USUARIO
SENHA
NÃO SOU CADASTRADO
NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO

 

Pessoas queridas!❤

A pequena Luna de apenas 1 ano e 4 meses, filha da Jaque, está enfrentando um câncer de abdômen bastante agressivo. Ela está sendo tratada no Hospital do Câncer de Barretos e já iniciou o tratamento de quimioterapia para reduzir o tumor e torná-lo operável. A Jaque está morando com ela em uma kitnet próxima ao hospital e o pai fica aqui em São Carlos com os dois meninos mais velhos. Com a autorização da Jaque, estou divulgando toda a situação para mobilizar mais pessoas que queiram se solidarizar.

Os valores serão direcionados para a Jaque se manter em Barretos e para o pai conseguir levar os meninos pequenos aos fds para ficar com a Jaque e Luna, lembrando que nesse momento ter a familia por perto é primordial.

OBJETIVA:
Entre as seguintes medidas terapeuticas não farmacologicas da insuficiência cardíaca e INCORRETO:
A. utilizar menos de 2 g NaCl/dia na alimentação em caso de insuficiência grave
B. evitar a redução da ingesta hidrica nos pacientes sem hiponatremia
C. proibir, pelo menos por um tempo, qualquer atividade sexual uma vez que uma relação sexual equivale a subir uma escada com 18 degraus.
D. vacinar o paciente contra a gripe e pneumonia
E. indicar repouso no leito se a insuficiência for grave

RECOMENDAÇÃO PARA RESUMOS: NOVAPEDIATRIA.COM.BR
DISCURSIVA:
Respondam ás perguntas:
1. Enumeram as metas do tratamento do choque. (0,25 pontos)
2. Enumeram cinco sinais de alerta indicativos de progressão do choque compensado para hipotensivo (0,25 pontos)

CASO CLINICO:
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p