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CASO CLINICO

Considere os indivíduos portadores dos seguintes fatores de risco para doença arterial coronária:

  1. obesidade
  2. insuficiência arterial periférica
  3. tabagismo
  4. diabetes
O tratamento de dislipidemia nos mesmos deve ter como alvo atingir LDL-colesterol < 100mg/dL nos indivíduos:

A. 1 e 4, apenas
B. 2 e 4, apenas.
C. 1, 3 e 4, apenas
D. 1, 2, 3 e 4
E. 1 e 4, apenas

A. 1 e 4, apenas
INCORRETO: veja a resposta á alternativa B
B. 2 e 4, apenas.
CORRETO : O diabetes e doença arterial aterosclerótica são indicações precisas de terapia para dislipidemia com objetivo de LDL colesterol menor que 100mg\dL. O tabagismo é um fator de risco maior e obesidade fator menor na avaliação de risco que precisam ser avaliados em conjunto com outras variáveis antes de definir objetivo do tratamento de dislipidemia. As alternativas corretas são 2 e 4 
C. 1, 3 e 4, apenas
INCORRETO : veja a resposta á alternativa B
D. 1, 2, 3 e 4
INCORRETO : veja a resposta á alternativa B
E. 1 e 4, apenas
INCORRETO : veja a resposta á alternativa B

Gabarito: B

DIABETES MELLITUS

Sobre o diabetes mellitus tipo I respondam ás seguintes perguntas:

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus? 0,2 p.

2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva? 0,2 p. 

3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus? 0,1 p

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus?

Primeiro, teremos uma HIPERGLICEMIA DE JEJUM 0,05 p

Segundo, teremos uma HIPERGLICEMIA PÓS-PRANDIAL 0,05 p

Terceiro, vamos ter altas concentrações de ACIDOS GRAXOS LIVRES 0,05 p

Quarto, aparece HIPERAMINOACIDEMIA. 0,05 p

2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva?

Então, a insulinoterapia intensiva é UM PRINCIPIO, indicado para se obter o controle glicêmico necessário para se evitar as microangiopatias: 0,05 p

  • glicemias de jejum e pré-prandial: 70-120 mg/dL, 0,05 p
  • glicemias pós-prandiais: <180 mg/dL, 0,05 p
  • HbA1C <7,0%. 0,05 p
     

3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus?

Podermos considerar o diabetes como causado por um triangulo formado de fatores GENETICOS, AMBIENTAIS E AUTOIMUNES. 0,1 p

http://misodor.com/DIABET.php


Mulher de 83 anos, com antecedentes de AVC hipertenso da entrada no PS com tontura, vômito, dor de cabeça. A PA medida na internação foi 240/120 Hg, pulso 124/minuto, sem estertores, sem dispneia evidente. O acompanhante relata que antes do evento que causou a moléstia atual ela conseguia se mobilizar sozinha e falar. O exame neurológico demonstra hemiplegia direita com contratura no braço e antebraço direito. A paciente abre os olhos á voz, fala palavra incompreensivos e executa comandos.

1) O escore Glasgow da paciente. (0,1 p)
2) Exponha o protocolo correto de atendimento deste caso, considerando o diagnostico de base. (0,2 p)
3) O caso representa uma urgência ou uma emergência hipertensiva? Justifique. (0,2 p)

1) O escore Glasgow da paciente.

A paciente abre os olhos á voz (3 PONTOS), fala palavra incompreensivos (2 PONTOS) e executa comandos (6 PONTOS). O escore de Glasgow e 11. (0,1 p)

2) Exponha o protocolo correto de atendimento deste caso, considerando o diagnostico de base.

a) Monitorização cardíaca, (0,025 p)
b) PAMI ou PAMNI e oximetria (0,025 p)
c) Acesso venoso (0,025 p)
d) Iniciar o tratamento farmacológico (0,025 p)
e) Tomografia computadorizada de crânio S/N (0,025 p) 
f) Ecocardiograma transesofágico (0,025 p)
g) US de abdome S/N (0,025 p)
h) Internamento em UTI (0,025 p)

3) O caso representa uma urgência ou uma emergência hipertensiva? Justifique.

Emergência Hipertensiva: É definida como situação na qual ocorre elevação importante da PAS, associada ou não a lesão de órgão alvo irreversível.

Urgência Hipertensiva:
São situações em que a PAS está elevada, com PAD >120 mmHg, porém são mínimas ou mesmo não se observam lesão de órgão alvo.

Ou seja, neste caso, já que a PAD é 120 mm Hg o caso é uma emergência hipertensiva. (0,2 p)