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NOSSO BANCO DE PROVAS TEM:
5965 QUESTÕES OBJETIVAS, PRECISAMENTE:

1335 DE CLINICA, 2569 DE PEDIATRIA, 1232 DE CIRURGIA, 201 DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA, 350 DE SAUDE PUBLICA
100 QUESTÕES DISSERTATIVAS E 135 CASOS CLINICOS

"HALL OF FAME" - CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO GERAL AQUI:

Pos.    Nickname Pontuação Media Nr. provas
1.    MO 482.00 9.181 21
2.    KATY 254.30 2.533 12
3.    TARGIGNIS 206.70 7.363 8

CONFIRA ALGUNS EXEMPLOS, ESCOLHIDOS PELO SISTEMA ALEATÓRIO:

OBJETIVA: (87851 votos)..........99.23% das questões objetivas receberam votos.
K W R S , idade: 18 meses, com história de aparecimento de equimoses no dorso, que progrediram para MMII, tórax e face há 3 dias. Não apresentou sangramento ativo no período. Não apresentou febre. Há história prévia de IVAS há 1 semana, fez uso de amoxicilina + clavulanato e AINE (sic). Chega no colo da mãe, em excelente estado geral, assintomático, sem outras queixas correlacionadas. Mãe refere surgimento de novas equimoses durante a noite e surgimento de epistaxe espontânea hoje. Nega outros sintomas.
Ectoscopia: Hidratado, eupneico, ativo, reativo, normocorado, anictérico, afebril, acianótico. ACV: RCR em 2T, BNF, sem sopros AR: MV sem RA ABD: globoso, RHA+, indolor, flácido, sem VMG, Traube livre EXT: Bem perfundidos, sem edemas SN: ausência de sinais meníngeos Orofaringe: sem alterações Olhos: sem alterações. Pele: Equimoses e petéquias por todo o corpo, não redutíveis à digito pressão. Não toma remédios de uso continuo.
Hemograma: serie vermelha normal, serie branca: leve linfocitose relativa, outros normais, serie plaquetária com 9.000 trombocitos/mm3 Diante deste quadro é CORRETO afirmar:
A. há alta suspeita de sepse e a investigação tem que ser conduzida prioritário nesta direção
B. justifica-se a suspeita de purpura Henöch-Schönlein
C. possivelmente, há uma história de infecção viral nas semanas anteriores
D. há um risco alto de sangramento craniano
E. a baixa contagem de plaquetas, neste caso, justifica esplenectomia

  RATING: 2.9

K W R S , idade: 18 meses, com história de aparecimento de equimoses no dorso, que progrediram para MMII, tórax e face há 3 dias. Não apresentou sangramento ativo no período. Não apresentou febre. Há história prévia de IVAS há 1 semana, fez uso de amoxicilina + clavulanato e AINE (sic). Chega no colo da mãe, em excelente estado geral, assintomático, sem outras queixas correlacionadas. Mãe refere surgimento de novas equimoses durante a noite e surgimento de epistaxe espontânea hoje. Nega outros sintomas.
Ectoscopia: Hidratado, eupneico, ativo, reativo, normocorado, anictérico, afebril, acianótico. ACV: RCR em 2T, BNF, sem sopros AR: MV sem RA ABD: globoso, RHA+, indolor, flácido, sem VMG, Traube livre EXT: Bem perfundidos, sem edemas SN: ausência de sinais meníngeos Orofaringe: sem alterações Olhos: sem alterações. Pele: Equimoses e petéquias por todo o corpo, não redutíveis à digito pressão. Não toma remédios de uso continuo.
Hemograma: serie vermelha normal, serie branca: leve linfocitose relativa, outros normais, serie plaquetária com 9.000 trombocitos/mm3 Diante deste quadro é CORRETO afirmar:

