17147 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos
II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 0,25 pontos

RATING: 3.13

I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos
II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 0,25 pontos

I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos
A irradiância da fototerapia deve ser prescrita e determinada antes do uso (0,05 p) e diariamente com radiômetro(0,05 p). No colchão onde está o RN, considera-se um retângulo de 30 x 60 cm (0,05 p) e mede-se a irradiância nas 4 pontas e ao centro(0,05 p), sendo, então, calculada a média dos 5 pontos. (0,05 p).
II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? Na maioria dos RN ≥ 35 semanas a fototerapia é instituída no alojamento conjunto, ao lado da mãe que amamenta em livre demanda, tomando-se os seguintes cuidados:
  • Verificação da temperatura corporal, a cada três horas para detectar hipotermia ou hipertermia; (0,05 p)
  • Verificação do peso, diariamente; (0,05 p)
  • Hidratar melhor o recém-nascido a fototerapia com lâmpadas fluorescentes pode provocar elevação da temperatura; (0,05 p)
  • Proteção dos olhos com cobertura radiopaca por meio de camadas de veludo negro ou papel carbono negro envolto em gaze; (0,05 p)
  • Se a bilirrubinemia não esteja muito elevada amamentação normal, decontinuando a fototerapia; (0,05 p)

FONTE:
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA DEPARTAMENTO DE NEONATOLOGIA DOCUMENTO CIENTÍFICO (elaborado em 11/11/2012) ICTERÍCIA NO RECÉM-NASCIDO COM IDADE GESTACIONAL > 35 SEMANAS

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.13)

CASO CLINICO: (23086 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Criança HYJ, etnia asiática, F, 6 anos e 2 meses, 24 kg, previamente hígida, inicia no dia de 12 de abril desconforto abdominal, fraqueza e anorexia, febre 38,3°C. Os pais procuraram a UPA aonde foi feito um diagnostico de 'virose' medicada com Paracetamol 1 gota por quilo de peso e sais orias de hidratação e o quadro clinico teve um período de remissão, mas depois de 3 dias de tratamento houve nova piora gradual do vômito e da inapetência. Os pais levaram a criança desta vez para um consultório, aonde foi feito um exame clinico geral e foram solicitados alguns exames. Dia seguinte á essa consulta, antes mesmo de fazer a coleta, a criança apresentou escléras amareladas e recomeçou vômitos – teve um mal estar com 'desmaio' e em seguida, apresentou 'movimentos descontrolados da cabeça e da mão'. Neste momento eles levaram a criança de novo na UPA aonde foi solicitada a internação.
Na entrada no hospital a criança se apresentava com cor amarelada das escleras, choro inconsolável, incapacidade de responder coerentemente ás perguntas, desatenção e sonolência o que levou a mãe afirmar que a criança dela 'não é assim', que mudou muito o comportamento nos últimos dias. Reflexos neurológicos normais. Respiratório e cardiovascular normal. Abdome difusamente doloroso, fígado palpável a aproximadamente 2 cm do rebordo costal direito, de superfície lisa e bordos finos. Foi solicitada a consulta com neurologista por suspeita de encefalite e foi mantida em observação. Solicitados hemograma (normal), exame de licor (normal), bilirrubinas (BT: , enzimas hepáticas (aspartato transaminase (AST) = 1377 UI/l; alanina transaminase (ALT) = 1717 UI/l; bilirrubina total=15,1 mg/dl com predomínio da forma direta - 13,1 mg/dl). Urina com bilirrubinuria e fezes normais com exame de parasitas negativo.>br>
1) Frente á esse quadro qual é o exame de laboratório que não foi solicitado e tem que ser pedido em seguida? (0,125 pontos)
2) Qual o grau de encefalopatia apresentada pela criança no momento da internação (0,125 pontos)
3) O que pode ter piorado o quadro clinico desde a primeira apresentação na UPA? (0,125 pontos)
4) Qual a principal suspeita diagnóstica? (0,125 pontos)




RATING: 3

1) Frente á esse quadro qual é o exame de laboratório que não foi solicitado e tem que ser pedido em seguida? (0,125 pontos)
O INR!!! Estamos na frente duma alta suspeita de encefalopatia com hepatopatia. INR >2 deve ser sempre um sinal de alarme: Vitamina K deve ser administrada e INR repetido em 6 horas. Na auseência de melhora, o pediatra deve contatar especialista/ centro de referência em transplante para que o paciente seja precocemente encaminhado e admitido em local que possa receber suporte adequado.
2) Qual o grau de encefalopatia apresentada pela criança no momento da internação (0,125 pontos)


Provavelmente uma encefalopatia grau I (conforme a tabela, há mudança de comportamento com reflexos normais).
3) O que pode ter piorado o quadro clinico desde a primeira apresentação na UPA? (0,125 pontos)
Observa-se que a criança recebeu tanto na UPA quanto para tratamento domiciliar o acetaminofeno - um 'inimigo' do figado - mesmo que a dose está correta, se algum outro fator causou a hepatopatia, o paracetamol com certeza contribuiu na piora do quadro.
4) Qual a principal suspeita diagnóstica? (0,125 pontos)
Insuficiência hepática aguda é classicamente definida (definição da década de 70) pela evolução para encefalopatia em menos de 8 semanas, e ausência de doença hepática crônica. Em pediatria, muitas vezes difícil definir encefalopatia (sobretudo em crianças menores, que podem apresentar apenas irritabilidade). É um evento raro, mas com alta letalidade. Em geral mesmo grandes centros, transplantam em média 5-8 casos por insuficiencia hepática aguda por ano. O correto é que esses centros recebam e manejem essas crianças, ainda que na evolução elas não vão à transplante. Letalidade chega a ultrapassar 1/3 dos casos. História natural é dificil de ser discutida. Crianças são listadas para transplante e se tornam prioridade em nível nacional.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)

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