A. há alta suspeita de sepse e a investigação tem que ser conduzida prioritário nesta direção
INCORRETO: não há sinais de sepse, no caso, a sepse é uma resposta sistemica generalizada á uma infecção que se manifesta com sintomas de gravidade (choque, febre alta, mal estado geral, alta leucocitose com desvio para esquerda). Não temos nada disto. Assim como podemos ver na hemograma, as equimoses podem ser explicadas pela profunda trombocitopenia.
B. justifica-se a suspeita de purpura Henöch-Schönlein
INCORRETO : A purpura Henöch-Schönlein é bem diferente do quadro clinico mostrado aqui. Além de acometer idades maiores, ela é uma purpura palpável, não causa equimoses mas sim placas purpuricas no abdômen, pernas, nádegas e braços. Evolui com trombocitos normais sempre e frequentemente acompanha dor abdominal e articular
C. possivelmente, há uma história de infecção viral nas semanas anteriores
CORRETO : O quadro sugere uma forte suspeita de purpura trombocitopenica autoimune. Entre crianças e adolescentes, a apresentação clínica típica é a ocorrência de sangramentos em pacientes previamente saudáveis. Frequentemente, há história de processo infeccioso viral nas semanas anteriores ao início do quadro. Os sangramentos incluem petéquias, equimoses, sangramento mucoso (gengival, nasal, do trato urinário e digestivo) e dependem das contagens de plaquetas, sendo mais comuns e clinicamente significativos quando estão abaixo de 20.000/mmmm3 , mas, sobretudo abaixo de 10.000/mmmm3.
D. há um risco alto de sangramento craniano
INCORRETO : A PTI é uma das causas mais comuns de plaquetopenia em crianças, com uma incidência anual em torno de 3-8 casos por 100.000 crianças, com maior número de casos entre os 2-5 anos de idade e com leve predomínio no sexo masculino. Sangramento intracraniano, complicação grave e potencialmente fatal, é raro em crianças, ocorrendo em cerca de 0,1% dos casos com plaquetas abaixo de 20.000/mm
E. a baixa contagem de plaquetas, neste caso, justifica esplenectomia
INCORRETO : Nos pacientes com falha aos corticosteroides e à imunoglobulina humana, a esplenectomia é a opção terapêutica de escolha. O fundamento terapêutico reside no fato de o baço ser o principal responsável pela destruição plaquetária, além de conter cerca de 25% da massa linfoide envolvida na produção de anticorpos. A esplenectomia é também a opção terapêutica a PTI crônica com necessidade de uso crônico de corticosteroides. O paciente não se encaixa nesta opção. Além disto, os riscos da esplenectomia incluem aqueles do procedimento cirúrgico em si e o maior risco de infecções. subsequentes. Os pacientes candidatos devem idealmente ser imunizados para Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae b e Neisseria meningitidis. Mielograma pré-operatório está indicado para afastar mielodisplasia. Contagens plaquetárias acima de 50.000/mm3 devem ser atingidas para realização da cirurgia, podendo ser utilizada imunoglobulina humana ou corticosteroides em doses elevadas para elevação das contagens.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)
DISCURSIVA: (9771 votos) ..........98% das questões discursivas receberam votos.
As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um

RATING: 2.92

As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um

ECTOPIA CORDIS CERVICAL

Os defeitos esternais superiores (ectopia corais cervical) estão associados a um defeito amplo que se estende até a quarta cartilagem costal em uma aparência em U ou em V. O reparo envolve a união das bandas esternais na linha média após a realização de condrotomias oblíquas para proporcionar uma cobertura protetora ao coração e aos grandes vasos.

Em casos graves, é necessária a reconstrução do defeito com material prostético (p. ex., tela de Marlex) para evitar uma compressão excessiva do coração, o que levaria a uma bradi-cardia, ou hipotensão. (0,2 p)

ECTOPIA CORDIS TORÁCICA 

As fissuras completas (ectopia corais torácica) são mais extensas e frequentemente associadas a um defeito diafragmático anterior em forma crescêntica e diásta-se dos retos, o que resulta em uma comunicação livre entre as cavidades peritoneais e pericárdicas. (0,1 p)

ECTOPIA CORDIS TORACOABDOMINAL 

As fissuras esternais distais (ectopia corais toracoabdominal) são os defeitos mais extensos e estão associados à pentalogia de Cantrell. Este grupo de anomalias é caracterizado por fissura distai no esterno, onfalocele, fenda diafragmática, defeito pericárdico e doença cardíaca congénita (comunicação interventricular, tetralogia de Fallot) (0,1 p)

ESTERNO BÍFIDO 

O esterno bífido é a anomalia menos grave do esterno e pode estar associada a hemangiomas faciais. (0,1 p)

FONTE:

http://misodor.com/PAREDETORACICAEPLEURA.html

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

CASO CLINICO: (13160 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um médico foi contratado por uma Prefeitura do interior para trabalhar em uma Unidade Básica de Saúde implantada em um novo bairro da sede do Município. Após realizar o diagnóstico da realidade da saúde no bairro, o médico adotou as fases preconizadas pelo Ministério da Saúde, quais sejam:
1) Programação (0,175 pontos)
2) Execução (0,15 pontos)
3) Avaliação (0,175 pontos)
A partir desses dados, como esse médico deve realizar as fases citadas?


RATING: 2.92

1) Programação (0,025 p): são definidos os objetivos (0,025 p), as metas (0,025 p), as estratégias que serão utilizadas (0,025 p), a caracterização dos Recursos Humanos (0,025 p) e as estruturas existentes (0,025 p), bem como a disponibilidade dos Recursos Financeiros (0,025 p).
2) Execução (0,025 p): será realizada com prazos bem definidos (0,025 p): curto, (0,025 p) médio (0,025 p) e longo (0,025 p), conforme a programação (0,025 p).
3) Avaliação (0,025 p): é realizada durante as fases anteriores de programação (0,025 p) e de execução (0,025 p), com utilização de indicadores da Saúde (0,025 p), visando avaliar três aspectos: a estrutura (0,025 p), o processo (0,025 p) e os resultados (0,025 p).

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.92)

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